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	<description>Informações atualizadas sobre tabagismo e doenças pulmonares</description>
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		<title>Um exemplo a ser seguido</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Mar 2012 12:24:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[cessação]]></category>
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		<description><![CDATA[Esta semana li a história de um cearense, o sr. Nilo Veloso. Vale a pena contá-la aqui. O sr. Nilo era um fumante inveterado, desde os dezoito anos de idade. Fumava cerca de 3 maços por dia, 60 cigarros. Já na meia idade, há seis anos resolveu que era hora de parar. Acima do peso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana li a história de um cearense, o sr. Nilo Veloso.</p>
<p>Vale a pena contá-la aqui.</p>
<p>O sr. Nilo era um fumante inveterado, desde os dezoito anos de idade. Fumava cerca de 3 maços por dia, 60 cigarros. Já na meia idade, há seis anos resolveu que era hora de parar. Acima do peso, com falta de ar ao se movimentar, achou que já tinha fumado muito mais do que devia.</p>
<p>Começou a guardar o dinheiro que gastaria em cigarros: R$ 15 por dia.</p>
<p>Conforme suas próprias palavras: emagreceu 22 quilos, começou a fazer esportes, principalmente ciclismo, ao comprar uma bicicleta com parte do dinheiro que economizou. ” – Eu rejuvenesci. Tudo melhorou: a pele, o gosto da água, a qualidade de vida, a convivência”, afirma Veloso.</p>
<p>Hoje, tem fôlego para pedalar até 40 quilometros por dia. Seu filho, que é “personal trainer”, acompanhou de perto a evolução da saúde do pai e o estimulou, com as orientações necessárias.</p>
<p>Mas, além de recuperar a saúde, a economia do cigarro rendeu muito mais: um carro, notebooks, duas viagens, sendo uma delas para Buenos Aires. No total, a economia chegou a trinta mil reais. É fácil: são R$ 450 por mês, R$ 5.400 por ano. Com os juros da poupança, passa disso.</p>
<p>E a economia, moeda por moeda, nota por nota, incentivou a família a fazer o mesmo. Hoje, todos os filhos poupam o que podem, estimulados pela conquista do pai.</p>
<p>O cigarro ainda é a maior causa de morte evitável da humanidade. Muitas crianças começam a fumar ainda bem jovens, seguindo o mau exemplo dos pais. Hoje, quase cinco milhões de pessoas morrem em todo o mundo, por ano, vítimas de doenças causadas pelo cigarro.</p>
<p>Apesar de todas as alegações contrárias dos fabricantes de cigarro e de alguns defensores equivocados, o cigarro é comprovadamente uma droga nociva, causadora de câncer, enfisema, bronquite crônica, infarto do miocárdio, derrames e mais uma centena de doenças sérias.</p>
<p>Então, se tudo isto ainda não são motivos para parar de fumar, que tal pensar no bolso? Conheço muita gente que já fumou diversos carros e ainda anda de ônibus.</p>
<p>Pense nisso. O Sr. Nilo está aí para provar o contrário.</p>
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		<title>Entidades se unem contra o amianto</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 13:05:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agentes Cancerígenos]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Pulmonares]]></category>
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		<description><![CDATA[O uso do amianto crisotila vem sendo bastante discutido nos últimos meses. Em fevereiro, o mineral protagonizou episódios que envolveram a justiça brasileira e a italiana. No Brasil, uma organização fundada por produtores da substância interpelou judicialmente um pesquisador devido à publicação de um artigo que alertava sobre os perigos da utilização do amianto. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O uso do amianto crisotila vem sendo bastante discutido nos últimos meses. Em fevereiro, o mineral protagonizou episódios que envolveram a justiça brasileira e a italiana.</p>
<p>No Brasil, uma organização fundada por produtores da substância interpelou judicialmente um pesquisador devido à publicação de um artigo que alertava sobre os perigos da utilização do amianto.</p>
<p>Em Turim, na Itália, dois ex-proprietários de uma transnacional que usava a substância em sua linha de produção foram condenados a 16 anos de prisão e obrigados a pagar 100 milhões de euros em indenizações pela morte de três mil pessoas envolvidas direta e indiretamente com o amianto – uma sentença considerada histórica. <span id="more-1212"></span></p>
<p>Durante as duas últimas décadas, a Associação Nacional de Medicina do Trabalho se posicionou contra a produção, a utilização e a comercialização do amianto no Brasil. A defesa pelo banimento da substância se baseia em estudos de órgãos como a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC), da Organização Mundial de Saúde (OMS), que já demonstraram que o amianto é cancerígeno para o ser humano. A Anamt também defende o direito à livre expressão e ressalta a importância do debate para avançar em questões em que a vida é a principal protagonista.</p>
<p>No Brasil, a substância ainda é legal.</p>
<p>O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de amianto. Nas últimas quatro décadas, o mercado brasileiro consumiu cinco milhões de toneladas em produção, transformação, instalação, remoção e descarte do material. Tratando de quantidades desse porte, fica claro que o problema extrapola as questões trabalhistas e o ambiente de trabalho: o amianto está no dia a dia de pessoas de todo o país que sequer estão cientes de sua presença.</p>
<p>Nos países que baniram a substância, seu uso foi substituído por similares atóxicos (silicato de alumínio e grafite expansível em compósito de poliuretano, por exemplo) sem nenhum prejuízo para os produtos. Os defensores da proibição no Brasil alegam que a indústria já conta com a tecnologia necessária para a substituição, enquanto as empresas do setor mantêm o discurso de que é possível a produção com segurança.</p>
<p>Os fatos ocorridos nas últimas semanas, portanto, proporcionaram mais uma oportunidade para que o tema voltasse à tona, elevando o debate à importância que merece. Nesse cenário, a Anamt mais uma vez afirma sua posição e defende a proibição da produção e da comercialização nacional e internacional do amianto brasileiro, em defesa não apenas dos trabalhadores envolvidos, mas de todas as pessoas que possam ser impactadas.</p>
<p>Esta semana, mais de 20 instituições ligadas à Saúde divulgaram à imprensa documento que lista os malefícios da fibra. Veja abaixo a íntegra da carta.</p>
<blockquote><p>&#8220;Amianto: a polêmica do óbvio</p>
<p>Nas últimas semanas, o tema Amianto voltou a ganhar espaço na mídia nacional e internacional. No Brasil, em consequência à interpelação judicial, promovida pelo Instituto Brasileiro do Crisotila, contra o Dr. Hermano de Castro Albuquerque, pesquisador do Centro de Estudos do Trabalho e Ecologia Humana, FIOCRUZ, relacionada a achados de pesquisa sobre o mesotelioma, publicado em um periódico científico, e por suas declarações na mídia sobre riscos para a saúde associados à exposição ao amianto. Essa repercussão foi potencializada pelo julgamento criminal ocorrido em Turim, Itália, condenando dois ex-proprietários de ramos do Grupo Eternit por omissão de informações sobre os problemas de saúde associados à manipulação do amianto, e quase 3 mil mortes que ocorreram entre ex-trabalhadores e habitantes do entorno de uma de suas empresas em Casale Monferrato.</p>
<p>Há duas décadas, profissionais brasileiros de renome na área do trabalho, médica e ambiental vêm, de público, advertindo sobre as desastrosas consequências da manutenção da utilização do amianto no Brasil. Infelizmente, o Estado Brasileiro se esquivou, repetidamente, do problema, não respeitando o valor constitucional de proteger seus cidadãos.</p>
<p>Nos últimos anos, perderam-se diversas oportunidades de proibir seu uso no território nacional. Perdeu-se, também, a oportunidade de evitar que o risco continue a se estender a populações de outros países importadores do asbesto brasileiro (praticamente, todos com condições sanitárias tão ruins ou piores que a nossa).</p>
<p>Estima-se que mais de sete milhões de pessoas morram de câncer anualmente, em todo o mundo (Jemal A, et al. CA CANCER J CLIN 2011). Hábitos pessoais e condições de ambiente são responsáveis por 40% dos casos de câncer, o que significa que cerca de 3 milhões de óbitos anuais poderiam ser prevenidos.</p>
<p>O ambiente de trabalho é responsável por 4 a 20% de todos os casos de câncer na população. Dentre estes, o amianto, isoladamente, é responsável por um terço dos casos e, restringindo-se apenas ao câncer de pulmão de origem ocupacional, a parcela do amianto chega a 50% dos casos. Percentual ainda maior ocorre em relação ao mesotelioma, um câncer raro da membrana que envolve os pulmões, de péssimo prognóstico, no qual o amianto é o agente causal de mais de 80% dos casos. Dados do Sistema de Informações de Mortalidade do Ministério da Saúde mostram uma curva francamente ascendente de mortes por mesotelioma em São Paulo.</p>
<p>Atualmente, o Brasil é o terceiro maior produtor mundial de amianto. Entre 1975 e 2005, o mercado brasileiro consumiu 5 milhões de toneladas, traduzido em produção, transformação (produtos de cimento-amianto e outras centenas), instalação, remoção e descarte. Entre 2008 e 2010 a produção aumentou, assim como a importação e o consumo interno. Em 2010, o consumo estimado foi de 0,9 kg/brasileiro. Estes produtos estão espalhados pelo ambiente.</p>
<p>Não é necessário esforço para entender que o problema extrapola o ambiente de trabalho. A chance de um cidadão se expor ao amianto, assim como a outros cancerígenos reconhecidos, aumenta na proporção do seu uso.</p>
<p>A nocividade do amianto crisotila é inconteste, estando classificado desde 1987 dentro do Grupo 1 das substâncias carcinogênicas pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC), organismo da Organização Mundial da Saúde (OMS). Isto significa que há suficientes evidências experimentais e epidemiológicas que permitem classificá-lo como cancerígeno para humanos.</p>
<p>A OMS e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) entendem que a única forma de se prevenir as doenças associadas ao amianto é através da cessação da sua utilização (http://www.who.int/occupational_health/publications/asbestosrelateddiseases.pdf,</p>
<p>http://www.ilo.org/public/english/standards/relm/ilc/ilc95/pdf/pr-20.pdf). Em adição ao câncer de pulmão e do mesotelioma, o amianto é, também, causalmente associado ao câncer de laringe e câncer de ovário (www.thelancet.com/oncology, Vol. 10 Maio 2009).</p>
<p>Sob o conceito de “fato relevante”, a Eternit no Brasil encaminhou matéria paga a veículos de grande circulação, em que tenta se distanciar da gravidade da questão reduzindo um grave problema de Saúde Pública a uma suposta querela comercial e de disputa de mercado. Apega-se, de má-fé, à Lei Federal nº. 9.055/95, cuja flagrante inconstitucionalidade já tem parecer favorável do Ministério Público Federal e do Ministro Relator do STF, e ainda, tenta desqualificar a inteligência e a sensibilidade dos legisladores dos estados onde o amianto já foi proibido, reduzindo o clamor de milhares de vítimas das doenças do amianto crisotila, à suposta pressão de concorrentes da Eternit.</p>
<p>A “utilização segura” e o “uso controlado” do amianto, no seu ciclo de vida e ao longo da cadeia produtiva, são conceitos enganosos e inviáveis. Quem controla a sua “utilização segura” na construção civil? Quem controla a sua “utilização segura” em manutenção de máquinas, equipamentos e instalações que o contenham? Quem controla a sua “utilização segura” em reformas e demolições? Quem controla a contaminação de locais previamente utilizados para armazenamento e/ou a produção de produtos contendo amianto? Quem controla o descarte de materiais contendo amianto após o seu uso?</p>
<p>Qual é a necessidade de se manter a sua produção e uso? Há substitutos seguros para todas as utilizações conhecidas do asbesto. Nenhuma fibra substituta faz parte da lista de cancerígenos da IARC. Em adição, há estudos que demonstram a viabilidade técnica e econômica de sua substituição.</p>
<p>Como cidadãos e profissionais ligados à Saúde, registramos a indignação pela manutenção da produção, transporte, consumo, descarte, exportação e importação do amianto, e conclamamos o Poder Legislativo, o Poder Judiciário e o Poder Executivo Federal que se unam</p>
<p>para acelerar as iniciativas pelo banimento total do amianto crisotila no Brasil, imediatamente.</p>
<p>Que o Brasil não faça vexame na Conferência Rio + 20, em junho, e consiga mostrar – a nós e ao mundo – que suas políticas públicas não são definidas pelos lobbies de uma empresa, e sim, são comprometidas com a defesa da saúde e do ambiente, como reza a Constituição Federal.&#8221;</p>
<p>Subscrevem o documento as seguintes Instituições, Organizações e Profissionais:</p>
<p>INSTITUIÇÔES/ORGANIZAÇÕES</p>
<p>Associação Brasileira de Centros de Informação Toxicológica &#8211; Abracit -  Fábio Bucaretchi, Presidente</p>
<p>Associação Brasileira de Saúde Coletiva &#8211; Abrasco &#8211; Luiz Augusto Facchini, Presidente</p>
<p>Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto -Abrea - Eliezer João de Souza, Presidente</p>
<p>Associação Nacional de Medicina do Trabalho &#8211; Anamt - Carlos Campos, Presidente</p>
<p>Centro de Estudos de Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana &#8211; Cesteh/Fiocruz - Marco Antonio Carneiro Menezes, Diretor</p>
<p>Fiocruz, MS &#8211; Valcler Rangel Fernandes, Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde</p>
<p>Fundacentro, MTE - Eduardo Azeredo Costa, Presidente</p>
<p>Instituto Nacional do Câncer &#8211; Inca, Ministério da Saúde - Luiz Antônio Santini Rodrigues da Silva, Diretor</p>
<p>Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia - Roberto Stirbulov, Presidente</p>
<p>Sociedade Brasileira de Toxicologia - José Luiz da Costa, Diretor Presidente</p>
<p>Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia - Mônica Corso Pereira, Presidente</p>
<p>Sociedade de Pneumologia e Tisiologia do Estado do Rio de Janeiro - Luiz Paulo Loivos, Presidente </p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>INCA rebate manifesto feito pela indústria do tabaco</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 23:18:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
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		<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), órgão do Ministério da Saúde e Centro Colaborador da Organização Mundial de Saúde (OMS), vem a público externar sua indignação com relação às informações que vêm sendo divulgadas – em publicidade paga – por organismos ligados à indústria do tabaco. É fato científico que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), órgão do Ministério da Saúde e Centro Colaborador da Organização Mundial de Saúde (OMS), vem a público externar sua indignação com relação às informações que vêm sendo divulgadas – em publicidade paga – por organismos ligados à indústria do tabaco.</p>
<p>É fato científico que o consumo dos produtos de tabaco provoca a morte de 5 milhões de pessoas a cada ano no mundo. No Brasil, são 200 mil mortes anuais. Ao todo, são 25 milhões de fumantes no nosso país. A população precisa ser e estar bem informada sobre os riscos para a saúde provocados pelo consumo dos produtos do tabaco, assim como das vantagens de abandonar o consumo. E também deve saber sobre a atuação da indústria do tabaco e sobre as consequências sanitárias, econômicas e ambientais da produção e do consumo do tabaco e seus derivados.</p>
<p>Nos últimos anos a indústria do tabaco introduziu uma ampla variedade de aromas e sabores atraentes, em marcas e produtos específicos, incluindo cigarros, charutos, tabaco sem fumaça, kreteks, bidis e narguilé. O objetivo é tornar seu produto agradável, acrescentando aditivos variados, tais como: açúcar, mel, cereja, tutti-frutti, chocolate, dentre outros, com único objetivo: atrair jovens.</p>
<p>Os aditivos visam mascarar tanto o gosto ruim, a irritação e a tosse que a fumaça do tabaco provoca, como facilitar a primeira tragada e desenvolver dependência à nicotina. Vários estudos indicam que os adolescentes são especialmente vulneráveis a esses efeitos e têm uma maior probabilidade do que os adultos desenvolverem dependência ao tabaco. Muitos dos aditivos, inclusive o açúcar, ao serem queimados durante o ato de fumar, se transformam em substâncias altamente tóxicas e cancerígenas.<span id="more-1207"></span></p>
<p>Portanto, são fundamentais as ações que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vem executando na regulação dos produtos que sejam nocivos à saúde da população com o único intuito de proteger a sociedade das doenças causadas por esses produtos. E, em especial, proteger as crianças e adolescentes da iniciação ao tabagismo.</p>
<p>Um grande investimento em marketing feito pela indústria do tabaco é direcionado a crianças e adolescentes, com embalagens coloridas e designs elaborados. Ao tornarem os cigarros mais palatáveis, atrativos ou com maior potencial de causar dependência, esses aditivos consequentemente aumentam a possibilidade de causar danos à saúde.</p>
<p>Os reais objetivos dessa estratégia são confirmados em documentos internos de companhias de cigarro, e a adição de sabores se revela bem-sucedida tanto em conquistar novos fumantes quanto como atrativo para os que já são fumantes. Em um destes documentos tal estratégica fica clara: “Várias crianças, quando elas começam, não gostam do sabor do cigarro e elas começam a tossir. Mas um cigarro com sabor, digamos cereja, ele pode parecer melhor. E pode matar o gosto (ruim do cigarro) para eles e eles podem começar mais cedo.” (Brown &amp; Williamson, 1984, Bates #679235846)</p>
<p>O Brasil, como país signatário do primeiro tratado de saúde pública do mundo, a Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, assumiu como uma obrigação legal a regulação dos produtos de tabaco, expressa nos artigos 9 e 10 da Convenção (“Regulação dos conteúdos” e “Emissões dos produtos de tabaco e divulgação destas informações”). Isso inclui a adoção de medidas regulatórias para limitar conteúdos dos produtos de tabaco que aumentem a sua atratividade e a sua capacidade de causar dependência.</p>
<p>Além disso, o FDA, agência reguladora americana, enfatiza que todos os produtos derivados do tabaco (sem exceções para os que contêm mentol e outros aromatizantes) causam câncer e outras doenças tabaco-relacionadas. O FDA também recomenda a regulação dos aditivos (desde 2009) e que a sociedade se engaje nesta proibição.</p>
<p>A alegação da indústria do tabaco de que essa medida impactaria negativamente nos produtores de tabaco não procede, já que, frente à redução do tabagismo no mundo &#8211; que se espera alcançar pela implementação global da Convenção-Quadro no médio e longo prazos -, o governo brasileiro vem investindo no Programa Nacional de Diversificação de Produção em Áreas Cultivadas com Tabaco, sob a coordenação do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), com vistas a proteger a estabilidade econômica das cerca das 200 mil famílias brasileiras atualmente inseridas na cadeia produtiva do fumo.</p>
<p>Além do aspecto econômico, a medida visa proteger a saúde dos fumicultores, que sofrem constantemente de doenças causadas pelos pesticidas e pela plantação da folha de tabaco, como a doença do tabaco verde (caracterizada por sintomas que incluem náusea, vômito, fraqueza, dor de cabeça, tonteira, dores abdominais, dificuldade para respirar e flutuações na pressão sanguínea).</p>
<p>Diante deste cenário e frente ao aumento do número de fumantes e outras formas de consumo de tabaco entre crianças e adolescentes em todo o mundo, o INCA reafirma o seu apoio à proibição dos aditivos aos produtos derivados de tabaco. Desta forma, ressaltamos nossa atuação na defesa da saúde pública e na prevenção do câncer (e do tabagismo, um dos seus principais fatores de risco) e lembramos de nossa maior missão: proteger a vida humana, direito fundamental garantido aos brasileiros pela Constituição Federal.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Resolução da ANVISA também proibe expressões de baixo teor</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 17:11:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que causou estardalhaço entre os produtores de fumo ontem, prevê mais uma mudança para os derivados de tabaco. Além da proibição de aditivos que possam mascarar o aroma ou o sabor original, como a adição das essências artificiais de menta e cravo, por exemplo, também estão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que causou estardalhaço entre os produtores de fumo ontem, prevê mais uma mudança para os derivados de tabaco.</p>
<p>Além da proibição de aditivos que possam mascarar o aroma ou o sabor original, como a adição das essências artificiais de menta e cravo, por exemplo, também estão proibidas expressões nas embalagens, como &#8216;light&#8217;, &#8216;baixo teor&#8217; e &#8216;suave&#8217;.</p>
<p>A agência defende que assim vai banir todas as expressões que possam &#8220;induzir o consumidor a uma interpretação equivocada quanto aos teores contidos nos produtos fumígenos&#8221;.</p>
<p>A regra já valia para cigarros desde 2001, mas só agora afeta os demais produtos, como charutos e cachimbos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Anvisa proíbe cigarros com sabor</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 07:13:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu nesta terça-feira (13/3/2012), por unanimidade, pela proibição do uso de aditivos de sabor como o mentol e o cravo nos cigarros comercializados no Brasil. A adição de açúcar continua permitida, conforme queriam os produtores. A medida também impede a importação de produtos do tipo, mas não afeta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu nesta terça-feira (13/3/2012), por unanimidade, pela proibição do uso de aditivos de sabor como o mentol e o cravo nos cigarros comercializados no Brasil. A adição de açúcar continua permitida, conforme queriam os produtores. A medida também impede a importação de produtos do tipo, mas não afeta a produção nacional destinada para exportação.</p>
<p>Os fabricantes terão até 18 meses a partir da publicação da norma para retirar do mercado nacional todos os cigarros com sabor. No caso de outros derivados de tabaco, como fumos para cachimbos, serão 24 meses.</p>
<p>Na avaliação dos especialistas técnicos da Anvisa, baseados em estudos científicos, os aditivos de sabor não fazem mais mal ao organismo que um cigarro sem eles, mas são usados para “atrair” novos fumantes &#8212; principalmente os mais jovens.</p>
<p>Participaram da audiência uma série de pesquisadores de diversas áreas da saúde que falaram sobre os riscos do tabagismo e dos efeitos benéficos de banir os aditivos nos cigarros. O principal argumento em defesa da proibição é a capacidade do sabor de tornar o produto mais agradável aos iniciantes.</p>
<p>“Os aditivos no tabaco são armadilha para que nossas crianças comecem a fumar. Colocar morango, menta canela, açúcar diminui a irritabilidade, aumenta a aceitação a desse produto e promove a experimentação”, afirmou a pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz, Vera Luíza da Costa e Silva.</p>
<p><em> Veja a <a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/03/anvisa-proibe-cigarros-com-sabor-mas-mantem-adicao-de-acucar.html" target="_blank">notícia completa no G1.</a></em></p>
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		<title>Cigarros com sabores poderão ser retirados do mercado</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 14:46:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) chegou, nesta terça-feira (14/2), a um consenso quanto à proibição do uso de aditivos nos produtos derivados do tabaco comercializados no Brasil. No entanto, a proposta, apreciada em reunião pública da Diretoria Colegiada do órgão, não foi votada, pois os dirigentes decidiram aprofundar as discussões quanto ao uso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) chegou, nesta terça-feira (14/2), a um consenso quanto à proibição do uso de aditivos nos produtos derivados do tabaco comercializados no Brasil. No entanto, a proposta, apreciada em reunião pública da Diretoria Colegiada do órgão, não foi votada, pois os dirigentes decidiram aprofundar as discussões quanto ao uso de açúcar nesses produtos.</p>
<p>A pauta volta a ser debatida na próxima reunião pública da Diretoria Colegiada da Agência, em março. A proposta da Anvisa, quando for publicada, dá o prazo de 18 meses para os cigarros com sabor saírem do mercado nacional.<span id="more-1192"></span></p>
<p>A norma da Anvisa prevê, ainda, que sejam retiradas dos produtos derivados do tabaco substâncias que potencializam a ação da nicotina no organismo, como acetaldeído, ácido levulínico, teobromina , gama–valerolactona e amônia. “Evidências científicas apontam que muitos desses aditivos aumentam o poder da nicotina, fazendo com que os cigarros fiquem mais viciantes”, explica o diretor da Agência.</p>
<p>Os aditivos são substâncias adicionadas intencionalmente nos produtos derivados do tabaco para mascarar o gosto ruim da nicotina, disfarçar o cheiro desagradável, reduzir a porção visível da fumaça e diminuir a irritabilidade da fumaça para os não fumantes.</p>
<p>Outra novidade, que consta na norma, é a proibição da utilização de qualquer expressão que possa induzir o consumidor a uma interpretação equivocada quanto aos teores contidos em todos os produtos fumígenos. É o caso de termos como: ultra baixo(s) teor(es), baixo(s) teor(es), suave, light, soft, leve, teor(es), entre outros. Essas expressões já são proibidas nas embalagens de cigarro desde 2001.</p>
<p>Cerca de 600 aditivos são utilizados na fabricação de cigarros e de outros produtos derivados do tabaco. O cigarro contém, em média, 10% da massa composta por aditivos.</p>
<p>Entre 2007 e 2010, o número de marcas de cigarros com sabor, cadastradas na Anvisa, cresceu de 21 para 40. Pesquisa realizada pelo Instituto DataFolha, em 2011, apontou que 75% dos entrevistados concordaram com a proibição de aditivos para diminuir a atratividade de produtos para fumar.</p>
<p>No Brasil, o tabagismo é responsável pela morte de 200 mil pessoas todos os anos. Atualmente, existem cerca de 25 milhões de fumantes e 26 milhões de ex-fumantes em nosso país. A prevalência de fumantes é de 17,2% da população de 15 anos ou mais.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.amb.org.br/teste/index.php?acao=mostra_noticia&amp;id=7639" target="_blank">Associação Médica Brasileira</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Proibido o fumo em ambientes públicos fechados em todo o país</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 12:24:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[cigarro]]></category>
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		<description><![CDATA[A presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que proíbe o fumo em ambientes fechados de acesso público em todo o país. A lei foi publicada nesta quinta-feira (15/12) no &#8220;Diário Oficial da União&#8221; e já entra em vigor. No mês passado, o Senado Federal aprovou a medida provisória que tratava do assunto &#8211;agora ainda é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que proíbe o fumo em ambientes fechados de acesso público em todo o país. A lei foi publicada nesta quinta-feira (15/12) no &#8220;Diário Oficial da União&#8221; e já entra em vigor.</p>
<p>No mês passado, o Senado Federal aprovou a medida provisória que tratava do assunto &#8211;agora ainda é preciso regulamentar a lei para fixar o valor de multa a ser aplicado em locais que desrespeitem a nova regra.</p>
<p>A norma já é aplicada atualmente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. A presidente Dilma manteve ainda o parágrafo que prevê que, a partir de 2016, os maços de cigarros também tragam mensagens de advertência sobre os riscos do produto à saúde em 30% da parte frontal (hoje existe só na parte de trás).</p>
<p><em> Veja mais na <a href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1021685-dilma-sanciona-lei-que-proibe-fumodromo-em-todo-o-pais.shtml" target="_blank">Folha</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O cigarro</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 17:08:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[fumante]]></category>
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		<category><![CDATA[nicotina]]></category>
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		<description><![CDATA[Dr. Dráuzio Varella Adquiri a convicção de que a nicotina causa a mais devastadora das dependências químicas. O cigarro é o mais abjeto dos crimes já cometidos pelo capitalismo internacional. Você acha que exagero, leitor? Compare-o com outros grandes delitos capitalistas; a escravidão, por exemplo: quantos viveram como escravos? E quantas crianças, mulheres e homens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Dr. Dráuzio Varella</em></p>
<p style="text-align: left;">Adquiri a convicção de que a nicotina causa a mais devastadora das dependências químicas.</p>
<p>O cigarro é o mais abjeto dos crimes já cometidos pelo capitalismo internacional.</p>
<p>Você acha que exagero, leitor? Compare-o com outros grandes delitos capitalistas; a escravidão, por exemplo: quantos viveram como escravos? E quantas crianças, mulheres e homens foram escravizados pela dependência de nicotina desde que essa praga se espalhou pelo mundo, a partir do início do século 20?  </p>
<p>O primeiro crime foi perpetrado contra algumas centenas de milhares de pessoas; o segundo contra mais de 1 bilhão. Na história da humanidade, jamais o interesse financeiro de meia dúzia de grupos multinacionais disseminou tantas mortes pelos cinco continentes: 5 milhões por ano -200 mil das quais no Brasil.</p>
<p>Faço essas reflexões por causa de uma série que estamos levando ao ar no Fantástico, da TV Globo, com o objetivo de dar força aos que pretendem parar de fumar. Para escolher os personagens, pedimos aos espectadores que nos enviassem vídeos explicando por que razões pediam ajuda para livrar-se do cigarro. As cenas são dramáticas. Mulheres e homens de todas as idades que se confessam pusilânimes diante do vício, incapazes de resistir às crises de abstinência que se repetem a cada vinte minutos. <span id="more-1177"></span></p>
<p>Mães e pais cheios de remorsos por continuar fumando apesar do apelo dos filhos; avós que se envergonham do exemplo deixado para os netos; doentes graves que definham a caminho da morte sem conseguir abandonar o agente causador de seus males.</p>
<p>Em 22 anos nas cadeias, adquiri a convicção de que a nicotina causa a mais devastadora das dependências químicas. Largar da maconha, da cocaína e até do crack é muito mais fácil: basta afastar o dependente da droga, da companhia dos usuários e dos locais de consumo. Em contrapartida, a vontade de fumar é onipresente; mesmo sozinho, num quarto escuro, o corpo abstinente suplica por uma dose de nicotina.</p>
<p>No antigo Carandiru, vi destrancar a porta de uma solitária, na qual um homem havia cumprido trinta dias de castigo. Com as mãos a proteger os olhos ofuscados pela luz repentina, dirigiu-se ao carcereiro que acabava de libertá-lo: &#8220;me dá um cigarro pelo amor de Deus&#8221;.</p>
<p>Cerca de 75% dos fumantes se tornam dependentes antes dos 18 anos; muitos o fazem aos 12 ou 13, e até antes. Somente 5% começam a fumar depois dos 25. Por esse motivo, a Organização Mundial da Saúde classifica o tabagismo no grupo das doenças pediátricas. Conhecedores das estatísticas, os fabricantes fazem de tudo para aliciar as crianças. Quando tinham acesso irrestrito ao rádio e à TV, associavam o cigarro à liberdade, ao charme, ao sucesso profissional e à rebeldia da adolescência.</p>
<p>Hoje, espalham pontos de vendas junto às escolas, com os maços coloridos expostos ao lado de balas e chocolates nas padarias e das revistas infantis nas bancas de jornal. Por que razão brigam tanto para patrocinar shows de rock e corridas de Fórmula 1? Seria simplesmente para aprimorar o gosto musical e incentivar práticas esportivas entre os jovens? Que motivos teriam para opor-se visceralmente à Anvisa, quando pretende proibi-los de acrescentar substâncias químicas que conferem ao cigarro sabores de chocolate, maçã, menta ou cereja?</p>
<p>Existiria outra explicação que não a de torná-lo menos repulsivo ao paladar infantil? Qualquer tentativa de conter a epidemia de fumo através da legislação é combatida com as estratégias mais covardes por lobistas, deputados e senadores a serviço da indústria. Na contramão do que deseja a sociedade, pressionam até contra a lei que proíbe fumar em bares e restaurantes.</p>
<p>O que esses senhores ganham com essa conduta criminosa? Estariam apenas interessados no destino das 180 mil famílias que trabalham nas plantações ou nas doações dos fabricantes?</p>
<p>Nós temos o dever de impedir o crime continuado que a indústria do fumo pratica impunemente contra as crianças brasileiras. Fumar não pode ser encarado como um simples hábito adquirido na puberdade. Hábito é escovar os dentes antes de dormir ou colocar a carteira no mesmo bolso.</p>
<p>O cigarro deve ser tratado como o que de fato é: um dispositivo para administrar nicotina, a droga que provoca a mais torturante das dependências químicas conhecidas pelo homem.</p>
<p><em>Fonte: Folha de S. Paulo – Ilustrada</em></p>
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		<title>Senado aprova lei anti-fumo para todo o país</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 11:45:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[cigarros]]></category>
		<category><![CDATA[fumo]]></category>
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		<description><![CDATA[Os senadores aprovaram lei que proíbe o fumo em locais fechados no país, sejam eles públicos ou privados. A mudança na Legislação foi aprovada na terça-feira (22) e depende de sanção da presidente Dilma Rousseff para entrar em vigor. A proposta estava dentro de um pacote de leis e decretos apresentados pelo governo federal na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os senadores aprovaram lei que proíbe o fumo em locais fechados no país, sejam eles públicos ou privados. A mudança na Legislação foi aprovada na terça-feira (22) e depende de sanção da presidente Dilma Rousseff para entrar em vigor.</p>
<p>A proposta estava dentro de um pacote de leis e decretos apresentados pelo governo federal na Medida Provisória (MP) 540/2011. Entre outros temas, a MP propunha a aprovação do decreto nº 5.658, de 2 de janeiro de 2006.</p>
<p>O decreto determina o fim dos fumódromos e o aumento da advertência sobre os riscos do fumo. A medida torna obrigatório o aumento de avisos sobre os malefícios do fumo, que deverão aparecer em 30% da área frontal do maço de cigarros, a partir de 1º de janeiro de 2016. A publicidade em pontos de vendas também fica proibida.</p>
<p>De acordo com o ministério da Saúde, o texto também prevê aumento na carga tributária dos cigarros, além de fixar preço mínimo de venda do produto no varejo. Fica estabelecida em 300% a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o cigarro. O aumento no preço do produto está previsto para o início de 2012. Com o reajuste do imposto e o estabelecimento de um preço mínimo, o cigarro subirá cerca de 20%, em 2012, chegando a 55% em 2015.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://eptv.globo.com/piracicaba/noticias/NOT,1,5,380495,Lei+antifumo+para+todo+o+pais+e+aprovada+pelo+Senado.aspx" target="_blank">EPTV Notícias</a></em></p>
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		<title>Paulistano está fumando menos</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 01:33:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um levantamento da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo apontou que o paulistano está fumando menos. De acordo com o estudo, o número de pessoas que fumam dois ou mais maços de cigarro por dia na cidade de São Paulo caiu 31% entre 2009 e 2010. A pesquisa teve como base intervenções de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um levantamento da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo apontou que o paulistano está fumando menos. De acordo com o estudo, o número de pessoas que fumam dois ou mais maços de cigarro por dia na cidade de São Paulo caiu 31% entre 2009 e 2010. A pesquisa teve como base intervenções de rua promovidas pelo Cratod (Centro de Referência em Álcool, Tabaco e outras Drogas) em locais movimentados da capital paulista.</p>
<p>Em 2009, 42,15% dos entrevistados pela pesquisa foram enquadrados como fumantes pesados. Já em 2010, a quantidade de pessoas indicadas dentro de um consumo diário de dois ou mais maços diários de cigarro diminuiu para 28,83%. Cerca de 1.000 pessoas foram entrevistadas em cada ano do levantamento. Em 2009, 24,86% foram apontadas como fumantes (consumo de um a dois maços por dia), 10,46% como fumantes leves (menos que um maço por dia) e 22,51% como não fumantes. Já em 2010, os fumantes representaram 29,19%, os fumantes leves 13,82% e os não fumantes 28,15%.</p>
<p>Para chegar à classificação do grau de tabagismo de cada entrevistado, o Cratod aplicou um teste que mede a concentração de monóxido de carbono no organismo da pessoa. De acordo com a coordenadora do programa de tabaco do Cratod, Ivone Charran, a Lei Antifumo e mais informações sobre os males provocados pelo o cigarro ajudaram no resultado. &#8220;A Lei Antifumo paulista e as informações cada vez mais propagadas sobre os malefícios do cigarro contribuíram para que houvesse a diminuição dos fumantes pesados apontados pela pesquisa. Em compensação, houve aumento do número dos classificados como fumantes leves e fumantes, além de um crescimento do total de pessoas que declararam serem não fumantes&#8221;, disse.</p>
<p>A especialista alerta, no entanto, que o fato de fumar menos não assegura qualquer prevenção contra os males do tabagismo, uma vez que não há níveis seguros para o consumo de cigarros.</p>
<p><em> Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5333043-EI715,00-Estudo+revela+que+paulistanos+estao+fumando+menos.html" target="_blank">Terra Notícias</a></em></p>
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		<title>Diretor da ANVISA defende limitações à propaganda de cigarros</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 01:12:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O diretor-presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Dirceu Barbano, defendeu mais limitações à propaganda de cigarros nos postos de venda e a restrição ao uso de sabores artificiais no tabaco durante sabatina no Senado que o reconduziu à direção do órgão, na manhã desta quarta-feira. Os dois assuntos são alvo de consultas públicas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O diretor-presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Dirceu Barbano, defendeu mais limitações à propaganda de cigarros nos postos de venda e a restrição ao uso de sabores artificiais no tabaco durante sabatina no Senado que o reconduziu à direção do órgão, na manhã desta quarta-feira.</p>
<p>Os dois assuntos são alvo de consultas públicas em andamento na agência.</p>
<p>&#8220;Não podemos conviver com propagandas que gerem a imagem do cigarro como algo interessante para o consumo, é o que vemos hoje em todos os pontos de venda&#8221;, disse. Ainda sobre o produto, Barbano afirmou que &#8220;evitar que o cigarro tenha gostos que não são verdadeiros é algo fundamental&#8221;, sobretudo para reduzir o apelo sobre jovens.</p>
<p>Barbano foi questionado sobre o impacto dessas medidas na produção do tabaco no país e nos pequenos produtores. &#8220;O que podemos assegurar é que a Anvisa não surpreenderá a sociedade com decisões que não tenham concepção prática ou conexão com a realidade. Mas nós não deixaremos, por outro lado, de tomar decisões que sejam importantes no sentido da defesa da saúde&#8221;, completou.</p>
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		<title>Parar de fumar reduz rapidamente os índces de mortalidade</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Sep 2011 19:51:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Pulmonares]]></category>
		<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo britânico concluiu que restringir o fumo reduz rapidamente &#8211; dentro de até seis meses &#8212; os índices de mortalidade em indivíduos e populações. Os especialistas Simon Capewell e Martin O&#8217;Flaherty, do Institute of Psychology, Health and Well-being da University of Liverpool, no oeste da Inglaterra, analisaram resultados de testes clínicos e experimentos naturais. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo britânico concluiu que restringir o fumo reduz rapidamente &#8211; dentro de até seis meses &#8212; os índices de mortalidade em indivíduos e populações.</p>
<p>Os especialistas Simon Capewell e Martin O&#8217;Flaherty, do Institute of Psychology, Health and Well-being da University of Liverpool, no oeste da Inglaterra, analisaram resultados de testes clínicos e experimentos naturais.</p>
<p>Seu estudo, publicado na revista científica &#8220;Lancet&#8221;, sugere também que melhorias na dieta têm efeito positivo para a saúde dentro de um a três anos.</p>
<p>&#8220;Nossa pesquisa concluiu que proibições ao fumo e melhorias na dieta reduzem de maneira rápida e poderosa doenças crônicas em indivíduos e na população em geral&#8221;, disse Capewell.</p>
<p>&#8220;Isso acontece rápido, dentro de um período de tempo bem menor do que se pensava. Dentro de meses e anos em vez de décadas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Essa descoberta significa que políticas como proibições ao fumo ou reduções em gorduras saturadas são eficazes na melhoria da saúde&#8221;.</p>
<p>Essas políticas, diz o especialistas, podem trazer economias de milhões ao sistema nacional de saúde britânico, o NHS.</p>
<p><em><a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/09/reducao-de-fumo-diminui-mortalidade-dentro-de-6-meses-diz-estudo.html" target="_blank">Veja a notícia completa no G1</a></em></p>
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		<title>Cigarros com sabor tentam atrair público jovem</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Sep 2011 19:30:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[cigarro]]></category>
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		<description><![CDATA[Segundo a organização não-governamental Aliança de Controle do Tabagismo, o número de fumantes entre os adultos vem caindo nas últimas décadas. Contudo, mudanças da indústria do fumo, como o lançamento de cigarros com sabor de menta e chocolate, ajudaram a atrair o público jovem. A Organização Mundial da Saúde adverte que esses aditivos aromatizados aumentam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a organização não-governamental Aliança de Controle do Tabagismo, o número de fumantes entre os adultos vem caindo nas últimas décadas. Contudo, mudanças da indústria do fumo, como o lançamento de cigarros com sabor de menta e chocolate, ajudaram a atrair o público jovem.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde adverte que esses aditivos aromatizados aumentam o potencial tóxico do cigarro. As substâncias já são proibidas nos Estados Unidos e no Canadá. Essa medida está prevista na Convenção para o Controle do Tabaco, um compromisso assinado por 173 países, dentre eles o Brasil.</p>
<p>Segundo o mesmo documento, o Brasil tem até o fim do ano para regulamentar a publicidade nos pontos de venda, e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) afirmou que está tomando as medidas necessárias. A propaganda nos meios de comunicação já é proibida há uma década.</p>
<p>Segundo Paula Johns, diretora-executiva da organização, pesquisas mostram que a população aprova as restrições à publicidade, principalmente em relação aos jovens.</p>
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		<title>Diminuem internações por asma</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 16:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Pulmonares]]></category>
		<category><![CDATA[asma]]></category>
		<category><![CDATA[bronquite]]></category>

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		<description><![CDATA[No Dia Nacional de Controle da Asma, lembrado na última terça-feira (21), o Brasil apresenta avanços na assistência a pacientes com a doença atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O número de internações, na rede pública de saúde, caiu 51% nos últimos dez anos: diminuiu de 397.333, em 2000, para 192.601, em 2010. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Dia Nacional de Controle da Asma, lembrado na última terça-feira (21), o Brasil apresenta avanços na assistência a pacientes com a doença atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O número de internações, na rede pública de saúde, caiu 51% nos últimos dez anos: diminuiu de 397.333, em 2000, para 192.601, em 2010. A queda se deve, entre outros fatores, à ampliação do acesso a medicamentos pelo SUS e à atuação dos profissionais da Estratégia Saúde da Família, principal política da atenção básica do Ministério da Saúde, focada em ações de prevenção e promoção da saúde.</p>
<p>“O governo federal vem ampliando significativamente a oferta de medicamentos para o tratamento da asma nos últimos dez anos”, observa o diretor de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde, José Miguel Nascimento. Em 2000, o SUS ofertava apenas um medicamento para a doença, o Salbutamol, em uma única apresentação e concentração. Em 2003, foram incorporados no SUS mais seis medicamentos em 32 diferentes apresentações e concentrações. Atualmente, são oferecidos 11 medicamentos para asma em 86 apresentações e concentrações. <span id="more-1141"></span></p>
<p>Além de ter acesso a todos os medicamentos nas Unidades Básicas de Saúde, os usuários do SUS também adquiri-los com 90% de desconto em mais de 15 mil farmácias privadas credenciadas ao Programa Aqui Tem Farmácia Popular e em 551 unidades da rede própria (administradas pelo governo) instaladas em todo o país.</p>
<p>ATENÇÃO BÁSICA – Se por um lado o Ministério da Saúde ampliou a oferta de tratamento para a asma, por outro, também investiu na atenção básica, ampliando o acesso a ações de informação, educação, prevenção e atendimento à população por meio das Equipes de Saúde da Família. Tais medidas focam, principalmente, na prevenção a doenças crônicas, que é o caso da asma.</p>
<p>“Nos últimos anos, um dos esforços do governo federal tem sido expandir e melhorar o acesso à atenção básica para que ela seja a principal porta de entrada ao Sistema Único de Saúde”, afirma o diretor de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Heider Pinto. Os recursos investidos na ESF aumentaram mais de cinco vezes, saltando de R$ 1,8 bilhão, em 2003, para R$ 9,6 bilhões, em 2010. Atualmente, o Saúde da Família conta com 31,9 mil equipes que atuam em 5.281 municípios. Compostas por médicos, dentistas, enfermeiros, auxiliar de enfermagem e agentes comunitários de saúde, as equipes são responsáveis por uma comunidade específica e monitoram a saúde daquela população.</p>
<p>Nos últimos anos, um dos esforços do governo federam tem sido fortalecer a Estratégia Saúde da Família (ESF) para que ela seja a principal porta de entrada ao Sistema Único de Saúde”, afirma o diretor de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Heider Pinto. Os recursos investidos na ESF aumentaram mais de cinco vezes, saltando de R$ 1,8 bilhão, em 2003, para R$ 9,6 bilhões, em 2010. Atualmente, o Saúde da Família conta com 31,9 mil equipes que atuam em 5.281 municípios. Compostas por médicos, dentistas, enfermeiros, auxiliar de enfermagem e agentes comunitários de saúde, as equipes são responsáveis por uma comunidade específica e monitoram a saúde daquela população.</p>
<p>Estudos mostram que a atenção básica organizada pode resolver mais de 80% dos problemas de saúde da população assistida e que cerca de 30% das internações hospitalares poderiam ser evitadas pela atenção primária, representando 15% do gasto público total em saúde. Também existem evidências de que a expansão da Estratégia Saúde da Família reduz internações hospitalares por condições sensíveis à atenção básica, principalmente por diabetes e problemas respiratórios e circulatórios.</p>
<p><em> Fonte: Ministério da Saúde &#8211; Assessoria de Comunicação</em></p>
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		<title>Quais as principais diferenças entre vírus e bactéria?</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jun 2011 11:55:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Pulmonares]]></category>
		<category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações]]></category>
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		<description><![CDATA[ESTRUTURA:   Microrganismo acelular. Os mais simples apresentam uma cobertura proteica que envolve seu material genético &#8211; o ácido desoxirribonucleico (DNA) ou o ribonucleico (RNA). MODO DE VIDA:   Todos são parasitas intracelulares. Alguns causam doenças em seres vivos, como a aids, a gripe, o sarampo e a rubéola. TAMANHO:   Geralmente, eles são menores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1134" class="wp-caption alignright" style="width: 271px"><a href="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2011/06/bacteria1.jpg"><img class="size-medium wp-image-1134" title="bacteria" src="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2011/06/bacteria1-261x300.jpg" alt="" width="261" height="300" /></a></dt>
</dl>
</div>
<div class="mceTemp">
<p><em><strong>Bactéria</strong></em></p>
<p>ESTRUTURA: Microrganismo unicelular com membrana e citoplasma, sem núcleo definido. Seu material genético, o ácido desoxirribonucleico (DNA), fica disperso.</p>
<p>MODO DE VIDA: Algumas são parasitas e causam doenças como a pneumonia e a cólera. Outras mantêm uma relação harmoniosa com os seres vivos, como as que vivem no intestino humano, auxiliando a digestão. Há ainda as que se alimentam de matéria orgânica morta.</p>
<p>TAMANHO:   O diâmetro da maioria varia entre 0,2 e 2 micras (unidade que representa 1 milésimo de milímetro) e o comprimento entre 2 e 8 micras. Elas são visíveis a olho nu (se reunidas em colônias) ou com auxílio de microscópios ópticos.</p>
<p>SENSÍVEL A ANTIBIÓTICOS? Sim.</p>
<div></div>
<div><em><strong>Vírus </strong></em></div>
<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_1135" class="wp-caption alignright" style="width: 310px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2011/06/virus-gripe1.jpg"><img class="size-medium wp-image-1135" title="virus-gripe" src="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2011/06/virus-gripe1-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Vírus da gripe</p></div>
<p>ESTRUTURA:   Microrganismo acelular. Os mais simples apresentam uma cobertura proteica que envolve seu material genético &#8211; o ácido desoxirribonucleico (DNA) ou o ribonucleico (RNA).</p>
<p>MODO DE VIDA:   Todos são parasitas intracelulares. Alguns causam doenças em seres vivos, como a aids, a gripe, o sarampo e a rubéola.</p>
<p>TAMANHO:   Geralmente, eles são menores que as bactérias. O comprimento varia entre 20 e 1.000 namômetros (unidade que representa 1 milionésimo de milímetro). São visíveis somente com auxílio de microscópios eletrônicos.</p>
<p>SENSÍVEL A ANTIBIÓTICOS? Não.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/fundamentos/quais-principais-diferencas-virus-bacteria-428542.shtml" target="_blank">Revista Nova Escola</a></em></p>
</div>
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		<title>Ministério da Saúde alerta para doenças respiratórias de inverno, inclusive gripe</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 13:14:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Pulmonares]]></category>
		<category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[gripe]]></category>
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		<description><![CDATA[Com a chegada do inverno e a consequente queda das temperaturas, o Ministério da Saúde reforça as orientações à população para as doenças respiratórias, mais comuns nesta época do ano, principalmente nos estados das regiões Sul, Sudeste e parte do Centro Oeste. Entre essas doenças, uma das principais é a gripe, causada pelo vírus da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a chegada do inverno e a consequente queda das temperaturas, o Ministério da Saúde reforça as orientações à população para as doenças respiratórias, mais comuns nesta época do ano, principalmente nos estados das regiões Sul, Sudeste e parte do Centro Oeste. Entre essas doenças, uma das principais é a gripe, causada pelo vírus da Influenza, que ocorre predominantemente nos meses mais frios do ano.</p>
<p>Esse vírus apresenta vários subtipos diferentes que circulam, a cada ano, nas distintas regiões do mundo, produzindo a chamada gripe ou influenza sazonal, cujos sintomas mais comuns são febre, coriza, tosse, dor de garganta e mal estar. &#8220;A gripe tem início súbito e, na maior parte dos casos, tem cura espontânea, entre sete e dez dias, sem produzir complicações ou deixar sequelas&#8221;, diz o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério, Jarbas Barbosa.</p>
<p>Ao apresentar sintomas de gripe, qualquer pessoa deve procurar o serviço de saúde mais próximo, evitando tomar medicamentos por conta própria, pois isso pode dificultar o diagnóstico.</p>
<p>Porém, atenção especial deve ser dada a determinados grupos mais vulneráveis, que têm maior chance de apresentar complicações como pneumonia e insuficiência respiratória, configurando um quadro denominado de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).</p>
<p>Entre esses grupos, estão pessoas com mais de 60 anos, crianças menores de dois anos, gestantes e portadores de algumas doenças crônicas debilitantes – como câncer, HIV/Aids e outras imunodeficiências, doenças autoimunes, diabetes, pneumopatias, obesidade e cardiopatias.</p>
<p>&#8220;Por isso, chamamos a atenção para a necessidade da rápida identificação e tratamento adequado das pessoas integrantes desses grupos que apresentem a síndrome gripal, a fim de evitar as complicações que podem surgir&#8221;, alerta Jarbas Barbosa.</p>
<p><em>Fonte: Ministério da Saúde</em></p>
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		<title>Situação atual da gripe A (H1N1)</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 13:10:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[gripe]]></category>
		<category><![CDATA[resfriado]]></category>
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		<description><![CDATA[Em 2009, o mundo assistiu à ocorrência de um fenômeno chamado pandemia de gripe ou influenza, que tem se repetido em intervalos de décadas e que é produzido quando surge um novo vírus de influenza, geralmente a partir da mutação de vírus de influenza animal, suína e/ou aviária. Como nenhum ser humano possui imunidade a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2009, o mundo assistiu à ocorrência de um fenômeno chamado pandemia de gripe ou influenza, que tem se repetido em intervalos de décadas e que é produzido quando surge um novo vírus de influenza, geralmente a partir da mutação de vírus de influenza animal, suína e/ou aviária. Como nenhum ser humano possui imunidade a esse novo vírus, ele se espalha rapidamente por todos os países.</p>
<p>Naquele ano, a circulação rápida do vírus H1N1 e a vacinação realizada em todo o mundo produziram uma ampla imunidade entre as pessoas, o que determinou a drástica redução de sua circulação, levando a Organização Mundial de Saúde a declarar o fim da pandemia em agosto de 2010. Desde então, o H1N1 circula de maneira restrita, sem causar epidemias, porém mantendo a capacidade de produzir casos graves, especialmente nas pessoas integrantes dos grupos vulneráveis.</p>
<p>No momento, como costuma acontecer com a aproximação do inverno, o número de casos de gripe vem aumentando. Vários tipos de vírus têm sido identificados, como os vírus Influenza tipo B, Influenza tipo A H3N2, vírus Sincicial Respiratório e também o H1N1, embora em menor quantidade.</p>
<p>&#8220;O vírus H1N1, diferentemente dos outros subtipos, pode produzir caso graves mesmo em jovens previamente saudáveis, além dos integrantes dos grupos vulneráveis. Por isso, os casos, mesmo que em número pequeno, devem receber uma atenção especial por parte dos serviços de saúde, e o tratamento com o oseltamivir instituído de acordo com o novo protocolo do Ministério&#8221;, explica Jarbas Barbosa.</p>
<p>Casos de gripe causados pelo vírus H1N1 têm sido identificados em vários países, como Colômbia, Bolívia, Uruguai, Estados Unidos, Chile e também no Brasil. Até o momento, três óbitos causados por este vírus foram confirmados no país, ambos no Rio Grande do Sul.</p>
<p><em>Fonte: Ministério da Saúde</em></p>
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		<title>Síndrome Gripal</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 13:02:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[A(H1N1)]]></category>
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		<category><![CDATA[gripe suína]]></category>
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		<description><![CDATA[Com a chegada dos dias mais frios, aumentam os casos de gripe, ou síndrome gripal. Definição de Síndrome Gripal:  Paciente portador de doença aguda, com febre, mesmo que referida, mais tosse ou dor de garganta e pelo menos um desses sintomas: dor de cabeça, no corpo ou nas articulações. Sinais de agravamento: Dificuldade para respirar, persistência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a chegada dos dias mais frios, aumentam os casos de gripe, ou síndrome gripal.</p>
<p><em><strong>Definição de Síndrome Gripal: </strong></em> Paciente portador de doença aguda, com febre, mesmo que referida, mais tosse ou dor de garganta e pelo menos um desses sintomas: dor de cabeça, no corpo ou nas articulações.</p>
<p><strong><em>Sinais de agravamento:</em></strong> Dificuldade para respirar, persistência ou aumento da febre por mais de três a cinco dias (podendo indicar pneumonia), piora de sintomas gastrointestinais (como vômito e diarreia).</p>
<p><strong><em>Orientações para pessoas com sintomas de gripe: </em></strong>Pessoas com síndrome gripal, pertencendo ou não aos grupos mais vulneráveis, devem ser afastadas temporariamente de suas atividades de rotina (trabalho, escola) por sete dias, a partir do início dos sintomas, e orientadas a ficar atentas a todas as manifestações clínicas de agravamento. Se persistirem ou se agravarem algumas das queixas em até dois dias depois da primeira consulta, o paciente deve retornar imediatamente ao serviço de saúde.</p>
<p><em><strong>Medidas preventivas de eficácia comprovada:</strong></em></p>
<p>Algumas medidas devem ser amplamente adotadas:</p>
<p>• Higienizar as mãos com água e sabão ou com álcool gel, principalmente depois de tossir ou espirrar; depois de usar o banheiro, antes de comer, antes e depois de tocar os olhos, a boca e o nariz;</p>
<p>• Evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies potencialmente contaminadas, como corrimãos, bancos, maçanetas, etc.;</p>
<p>• Evitar proteger a tosse e o espirro com as mãos, utilizando, preferencialmente lenço de papel descartável;</p>
<p>• Manter hábitos saudáveis, como alimentação balanceada, ingestão de líquidos e atividade física.</p>
<p>• Pessoas com síndrome gripal devem evitar contato direto com outras pessoas, aglomerações e ambientes coletivos.</p>
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		<title>Dia Mundial sem Tabaco comemora 24 anos</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 17:39:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[31 de maio]]></category>
		<category><![CDATA[tabaco]]></category>

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		<description><![CDATA[O tabagismo mata cerca de 5 milhões de pessoas por ano no mundo &#8211; 200 mil no Brasil. Para combater o hábito de fumar e divulgar informações sobre os males causados pelo cigarro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) institui, desde 1987, o 31 de maio como Dia Mundial Sem Tabaco. A pneumologista Maria Vera [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tabagismo mata cerca de 5 milhões de pessoas por ano no mundo &#8211; 200 mil no Brasil. Para combater o hábito de fumar e divulgar informações sobre os males causados pelo cigarro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) institui, desde 1987, o 31 de maio como Dia Mundial Sem Tabaco.</p>
<p>A pneumologista Maria Vera Cruz de Oliveira Castellano, coordenadora do Ambulatório de Tabagismo do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo, explica o motivo da dependência: “O cigarro tem nicotina. Essa substância estimula a produção de dopamina e serotonina, que dão sensação de prazer e deixam a pessoa em alerta, ou seja, sensações agradáveis. Mas, depois de uma hora, o corpo sente a falta da nicotina, o que leva o indivíduo a querer fumar mais”. <span id="more-1115"></span></p>
<p>Apenas 3% a 5% dos fumantes conseguem parar espontaneamente. Os demais precisam de apoio, como um atendimento específico, um centro de tratamento, um médico pneumologista. O tabagismo pode causar câncer de pulmão, de bexiga, de laringe, enfisema e infarto do miocárdio. O fumante passivo também está sujeito a ter essas doenças.</p>
<p>Vera Lúcia Vieira Machado, assistente administrativa, 58 anos, começou a fumar muito nova e manteve o hábito durante 35 anos. Queria parar para preservar a saúde. Com a mudança, diz que melhorou a qualidade de vida, o sono e o paladar. Ela deixou de tossir e sentir falta de ar ao caminhar. “A primeira vez que deixei de fumar foi com uma palestra que assisti no posto de saúde. Parei durante um ano e voltei. A segunda vez foi com minha força de vontade mesmo, e já não fumo há três anos”, conta Vera Lúcia Machado que acredita que fumava por ansiedade.</p>
<p>José Marcos de Melo Pimentel, 58 anos, autônomo, fumou durante 25 anos e resolveu parar por seu filho, que toda noite, antes de dormir, pedia que deixasse o vício. Para ele, a decisão de parar era difícil, mas não impossível e foi um desafio. Atualmente, 11 anos depois de parar de fumar, José Marcos diz que tudo em sua vida melhorou. “Tudo mudou depois que parei de fumar, principalmente a disposição, o apetite, a pele e o sabor dos alimentos que está mais apurado&#8221;.</p>
<p>Outro exemplo de força de vontade é Julianna Motter, 19 anos, estudante de letras da Universidade de Brasília (UnB). Ela começou a fumar aos 14 anos e decidiu parar por causa da saúde, mas principalmente pela namorada. Há dois meses sem fumar, Julianna conta que o o fôlego e a disposição foram os primeiros benefícios. Acrescenta, porém, que não tem sido fácil. “Eu me tornei uma pessoa mais irritável, em constante TPM [tensão pré-menstrual}. E,quando quase perdi a pessoa que amo, foi ainda mais difícil não me render à nicotina”, disse.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20110531083018&amp;assunto=31&amp;onde=VidaUrbana" target="_blank">Diário de Pernambuco &#8211; Agência Brasil</a></em></p>
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		<title>DPOC mata mais no Brasil que em outros países</title>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2011 23:52:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Pulmonares]]></category>
		<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[cigarros]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
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		<category><![CDATA[obstrutiva]]></category>
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		<description><![CDATA[Apesar da queda no número de fumantes nos últimos anos, o Brasil ainda registra casos de mortalidade por doença respiratória obstrutiva crônica (DPOC) associada ao cigarro acima da média mundial. Um levantamento do Instituto Nacional de Câncer (Inca), divulgado hoje durante o evento em comemoração ao Dia Mundial Sem Tabaco, aponta que oito em dez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar da queda no número de fumantes nos últimos anos, o Brasil ainda registra casos de mortalidade por doença respiratória obstrutiva crônica (DPOC) associada ao cigarro acima da média mundial.</p>
<p>Um levantamento do Instituto Nacional de Câncer (Inca), divulgado hoje durante o evento em comemoração ao Dia Mundial Sem Tabaco, aponta que oito em dez homens e seis em dez mulheres que morrem de DPOC no País fumam. A média mundial de mortalidade nesses casos, segundo o Inca, é de cinco em cada dez homens e duas em cada dez mulheres.</p>
<p>A DPOC é uma doença progressiva crônica e incapacitante, que pode se manifestar como bronquite ou enfisema pulmonar. Em 90% dos casos, o enfisema é causado pelo cigarro, que gera inflamação nos brônquios e destrói os alvéolos e o tecido pulmonar. Com o tempo, a pessoa perde a capacidade de respirar normalmente &#8211; a troca gasosa fica debilitada. Estima-se que de 6% a 7% da população com mais de 40 anos tenha o problema.</p>
<p>Além disso, o Inca estima que 1 milhão de brasileiros, jovens ou idosos, convivem com alguma doença respiratória crônica associada ao ato de fumar. Essas enfermidades representam hoje a terceira causa de mortalidade por doença no Brasil, ficando atrás apenas dos problemas cardiovasculares e dos cânceres.</p>
<p>Veja mais no <em><a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110531/not_imp725988,0.php" target="_blank">Estadão</a></em></p>
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		<title>31 de maio: Dia Internacional sem Tabaco</title>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2011 11:38:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[31 de maio]]></category>
		<category><![CDATA[luta]]></category>
		<category><![CDATA[tabaco]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca é demais alertar que o hábito de fumar provoca uma série de malefícios ao corpo humano. O cigarro contém mais de 4.500 substâncias tóxicas como alcatrão, polônio 210 e urânio (sendo que os dois últimos são radioativos), dentre as quais 43 comprovadamente cancerígenas. No Brasil, o tabagismo é responsável por mais de 120 mil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca é demais alertar que o hábito de fumar provoca uma série de malefícios ao corpo humano. O cigarro contém mais de 4.500 substâncias tóxicas como alcatrão, polônio 210 e urânio (sendo que os dois últimos são radioativos), dentre as quais 43 comprovadamente cancerígenas. No Brasil, o tabagismo é responsável por mais de 120 mil mortes ao ano.</p>
<p>Na luta para reduzir o número de fumantes e vítimas em todo planeta, a Organização Mundial de Saúde (OMS) instituiu o 31 de maio como &#8220;Dia Mundial Sem Tabaco&#8221;. Uma boa oportunidade para quem não consegue se desvincular do vício tomar uma atitude, pensando em uma vida mais saudável no futuro.</p>
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		<title>Maioria aprova fim dos cigarros aromatizados</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 15:47:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[aromas]]></category>
		<category><![CDATA[cigarros]]></category>
		<category><![CDATA[mentolados]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa Datafolha feita para a Aliança de Controle do Tabagismo mostra que 75% dos brasileiros aprovam a proibição de aditivos como menta e chocolate em cigarros. A pesquisa foi feita para aferir quais são as melhores medidas para reduzir o consumo de cigarro entre jovens e adolescentes. O aumento de imposto para cigarros teve apoio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa Datafolha feita para a Aliança de Controle do Tabagismo mostra que 75% dos brasileiros aprovam a proibição de aditivos como menta e chocolate em cigarros.</p>
<p>A pesquisa foi feita para aferir quais são as melhores medidas para reduzir o consumo de cigarro entre jovens e adolescentes.</p>
<p>O aumento de imposto para cigarros teve apoio de 76% dos entrevistados, e o fim da publicidade em bares e outros pontos de venda, de 78%.</p>
<p>Os aromas de menta, chocolate e morango são adicionados ao cigarro com um único objetivo, segundo Agenor Álvares, diretor da Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária): &#8220;Como o tabaco tem um gosto ruim, esses aromas facilitam a iniciação ao cigarro. O aditivo é um truque sujo para conquistar os jovens&#8221;.</p>
<p>A Souza Cruz nega que o alvo sejam os jovens.</p>
<p>A Anvisa faz uma consulta pública sobre o tema, com vistas a proibir os aditivos.</p>
<p>O mentol, o mais comum deles, diminui o desconforto da nicotina ao reduzir a irritação na garganta, por conta de seu efeito anestésico.</p>
<p>Nos cigarros com teores mais baixos, ele tem uma função adicional: aumenta a potência da nicotina, segundo pesquisas da FDA, agência do governo do EUA que cuida de drogas e tabaco.</p>
<p><em> Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/922753-maioria-dos-brasileiros-apoia-proibicao-de-sabores-em-cigarro.shtml" target="_blank">Folha Online</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Lei anti-fumo em SP completa dois anos neste sábado</title>
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		<pubDate>Sat, 07 May 2011 11:50:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A sanção da lei 13.541, que baniu o fumo em locais fechados de uso coletivo no Estado de São Paulo completa dois anos neste sábado (7). Desde que entrou em vigor, a proibição conseguiu manter o índice de adesão dos estabelecimentos em 99,8% e, para os especialistas em saúde pública, ela é considerada um sucesso. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A sanção da lei 13.541, que baniu o fumo em locais fechados de uso coletivo no Estado de São Paulo completa dois anos neste sábado (7).</p>
<p>Desde que entrou em vigor, a proibição conseguiu manter o índice de adesão dos estabelecimentos em 99,8% e, para os especialistas em saúde pública, ela é considerada um sucesso.</p>
<p>Quem não gostou da mudança foi o sindicato patronal das empresas de turismo, que tornou a lei antifumo motivo de disputa jurídica. O caso foi parar no Supremo Tribunal Federal (STF). <span id="more-1102"></span></p>
<p>A Confederação Nacional do Turismo (CNTur), que representa hotéis, restaurantes, bares e casas de diversão, entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4.249), em 2009, alegando que a lei paulista, muito mais restritiva, extrapolava a lei federal sobre o tema, que permite, entre outras coisas, os fumódromos. A CNTur também moveu ações contra as leis antifumo do Paraná e do Rio de Janeiro.</p>
<p>O processo está tramitando no STF desde então. Além do governo do Estado de São Paulo e da Assembleia Legislativa, pelo menos seis entidades que representam os trabalhadores do setor e de organizações antitabagismo pediram para entrar como “amicus curiae” no processo, o que lhes dá o direito de apresentar argumentos contra a tese defendida pelo CNTur.</p>
<p>Segundo o Instituto do Coração (Incor), a concentração de monóxido de carbono (CO) nos ambientes fechados caiu 73% desde que a lei entrou em vigor. Dados levantados pela ACT (Aliança de Controle do Tabagismo) e pelo Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health mostram que a atual lei antifumo adotada em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Amazonas, Roraima, Rondônia e Paraíba já provocou uma mudança de paradigma importante. Em São Paulo, houve redução de até 94% de nicotina no ar em locais fechados de 16 bares pesquisados.</p>
<p>E os maiores beneficiados, ressaltam as entidades, são os funcionários não-fumantes de bares, restaurantes e casas noturna, que tiveram a quantidade de CO no corpo reduzida em 57,1%.</p>
<p>Além disso, as entidades dizem que a tese de que os empresários foram prejudicados caiu por terra quando todos os estabelecimentos do Estado conseguiram se adequar à situação e a lei passou a ser aprovada por trabalhadores e clientes. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, apenas uma casa noturna na zona norte da capital e um bar em Mogi das Cruzes foram fechados por desrespeitar a lei.</p>
<p>Se alguns fumantes deixaram de frequentar certos estabelecimentos por conta da mudança na norma, os não-fumantes, que antes se incomodavam com a fumaça em lugares fechados, agora podem ir a esses locais. Portanto, os estabelecimentos ganharam novos clientes, defende a Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia. “Por esta razão, nenhum país até hoje evidenciou queda de faturamento com base na lei”, disse Sérgio Ricardo de Almeida Santos, membro da sub-comissão de Tabagismo da SPPT.</p>
<p><em> Fonte: <a href="http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/05/07/dois-anos-depois-e-com-grande-aprovacao-lei-antifumo-em-sp-ainda-e-motivo-de-disputa-juridica.jhtm" target="_blank">UOL Notícia</a></em></p>
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		<title>Cocaína e nicotina acionam os mesmos mecanismos no cérebro</title>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2011 11:51:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa da Universidade de Chicago, nos EUA, descobriu que a nicotina e a cocaína acionam os mesmos mecanismos do cérebro quando são consumidas pela primeira vez. O estudo saiu na publicação científica “Journal of Neuroscience”. Os neurocientistas aceitam que o aprendizado e a memória sejam codificados pelo cérebro por meio de um processo chamado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa da Universidade de Chicago, nos EUA, descobriu que a nicotina e a cocaína acionam os mesmos mecanismos do cérebro quando são consumidas pela primeira vez. O estudo saiu na publicação científica “Journal of Neuroscience”.</p>
<p>Os neurocientistas aceitam que o aprendizado e a memória sejam codificados pelo cérebro por meio de um processo chamado plasticidade sináptica, que é o fortalecimento e o enfraquecimento das conexões entre os neurônios. Quando dois neurônios se ativam com muita frequência, a ligação entre eles fica mais forte, e eles se tornam mais capazes de interagir.</p>
<p>&#8220;Sabemos com certeza que há grandes diferenças na forma como essas drogas afetam as pessoas, mas a ideia de que a nicotina trabalha com as mesmas conexões que a cocaína indica por que tantas pessoas têm dificuldades em largar o tabaco, e por que tantos que experimentam a droga acabam se viciando”, afirmou Daniel McGehee, neurocientista da mesma universidade que também se dedica a este campo de estudos.</p>
<p><em><a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/05/nicotina-e-cocaina-tem-modos-de-atuacao-semelhantes-no-cerebro.html" target="_blank">Veja a notícia completa no G1</a></em></p>
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		<title>Tabagismo vem diminuindo entre homens</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 21:58:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O tabagismo caiu no país nos últimos 5 anos, especialmente entre os homens. Já o consumo abusivo de bebidas alcoólicas aumentou entre as mulheres. Os dados são da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel Brasil 2010). A pesquisa indica que cerca de 15,1% dos brasileiros são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tabagismo caiu no país nos últimos 5 anos, especialmente entre os homens. Já o consumo abusivo de bebidas alcoólicas aumentou entre as mulheres. Os dados são da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel Brasil 2010).</p>
<p>A pesquisa indica que cerca de 15,1% dos brasileiros são fumantes, enquanto 22% já deixaram o vício. Os homens são os que mais fumam, mas também são os que mais têm deixado o vício e têm diminuído a quantidade de cigarros consumidos. De 20,2% em 2006, o número caiu para 17,9%, em 2010. Os mais velhos, que já fumaram mais de 20 anos, são os que mais têm parado de fumar.</p>
<p>“A diminuição é mais lenta entre os menos instruídos. A carga das doenças não transmissíveis diminui mais lentamente ou aumenta naqueles que têm menos estudo. Um em cada cinco fuma nas classes mais baixas”, explica o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.</p>
<p>Segundo ele, os mais velhos estão largando o tabagismo, enquanto os jovens começam a fumar, devido a sabores e cores que chamam a atenção dos adolescentes. &#8220;Assim o benefício é anulado&#8221;. Entre as mulheres, o índice continua estável em 12,7% no período.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2011/04/18/homens-tem-fumado-menos-e-mulheres-tem-bebido-mais-indica-ministerio-da-saude.jhtm" target="_blank">UOL Ciência e Saúde</a></em></p>
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		<title>Ambiente livre de cigarros diminui taxa de câncer de mama</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 12:01:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mulheres que moram ou trabalham em locais sem cigarro estão menos propensas a desenvolver ou morrer de câncer de mama, diz uma recente pesquisa. Um grupo de pesquisadores norte-americanos comparou os índices de mortalidade e incidência da doença em casas e escritórios sem cigarro aos índices estaduais daquele país. Os estados com o maior número [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mulheres que moram ou trabalham em locais sem cigarro estão menos propensas a desenvolver ou morrer de câncer de mama, diz uma recente pesquisa.</p>
<p>Um grupo de pesquisadores norte-americanos comparou os índices de mortalidade e incidência da doença em casas e escritórios sem cigarro aos índices estaduais daquele país. Os estados com o maior número de locais sem fumantes apresentaram um índice significantemente menor de mortes por câncer de mama, especialmente entre as mulheres jovens na pré-menopausa.</p>
<p>A estimativa dos pesquisadores é que em torno de 20% da mudança nos índices de mortalidade por câncer de mama seja justificada por novas práticas e políticas de casas e escritórios sem cigarros.</p>
<p>Conduzido pelo departamento de comportamento de saúde do Roswell Park Cancer Institute de Buffalo, Nova York, o estudo foi publicado este mês em uma prévia da edição impressa do periódico Tobacco Control.</p>
<p>“Mesmo que as evidências da relação tabagismo passivo e riscos de câncer de mama continuem controversas, este estudo mostra uma correlação inversa bastante forte. Estados americanos com maior incidência de mulheres que trabalham ou vivem em ambientes sem cigarro apresentam menores índices de câncer de mama”, disse Andrew Hyland, autor do estudo.</p>
<p>Seu colega K. Michael Cummings complementou a idéia: “Este estudo fornece mais uma razão para que as pessoas deixem o cigarro e evitem o tabagismo passivo”.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www.correiodoestado.com.br/noticias/ambientes-sem-cigarro-estao-ligados-a-menor-incidencia-de-ca_104735/" target="_blank">Correio do Estado</a></em></p>
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		<title>Cigarro é uma das causas da artrite reumatóide</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 11:55:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>﻿Um mecanismo que desencadeia a artrite reumatóide em fumantes foi identificado por pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da USP. Já se sabia que quem tem predisposição genética e fuma pode sofrer dessa doença inflamatória crônica, que causa dores e rigidez matinal nas mãos e nos pés.</p>
<p>Agora, o estudo do biomédico Jhimmy Talbolt, defendido como dissertação de mestrado na última semana, revela como isso acontece. Quando a pessoa fuma, uma das células do sistema de defesa -a TH17- é sensibilizada e fica doente.</p>
<p>Ao ser estimulada pelos hidrocarbonetos aromáticos da fumaça do cigarro, a TH17 passa a orientar o sistema de defesa a destruir articulações das mãos, pés, joelhos, punhos, cotovelos e tornozelo.</p>
<p>O professor de reumatologia da FMRP e orientador de Talbot, Paulo Louzada Junior, disse que o resultado pode ser o ponto de partida para o desenvolvimento de uma droga que reduza os sintomas da doença com mais eficiência ou até interrompa o processo de deterioração das articulações periféricas.</p>
<p>Segundo Louzada Junior, a artrite reumatóide atinge 1% da população adulta brasileira e a descoberta é inédita na literatura científica.</p>
<p><em><a href="http://www.jornalagora.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?e=5&amp;n=9615" target="_blank">Veja mais no Jornal Agora</a></em></p>
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		<title>Parar de fumar melhora taxas de colesterol</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Mar 2011 11:59:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O fim do hábito de fumar promove rapidamente outro benefício ao fumante logo de cara: a melhora de seu colesterol. Com o adeus ao cigarro, o ex-fumante observa a alta da taxa do bom colesterol. O HDL é uma proteção natural contra doenças cardiovasculares e baixas concentrações dele são um fator de risco para doenças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O fim do hábito de fumar promove rapidamente outro benefício ao fumante logo de cara: a melhora de seu colesterol. Com o adeus ao cigarro, o ex-fumante observa a alta da taxa do bom colesterol. O HDL é uma proteção natural contra doenças cardiovasculares e baixas concentrações dele são um fator de risco para doenças como a arteriosclerose.</p>
<p>A nova descoberta lança luz sobre a relação do tabagismo com a saúde do coração. Quase 20% das mortes por essa doença são atribuídas ao cigarro, mas os cientistas ainda não têm uma compreensão clara sobre o que está por trás deste efeito.</p>
<p>Fumar afeta o sistema cardiovascular reduzindo os níveis de oxigênio. O teste para analisar o impacto do tabagismo sobre os níveis de colesterol de forma mais rigorosa feito pela University of Wisconsin School of Medicine, nos EUA, analisou 1.500 fumantes. A maioria apresentava sobrepeso. Os fumantes analisados consumiam cerca de 21 cigarros por dia antes do início do estudo.</p>
<p>Depois de um ano, em um dos cinco programas para pôr fim ao tabagismo, 334 tinham conseguido deixar o cigarro. Os que pararam tiveram um aumento de cerca de 5% ou 2,4 miligramas por decilitro do colesterol HDL.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www.tobacco-news.net/quitting-smoking-improves-cholesterol/" target="_blank">Tobacco News</a></em></p>
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		<title>Vacinação contra gripe terá cobertura ampliada neste ano</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Mar 2011 11:27:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A campanha nacional de vacinação contra a gripe que será realizada este ano irá incluir dois novos grupos para imunização: crianças entre seis meses e dois anos de idade, além de gestantes. A campanha de vacinação contra a gripe será realizada entre os dias 25 de abril e 13 de maio. Este ano, quem tomar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A campanha nacional de vacinação contra a gripe que será realizada este ano irá incluir dois novos grupos para imunização: crianças entre seis meses e dois anos de idade, além de gestantes. A campanha de vacinação contra a gripe será realizada entre os dias 25 de abril e 13 de maio.</p>
<p>Este ano, quem tomar a dose estará imunizado contra o vírus da gripe comum e contra o vírus da gripe H1N1. A meta do Ministério da Saúde é vacinar 80% das 23,7 milhões de pessoas estimadas &#8211; cerca de 19 milhões de pessoas.</p>
<p>A vacina é gratuita e será distribuída aos postos de saúde dos municípios pelo ministério. No dia 30 de abril, uma campanha nacional será realizada, a fim de mobilizar as pessoas para a necessidade de imunização. Este ano, o ministério da Saúde adquiriu 33 milhões de doses da vacina.</p>
<p><em>Veja a notícia completa no <a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/03/vacina-contra-gripe-sera-estendida-gestantes-e-menores-de-2-anos.html" target="_blank">G1</a></em></p>
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		<title>Sedentarismo e tabagismo: estudos mostram maior incidência de câncer nestes grupos</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 11:50:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dois estudos publicados nesta quarta-feira reforçaram os riscos e benefícios do estilo de vida no combate ao câncer, demonstrando os riscos do tabagismo para mulheres na pós-menopausa e os efeitos protetores dos exercícios no intestino. As mulheres na pós-menopausa que fumam ou costumavam fumar correm um risco até 16% maior de desenvolver câncer de mama [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dois estudos publicados nesta quarta-feira reforçaram os riscos e benefícios do estilo de vida no combate ao câncer, demonstrando os riscos do tabagismo para mulheres na pós-menopausa e os efeitos protetores dos exercícios no intestino.</p>
<p>As mulheres na pós-menopausa que fumam ou costumavam fumar correm um risco até 16% maior de desenvolver câncer de mama em comparação com mulheres que nunca fumaram, destacou um artigo publicado na edição online do British Medical Journal (BMJ).</p>
<p>As mulheres que foram extensivamente expostas ao fumo passivo, tanto na infância quanto na idade adulta, também podem correr mais riscos de desenvolver câncer de mama, acrescentaram.</p>
<p>Outra pesquisa separada publicada pelo British Journal of Cancer demonstrou que pessoas com estilo de vida mais ativo corriam pelo menos três vezes menos riscos de desenvolver grandes tumores nos intestinos, conhecidos como pólipos, que costumam ser precursores de câncer.</p>
<p><em>Veja a notícia completa no <a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/afp/2011/03/02/estudos-reforcam-papel-de-tabagismo-e-sedentarismo-no-risco-de-cancer.jhtm" target="_blank">UOL Ciência e Saúde</a></em></p>
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		<title>Tabagismo se torna grave problema de saúde pública na China</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Mar 2011 19:45:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O tabagismo custa caro ao sistema de saúde chinês, e os gastos que ele ocasiona quadruplicaram em menos de dez anos, segundo um estudo conduzido por pesquisadores chineses e americanos e publicado recentemente no site especializado Tobacco Control, editado pelo “British Medical Journal”. A China, principal produtora e consumidora mundial de tabaco, representa um terço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tabagismo custa caro ao sistema de saúde chinês, e os gastos que ele ocasiona quadruplicaram em menos de dez anos, segundo um estudo conduzido por pesquisadores chineses e americanos e publicado recentemente no site especializado Tobacco Control, editado pelo “British Medical Journal”.</p>
<p>A China, principal produtora e consumidora mundial de tabaco, representa um terço dos fumantes do planeta, ou seja, mais de 300 milhões de pessoas. As doenças provocadas pelo tabaco não param de aumentar nesse país, com os fumantes vendo sua expectativa de vida ser abreviada em quinze anos. O número de casos de câncer de pulmão quadruplicou desde os anos 1980. Segundo o estudo, os custos diretos de saúde associados ao tabagismo aumentaram 154% em 2008 em relação a 2000 na China, sendo que a alta atingiu 376% para os custos indiretos, como a perda de produtividade ou a mortalidade precoce.</p>
<p><em>Veja a reportagem completa no <a href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/lemonde/2011/03/01/na-china-o-tabagismo-se-torna-um-problema-macico-de-saude-publica.jhtm" target="_blank">UOL Notícias</a>.</em></p>
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		<title>Nova York aprova lei contra o fumo em parques e praias</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 17:38:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Conselho da cidade de Nova York aprovou nesta quarta-feira uma lei que estende a proibição de fumar a parques municipais, praias e outras áreas de pedestres, como a Times Square. &#8220;Neste verão, os cidadãos de Nova York que forem aos nossos parques e praias por ar fresco e diversão poderão respirar um ar ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho da cidade de Nova York aprovou nesta quarta-feira uma lei que estende a proibição de fumar a parques municipais, praias e outras áreas de pedestres, como a Times Square.</p>
<p>&#8220;Neste verão, os cidadãos de Nova York que forem aos nossos parques e praias por ar fresco e diversão poderão respirar um ar ainda mais limpo e sentar-se em uma praia livre de bitucas de cigarro&#8221;, disse o prefeito Michael Bloomberg após a votação.</p>
<p>A proibição aprovada por uma votação de 36-12 entrará em vigor três meses após a assinatura do prefeito em 1.700 parques e 23 km de praias. As multas por seu descumprimento serão de US$ 50.</p>
<p>Em Nova York é proibido fumar em bares e restaurantes desde 2002. &#8220;Nossos esforços nos últimos nove anos resultaram em mais de 350 mil fumantes a menos e contribuíram para que os habitantes de Nova York vivam 19 meses a mais que em 2002&#8243;, disse Bloomberg.</p>
<p>Grupos de direitos dos fumantes protestaram, afirmando que a medida representa uma redução de suas liberdades.</p>
<p><em>Fonte: </em><a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/870162-nova-york-estende-proibicao-de-fumar-a-parques-e-praias.shtml" target="_blank"><em>Folha Equilíbrio e Saúde</em></a></p>
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		<title>Estudo aponta principais alérgenos que pioram os sintomas da rinite alérgica</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Jan 2011 12:36:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Pulmonares]]></category>
		<category><![CDATA[ácaros]]></category>
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		<category><![CDATA[alérgica]]></category>
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		<description><![CDATA[Os principais alérgenos que pioram os sintomas de rinite alérgica são os ácaros Dermatogoides farinae e Dermatogoides pteronyssinus, as baratas, pelos de gato e látex, segundo estudo apresentado em dezembro na Conferência Científica Internacional da Organização Mundial de Alergia. Realizado por pesquisadores da Universidade Sains Malaysia, o estudo mediu o IgE total e específico para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1068" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2011/01/acaro.jpg"><img class="size-medium wp-image-1068" title="acaro" src="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2011/01/acaro-300x298.jpg" alt="" width="300" height="298" /></a><p class="wp-caption-text">Ácaro: principal vilão da rinite alérgica</p></div>
<p>Os principais alérgenos que pioram os sintomas de rinite alérgica são os ácaros <em>Dermatogoides farinae</em> e <em>Dermatogoides pteronyssinus</em>, as baratas, pelos de gato e látex, segundo estudo apresentado em dezembro na Conferência Científica Internacional da Organização Mundial de Alergia. Realizado por pesquisadores da Universidade Sains Malaysia, o estudo mediu o IgE total e específico para 28 tipos de alérgeno em 128 pacientes com rinite alérgica, e associou o grau de sensibilização à severidade da doença.</p>
<p>“A rinite alérgica é a doença alérgica mais comum, afetando cerca de quatro milhões de pessoas na Malásia. Apesar de a rinite não ser, normalmente, uma doença severa, ela altera significativamente a vida social dos pacientes, e afeta o desempenho escolar e a produtividade no trabalho”, disseram os pesquisadores, destacando a importância de se avaliar os alérgenos responsáveis pela piora nos sintomas em cada paciente com rinite. <span id="more-1067"></span></p>
<p>Avaliando os pacientes atendidos no Hospital Universitário Sains Malaysia, os pesquisadores observaram que os alérgenos aéreos mais comumente associados à severidade dos sintomas de rinite alérgica eram os ácaros <em>Dermatogoides farinae</em> (97%) e <em>Dermatogoides pteronyssinus</em> (83%), seguidos de outros ácaros da poeira domiciliar (43%). Outros alérgenos muito comuns foram as baratas (49,2%), os gatos (44,5%), os cães (43%) e o látex (42,2%).</p>
<p>Entre os alimentos, a pesquisa indicou o camarão (28.9%) como o mais comum, seguido pela soja (26,6%), caranguejo (23,4%), moluscos (22,7%), trigo (21,9%), amendoim (20,3%), gema de ovos (18,8%), leite de vaca (18%), mistura cítrica (18%), carne bovina (14,1%), clara de ovos (12,5%), atum (11,7%) e frango (11,7%). E, dos fungos, os resultados destacaram o <em>aspergillus</em> <em>spp</em> (23,4%), a <em>candida spp</em> (20,3%), <em>altenaria spp</em> (16,4%), <em>mucor spp</em> (14,8%), <em>penicillium spp </em>(12,5%) e<em> clasdosporium spp</em> (10,9%).</p>
<p>“Em conclusão, este estudo revelou uma associação significativa entre níveis específicos de IgE e a severidade dos sintomas de rinite alérgica para Dermatogoides farinae, Dermatogoides pteronyssinus, barata, gato e látex”, escreveram os pesquisadores em publicação da Conferência.</p>
<p><em>Fonte: WAO International Scientific Conference. Abstract 1207. 06 de dezembro de 2010.</em></p>
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		<title>Após os seis anos, asma é mais comum entre as mulheres</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 12:29:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Pulmonares]]></category>
		<category><![CDATA[alergia]]></category>
		<category><![CDATA[asma]]></category>
		<category><![CDATA[bronquite]]></category>
		<category><![CDATA[prevalência]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo recente aponta que após os seis anos, a asma é mais comum entre as mulheres. Embora, na infância, a asma seja mais comum entre os meninos, parece que, após os seis anos de idade, são as mulheres que sofrem mais da doença respiratória, segundo estudo apresentado em dezembro na Conferência Científica Internacional da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo recente aponta que após os seis anos, a asma é mais comum entre as mulheres.</p>
<p>Embora, na infância, a asma seja mais comum entre os meninos, parece que, após os seis anos de idade, são as mulheres que sofrem mais da doença respiratória, segundo estudo apresentado em dezembro na Conferência Científica Internacional da Organização Mundial de Alergia. E, de acordo com os especialistas, além da taxa de asma após os seis anos ser 1,73 vezes maior entre as mulheres, é muito comum que a doença seja acompanhada de atopia.</p>
<p>“A asma é mais prevalente em pessoas do sexo masculino antes da adolescência, e mais comum entre mulheres adultas. O início da asma mais tarde é, frequentemente, associado com atopia”, escreveram os autores em publicação do evento. “Exploramos a incidência de asma específica por gênero em uma coorte de nascimentos, estratificando por status atópico”, explicaram. <span id="more-1065"></span></p>
<p>Os pesquisadores avaliaram dados do Detroit Childhood Allergy Study, com 565 pessoas (53% eram mulheres) com idades entre seis e 20 anos. Foram considerados relatos dos pais e diagnósticos médicos para definir asma; e foi definido como atopia um IgE específico maior ou igual a 0,35 para, pelo menos, um de sete alérgenos comuns. Os especialistas realizaram teste log-rank para determinar a associação do tempo de asma entre homens e mulheres atópicos e não atópicos, e uma regressão de Cox com homens não atópicos.</p>
<p>E as análises mostraram que as mulheres teriam 73% mais chances de desenvolver asma após os seis anos de idade, comparadas aos homens; com a proporção de atopia sendo de 69% para as mulheres asmáticas e de 70% para os homens com a doença. Além disso, segundo os autores, as mulheres atópicas seriam duas vezes mais propensas a desenvolver asma, comparadas àquelas não atópicas.</p>
<p>“Entre as idades de seis e 20 anos, as mulheres desenvolvem asma em uma maior taxa do que os homens, e atopia associada é mais comum em novo início de asma nas mulheres”, destacaram os pesquisadores. “Em jovens adultos, a asma atópica foi similarmente prevalente em homens e mulheres, e mais de duas vezes mais comum do que asma não atópica”, concluíram.</p>
<p><em>Fonte: WAO International Scientific Conference. Abstract 1254. 06 de dezembro de 2010</em></p>
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		<title>Fumo em ambientes fechados</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 21:52:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[ambientes]]></category>
		<category><![CDATA[cigarro]]></category>
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		<description><![CDATA[Poluição Tabagística Ambiental é a poluição gerada pela queima de produtos derivados do tabaco em ambientes fechados, também chamada de Fumaça Ambiental do Tabaco (FAT) (em inglês: Environmental Tobacco Smoke – ETS ou Second-hand tobacco smoke). É composta pela soma da fumaça que sai da parte acesa mais a fumaça que é exalada pelo fumante. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1062" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2011/01/fumaça.jpg"><img class="size-medium wp-image-1062" title="fumaça" src="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2011/01/fumaça-300x231.jpg" alt="" width="300" height="231" /></a><p class="wp-caption-text">Poluição tabágica aumenta risco de doenças</p></div>
<p>Poluição Tabagística Ambiental é a poluição gerada pela queima de produtos derivados do tabaco em ambientes fechados, também chamada de Fumaça Ambiental do Tabaco (FAT) (em inglês: Environmental Tobacco Smoke – ETS ou Second-hand tobacco smoke).</p>
<p>É composta pela soma da fumaça que sai da parte acesa mais a fumaça que é exalada pelo fumante.</p>
<p>Quando um cigarro é aceso, somente uma parte da fumaça é tragada pelo fumante, e cerca de 2/3 da fumaça gerada pela queima é lançada no ambiente, através da ponta acesa do produto (o mesmo ocorre com demais produtos como charuto, cigarrilhas e cigarros de palha).</p>
<p>Quando um produto derivado do tabaco é aceso, milhares de substâncias contidas na fumaça são dispersas no ambiente. Muitas dessas substâncias são tóxicas e cancerígenas, e algumas são características da fumaça do tabaco.</p>
<p>A Poluição Tabagística Ambiental contém praticamente a mesma composição da fumaça tragada pelo fumante: cerca de 4000 compostos, dos quais mais de 200 são tóxicos e cerca de 40 são cancerígenos. Porém, os níveis desses contaminantes lançados no ambiente são mais elevados que a na fumaça tragada pelo fumante, sendo encontrados em média, 3 vezes mais nicotina, 3 vezes mais monóxido de carbono, e até 50 vezes mais substâncias cancerígenas do que a fumaça tragada pelo fumante. Isso porque a fumaça que sai da ponta acesa não é filtrada.</p>
<p><em>Fonte: </em><a title="Fumo em ambientes fechados - poluição tabágica - ANVISA" href="http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/home/derivadostabaco/!ut/p/c5/04_SB8K8xLLM9MSSzPy8xBz9CP0os3hnd0cPE3MfAwMDMydnA093Uz8z00B_A3cnI6B8JE55A38jArq99KPSc_KTgPaEg2zGY5IhAXkjiLwBDuBooO_nkZ-bql-QG1EZ7KnrCABpUSNW/dl3/d3/L0lDU0lKSWdra0EhIS9JTlJBQUlpQ2dBek15cUEhL1lCSlAxTkMxTktfMjd3ISEvN19DR0FINDdMMDBHT0U5MElPUjk5VUkxMzBPMg!!/?cat=Fumo+em+Ambientes+Fechados&amp;cat1=com.ibm.workplace.wcm.api.WCM_Category%2FFumo+em+Ambientes+Fechados%2F89fee480409e498e8d78dda3533f7c45%2FPUBLISHED&amp;con=com.ibm.workplace.wcm.api.WCM_Content%2FFumo+em+Ambientes+Fechados%2F6b623000409e4aeb8d97dda3533f7c45%2FPUBLISHED&amp;showForm=no&amp;siteArea=Derivados+do+Tabaco&amp;WCM_GLOBAL_CONTEXT=/wps/wcm/connect/anvisa/Anvisa/Inicio/Derivados+do+Tabaco/Publicacao+Derivados+do+Tabaco/Fumo+em+Ambientes+Fechados" target="_blank"><em>ANVISA</em></a></p>
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		<title>Crianças são 40% das vítimas do fumo passivo</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 00:20:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Pulmonares]]></category>
		<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[fumo]]></category>
		<category><![CDATA[passivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que quase 40% das vítimas do fumo passivo no Brasil são crianças. Segundo cálculos do médico Mattias Öberg, do instituto sueco Karolinska, que colaborou com a pesquisa, 2,8 mil dos 7,5 mil brasileiros vitimados pela convivência com o cigarro são crianças com menos de 5 anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que quase 40% das vítimas do fumo passivo no Brasil são crianças.</p>
<p>Segundo cálculos do médico Mattias Öberg, do instituto sueco Karolinska, que colaborou com a pesquisa, 2,8 mil dos 7,5 mil brasileiros vitimados pela convivência com o cigarro são crianças com menos de 5 anos de idade.</p>
<p>Entre as crianças, as principais causas de morte por fumo passivo são infecções respiratórias &#8211; na maioria do casos, pneumonia.</p>
<p>A pesquisa indica que o fumo passivo mata 603 mil pessoas anualmente, em 192 países. Deste número, a proporção de crianças é de pouco menos de 30% &#8211; ou 165 mil.</p>
<p>O estudo da OMS é o primeiro já realizado sobre o tema, tendo como base dados de 2004.<span id="more-1053"></span></p>
<p><strong>Pais fumantes</strong></p>
<p>De acordo com as estimativas, uma em cada quatro crianças brasileiras tem pelo menos o pai ou a mãe fumante e, por isso, acaba ficando exposta aos efeitos nocivos do cigarro dentro de casa.</p>
<p>&#8216;Especialmente em países pobres ou emergentes, como o Brasil, onde há maior incidência de doenças infecciosas, a combinação com o fumo passivo pode ser mortal&#8217;, declarou a médica da OMS que liderou a pesquisa, Annette Prüss-Ustün.</p>
<p>Além do risco de sofrer doenças respiratórias, os pulmões de crianças que aspiram a fumaça do cigarro podem se desenvolver mais lentamente do que os pulmões de quem cresce em um lar sem fumo.</p>
<p>Entre os adultos brasileiros vítimas do fumo passivo, o estudo aponta 4 mil mortes por problemas cardíacos, 380 por asma e 300 por câncer de pulmão.</p>
<p><strong>Taxas de exposição</strong></p>
<p>A pesquisa revela ainda que 40% das crianças, 33% dos homens não-fumantes e 35% das mulheres não-fumantes aspiram regularmente a fumaça do cigarro de outras pessoas, especialmente na Europa e na Ásia.</p>
<p>As menores taxas de exposição foram encontradas nas Américas, no Mediterrâneo Oriental e na África.</p>
<p>Estima-se que essa exposição tenha causado 379 mil mortes por doenças cardíacas, 165 mil por infecções respiratórias, 36,9 mil por asma e 21,4 mil por câncer de pulmão. O impacto maior foi entre as mulheres, com 281 mil vítimas.</p>
<p>&#8216;Essas mortes não são difíceis de serem prevenidas, basta que as pessoas tenham consciência de que não devem fumar em locais fechados&#8217;, afirma Prüss-Ustün.</p>
<p>A OMS pede ainda que autoridades de todo o mundo tomem medidas urgentes para incentivar que pais fumantes protejam seus filhos dos riscos do cigarro.</p>
<p><em>Fonte: </em><a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/11/criancas-sao-40-das-vitimas-do-fumo-passivo-no-brasil-indica-oms.html" target="_blank"><em>G1</em></a></p>
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		<title>Brasileiros desconhecem sintomas de pneumonia</title>
		<link>http://pneumologia.med.br/site/?p=1050</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 12:46:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Pulmonares]]></category>
		<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[pneumonia]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>

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		<description><![CDATA[Os brasileiros desconhecem os males importantes da pneumonia &#8211;a principal causa de morte por doença infecciosa no mundo, segundo uma pesquisa encomendada pela SBPT (Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia) ao Datafolha. Segundo o Datasus, 45.500 brasileiros morreram em 2009, sendo que mais de 70% deles tinham mais de 60 anos. No país, o problema é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os brasileiros desconhecem os males importantes da pneumonia &#8211;a principal causa de morte por doença infecciosa no mundo, segundo uma pesquisa encomendada pela SBPT (Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia) ao Datafolha.</p>
<p>Segundo o Datasus, 45.500 brasileiros morreram em 2009, sendo que mais de 70% deles tinham mais de 60 anos. No país, o problema é a principal razão de internação hospitalar no SUS (Sistema Único de Saúde) &#8211;com a exceção de questões ligadas à gestação&#8211; totalizando 900 mil casos por ano.</p>
<p>O estudo inédito, batizado de &#8220;Saúde Respiratória e do Pulmão&#8221;, tem como objetivo quantificar o tamanho da desinformação e alertar não apenas a sociedade, mas também autoridades para este problema de saúde pública.</p>
<p>Foram entrevistados 2.242 brasileiros com 16 anos ou mais, pertencentes a todas as classes econômicas.<span id="more-1050"></span></p>
<p><strong>DESCONHECIMENTO E MORTALIDADE</strong></p>
<p>De acordo com a pesquisa, a população não apenas desconhece a pneumonia, como em geral não conhece os sintomas, as formas de prevenção, os agravantes ou o médico que deve ser procurado em casos de suspeita.</p>
<p>&#8220;O principal fator responsável pelo agravamento da pneumonia é o atraso do início do tratamento. A demora em procurar o médico, a automedicação ou a realização de exames inadequados levam a quadros mais graves e até mesmo à morte&#8221;, alerta Jussara Fiterman, presidente da SBPT.</p>
<p>Este atraso pode ser a origem de tantas hospitalizações e mortes no país. Apesar disso, nenhum destes fatores foram citados na pesquisa. Entre os 2.147 entrevistados que afirmaram conhecer a pneumonia, 6% não souberam citar um único fator que pode aumentar o risco de uma pessoa adquirir ou agravar a doença. Dos demais, 67% citaram clima frio ou úmido; 46% fumaça de cigarro; 42% ar-condicionado ou ventilador; 37% pó ou poeira; 36% poluição; 9% hereditariedade; 6% sedentarismo e 2% consequência de gripe mal curada.</p>
<p>&#8220;O que causa a pneumonia é a infecção por vírus ou bactéria, que originam as pneumonias viral e bacteriana. Ambas as versões são agravadas, basicamente, pelo atraso no início do tratamento, pois a maioria dos casos responderia muito bem aos medicamentos&#8221;, explicou Fiterman.</p>
<p>A mortalidade ainda aumenta 20%, caso o antibiótico correto não seja dado nas primeiras seis horas do início dos sintomas plenos.</p>
<p>Por esta razão, reconhecer os sintomas e procurar o médico pode ser determinante no sucesso do tratamento. No entanto, 23% dos entrevistados que afirmam conhecer a doença não souberam citar um único sintoma. Os mais citados foram dores no peito, pulmões, tórax e nas costas (37%); calafrios (35%); tosse seca e contínua (31%); falta de ar (23%); e mal estar e indisposição (19%).</p>
<p>Numa situação hipotética de suspeita da pneumonia, 40% não saberiam a que médico recorrer. Os demais, 33% iriam a um clínico geral; 25% ao pneumologista &#8211;médico especialista na saúde respiratória; 1% ao infectologista; 1% ao &#8220;especialista em pulmão&#8221; e 1% ao otorrinolaringologista.</p>
<p>A desinformação não para por aí. O diagnóstico da doença também é mistério a maioria dos brasileiros. Além do exame clínico realizado pelo médico em consultório, o raio-x é suficiente para diagnosticar a doença e iniciar o tratamento com medicamentos. Apenas 29% apontaram a escuta do pulmão, e pouco mais da metade (58%) optaria pela radiografia. Todas estas respostas foram dadas depois de visualizar uma lista de diversos exames utilizados pela pneumologia para os diversos males do sistema respiratório. Foram citados, equivocadamente, tomografia (26%); teste do escarro ou baciloscopia (15%); broncoscopia (8%); teste do sopro ou espirometria (6%); e teste subcutâneo de Mantoux (2%). Cerca de 18% não souberam citar um único exame.</p>
<p><strong>MITOS E VERDADES</strong></p>
<p>A Pneumonia está relacionada a dois grandes mitos das doenças respiratórias:</p>
<ul>
<li><strong>Resultados de gripe mal curada</strong></li>
</ul>
<p>Para 2% dos entrevistados, a pneumonia é resultado de uma gripe mal curada. &#8220;Não existe gripe mal curada, o que existe é um indivíduo fragilizado por uma gripe, com resistência baixa, mais suscetível a diversas doenças, entre elas a pneumonia, pois a gripe diminui as defesas do organismo, inclusive do aparelho respiratório&#8221;, explica a médica. Com isso, as bactérias chegam com mais facilidade e se instalam, fazendo uma doença subsequente.</p>
<p>&#8220;A gripe é autolimitada, vai se curar sozinha, mas nessa trajetória deixará as barreiras abertas para a bactéria entrar. O sistema imunológico, por sua vez, não presta atenção na bactéria porque está ocupado com o vírus&#8221;. O mesmo aconteceu recentemente com a gripe suína. Muitas das vítimas desta gripe tiveram suas mortes causadas por pneumonia bacteriana. Esta infecção secundária se instalou durante o curso da gripe, foi agravada e acabou levando o paciente à morte durante o combate ao vírus H1N1.</p>
<ul>
<li><strong>Princípio de pneumonia</strong></li>
</ul>
<p>Esta é outra expressão bastante comum, mas sem nenhum fundamento. Como explica a Fiterman, não existe princípio da doença, visto que é uma infecção. Ou o indivíduo está infectado, ou não está. As bactérias causadoras da pneumonia existem normalmente nas vias aéreas, assim como no meio ambiente, mas o sistema imunológico geralmente as bloqueia e não adoecemos. Mas com a baixa imunidade elas podem nos levar à pneumonia, é a chamada pneumonia comunitária.</p>
<p><em>Fonte: </em><a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/825082-brasileiros-nao-conhecem-sintomas-da-pneumonia-segundo-datafolha.shtml" target="_blank"><em>Folha Equilibrio e Saúde</em></a></p>
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		<item>
		<title>Orientações para pacientes com doenças respiratórias</title>
		<link>http://pneumologia.med.br/site/?p=1160</link>
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		<pubDate>Sun, 03 Oct 2010 16:06:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orientações]]></category>

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		<description><![CDATA[• Procure ter uma vida saudável. Alimente-se bem, durma bem, caminhe com frequência ou pratique esportes. • Mantenha seu peso sob controle. Sobrepeso e obesidade fazem você se cansar mais facilmente. Se preciso, procure ajuda com um profissional nutricionista. • Mantenha a casa limpa e arejada. Verifique se há focos de infiltrações ou mofo. • [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>• Procure ter uma vida saudável. Alimente-se bem, durma bem, caminhe com frequência ou pratique esportes.</p>
<p>• Mantenha seu peso sob controle. Sobrepeso e obesidade fazem você se cansar mais facilmente. Se preciso, procure ajuda com um profissional nutricionista.</p>
<p>• Mantenha a casa limpa e arejada. Verifique se há focos de infiltrações ou mofo.</p>
<p>• Modifique seu quarto: mantenha colchões e travesseiros forrados, retire tapetes, almofadas, bichos de pelúcia. Afaste as camas das paredes.</p>
<p>• Evite animais em casa, mas se já os tiver, dê banho toda semana e afaste-os dos quartos. Não deixe que subam em camas, sofás, móveis.</p>
<p>• Não fume e não deixe que fumem junto aos alérgicos. Não permita que ninguém fume dentro de sua casa.</p>
<p>• Evite ficar perto de fumaças, locais com produtos químicos, odores fortes, perfumes, produtos de limpeza. A sensibilidade de cada um pode variar com estes produtos. Evite cosméticos com odores intensos.</p>
<p>• Previna-se contra as gripes. Faça as vacinas preventivas.</p>
<p>• Faça uso dos remédios conforme as receitas de seu médico. Nem todas as crises são iguais, e às vezes há necessidade de reajuste das doses.</p>
<p>• Não tenha medo de bombinhas ou de cortisona. Mas só os use com orientação médica.</p>
<p>• Retorne ao médico regularmente. É importante fazer a avaliação também quando você estiver bem.</p>
<p>• Não deixe que os sintomas de tosse, falta de ar e chiado no peito fiquem sem avaliação médica. Marque a consulta com seu médico e em caso de urgência procure atendimento imediato no pronto-atendimento.</p>
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		<title>América se une contra o cigarro</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Sep 2010 01:11:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma resolução elaborada pelo Brasil e aprovada pela Opas (Organização Pan-Americana de Saúde) permite que os países americanos se unam contra o lobby das indústrias produtoras de cigarro. De acordo com o Ministério da Saúde, as fabricantes de tabaco têm usado a Justiça para impor obstáculos às medidas de controle do fumo. A medida aprovada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma resolução elaborada pelo Brasil e aprovada pela Opas (Organização Pan-Americana de Saúde) permite que os países americanos se unam contra o lobby das indústrias produtoras de cigarro.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, as fabricantes de tabaco têm usado a Justiça para impor obstáculos às medidas de controle do fumo.</p>
<p>A medida aprovada pela Opas prevê a adoção das diretrizes de um tratado internacional que prevê leis rígidas para proibir o consumo de tabaco em ambientes coletivos, a presença de advertências nas embalagens de cigarros e a restrição da publicidade e dos patrocínios de eventos culturais e esportivos por marcas de cigarros.</p>
<p>A Opas deve passar a monitorar as ações da indústria que tentarem dificultar a implementação dessas medidas.</p>
<p>No Brasil, as fabricantes de cigarros tentaram evitar o uso de novas advertências nos maços, em 2008. Por aqui, o consumo de tabaco caiu 50% em quase 20 anos, segundo dados do ministério.</p>
<p>Entre as medidas de restrição ao fumo adotadas nos últimos anos no país estão a proibição da publicidade de tabaco e o aumento de impostos sobre os produtos. O Ministério da Saúde apoia um projeto de lei que quer acabar com os fumódromos em ambientes fechados de uso coletivo no Brasil.</p>
<p><em>Fonte: </em><a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/806790-paises-americanos-se-unem-contra-industria-do-tabaco.shtml" target="_blank"><em>Folha Equilíbrio e Saúde</em></a></p>
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		<title>Garoto indonésio que fumava demais conseguiu parar</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 17:25:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Ardi Rizal, o menino indonésio de 2 anos que, segundo sua família, fumava cerca de 40 cigarros por dia conseguiu parar de fumar, após um intenso tratamento médico, informou o centro pediátrico em que ele era tratado nesta quinta-feira (2). Ardi Rizal chocou o mundo quando um vídeo em que aparecia fumando cigarros foi publicado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ardi Rizal, o menino indonésio de 2 anos que, segundo sua família, fumava cerca de 40 cigarros por dia conseguiu parar de fumar, após um intenso tratamento médico, informou o centro pediátrico em que ele era tratado nesta quinta-feira (2).</p>
<p>Ardi Rizal chocou o mundo quando um<a href="http://pneumologia.med.br/site/?p=944"> vídeo em que aparecia fumando cigarros</a> foi publicado na internet em maio e chamou a atenção para as falhas do país asiático em regular a indústria do tabaco.</p>
<p>“Ele deixou de fumar e o mais importante é que não pede mais cigarros”, disse o secretário-geral da Comissão Nacional de Proteção à Infância do país, Arist Merkeda Sirait.</p>
<p>Seis meses depois de seu pai lhe dar o primeiro cigarro, o garoto, acima do peso, estava fumando dois maços por dia e reagia com violência quando o vício não era satisfeito.</p>
<p>Acompanhado pela mãe, Ardil deixou a pequena vila em que vivia na ilha de Sumatra para se submeter ao tratamento na capital.</p>
<p>“Ele recebeu tratamento psicológico por um mês, tempo no qual os terapeutas o mantinham ocupado em atividades e o encorajavam a brincar com outros garotos da mesma idade”, disse Sirait. “Nós trocamos o passatempo dele de fumar por brincar.”</p>
<p><em>Veja mais no </em><a href="http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/09/apos-tratamento-indonesio-de-2-anos-para-de-fumar.html" target="_blank"><em>G1.</em></a></p>
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		<title>Fumo passivo também leva à mudanças genéticas no pulmão</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 13:01:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Pulmonares]]></category>
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		<description><![CDATA[Um grupo de cientistas da Universidade Cornell, em Nova York, afirma que o contato com a fumaça do cigarro, ainda que por fumo passivo ou ocasional, causa mudanças genéticas no pulmão. O artigo foi publicado no &#8220;American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine&#8221;, neste mês, e os pesquisadores afirmaram também que essas alterações expõem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp" style="text-align: left;">
<div id="attachment_1036" class="wp-caption alignleft" style="width: 311px"><a href="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2010/08/fumante_passivo.jpg"><img class="size-full wp-image-1036" title="fumante_passivo" src="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2010/08/fumante_passivo.jpg" alt="" width="301" height="301" /></a><p class="wp-caption-text">Fumo passivo altera a genética pulmonar</p></div>
<p>Um grupo de cientistas da Universidade Cornell, em Nova York, afirma que o contato com a fumaça do cigarro, ainda que por fumo passivo ou ocasional, causa mudanças genéticas no pulmão.</p></div>
<p style="text-align: left;">O artigo foi publicado no &#8220;American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine&#8221;, neste mês, e os pesquisadores afirmaram também que essas alterações expõem as pessoas a risco de câncer de pulmão e à doença pulmonar obstrutiva crônica, problema que limita o fluxo de ar, dificultando a respiração.</p>
<p style="text-align: left;">Segundo os autores, essa é a primeira vez que se encontram provas biológicas dos efeitos do fumo passivo, efeitos esses que já haviam sido relatados em muitos estudos epidemiológicos.</p>
<p style="text-align: left;">Segundo o pesquisador Ronald Crystal, até nos níveis mais baixos de exposição, foram encontramos efeitos diretos no funcionamento dos genes das células que revestem as vias respiratórias. O Dr. Crystal é o líder da pesquisa e chefe do departamento de medicina genética de Cornell.</p>
<p style="text-align: left;">O médico disse também que o efeito genético é menor do que o observado em pessoas que fumam com frequência, mas isso não significa que não haja efeitos prejudiciais para a saúde.</p>
<p style="text-align: left;"><em>Fonte: </em><a href="http://ajrccm.atsjournals.org/cgi/content/abstract/201002-0294OCv1?maxtoshow=&amp;hits=10&amp;RESULTFORMAT=&amp;author1=crystal&amp;searchid=1&amp;FIRSTINDEX=0&amp;resourcetype=HWCIT" target="_blank"><em>American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine</em></a></p>
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		<title>Maioria dos pontos de venda de cigarros é próxima de escolas</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 11:44:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[cigarros]]></category>
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		<description><![CDATA[Pesquisa Datafolha constatou que o número de pontos de venda de São Paulo que dizem receber incentivos da indústria tabagista também é maior quando há escolas nas redondezas. Os lojistas afirmam ganhar mais benefícios (como descontos) para colocar marcas novas de cigarros em local de maior visibilidade e dar treinamento ao vendedores. &#8220;Nunca percebi que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa Datafolha constatou que o número de pontos de venda de São Paulo que dizem receber incentivos da indústria tabagista também é maior quando há escolas nas redondezas.</p>
<p>Os lojistas afirmam ganhar mais benefícios (como descontos) para colocar marcas novas de cigarros em local de maior visibilidade e dar treinamento ao vendedores.</p>
<p>&#8220;Nunca percebi que é mais fácil comprar o cigarro perto da escola. Comecei a fumar há dois anos por influência dos amigos do grupo&#8221;, diz Marcos Fernando, 18, aluno de uma escola pública na região da avenida Paulista.</p>
<blockquote><p>&#8220;A primeira coisa que a indústria pensa é em repor a clientela porque sabe que muitos fumantes vão morrer&#8221;, afirma Stella Martins, médica do Cratod especialista em dependência química.</p></blockquote>
<p>&#8220;O cigarro é misturado à diversão da crianças, que são os doces. No caixa, elas têm a sensação de que aquilo é tão bom quanto o chocolate&#8221;, diz a publicitária Regina Blessa, especialista em merchandising de pontos de venda.</p>
<p>&#8220;Isso gera um contingente enorme de novos fumantes&#8221;, diz Jussara Fiterman, presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/785965-exposicao-de-cigarros-e-maior-perto-de-escolas-diz-datafolha.shtml" target="_blank"><em>Fonte: Folha Online</em></a></p>
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		<title>OMS anuncia fim da epidemia de gripe A</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 17:38:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category>
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		<category><![CDATA[influenza]]></category>

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		<description><![CDATA[A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta terça-feira o fim da pandemia de gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1), 14 meses depois de ter declarado o nível máximo de alerta pela aparição do vírus. Segundo o mais recente balanço da OMS, a gripe matou 18.449 pessoas em 214 países e territórios. &#8220;O mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta terça-feira o fim da pandemia de gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1), 14 meses depois de ter declarado o nível máximo de alerta pela aparição do vírus.</p>
<p>Segundo o mais recente balanço da OMS, a gripe matou 18.449 pessoas em 214 países e territórios.</p>
<p>&#8220;O mundo não está mais na fase seis de alerta pandêmico. Passamos para a fase pós-pandêmica&#8221;, disse a diretora geral do organismo, Margaret Chan, que cancelou o alerta após conselho do Comitê de Emergência da OMS, reunido horas antes.<span id="more-1026"></span></p>
<p>No período pós-pandemia, alerta Chan, o vírus deve continuar circulando por mais alguns anos. A diferença é que, em vez de um grande número de contaminações em uma ampla área, o vírus A (H1N1) circula agora como um vírus da gripe comum sazonal e não é mais a forma dominante de influenza.</p>
<p>Chan citou ainda relatórios recentes que indicam que entre 20% e 40% da população foi contaminada com o vírus e criou imunidade, o que garante um certo nível de proteção contra epidemias localizadas.</p>
<p>Segundo a OMS, o vírus H1N1 deixou 8.553 mortos no continente americano &#8211;onde teria começado a epidemia&#8211;, 4.879 mortos na Europa, 1.992 no Sudeste Asiático, 1.858 no oeste do Pacífico, 1.019 no leste do Mediterrâneo e 168 na África.</p>
<p><em>Fonte: </em><a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/780603-oms-anuncia-fim-da-pandemia-de-gripe-a-h1n1.shtml" target="_blank"><em>Folha Equilíbrio e Saúde</em></a></p>
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		<title>Lei anti-fumo completa um ano com adesão maciça</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 01:23:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Balanço realizado pela Secretaria de Estado da Saúde revelou que, desde a entrada em vigor da Lei Antifumo, no dia 7 de agosto, foram registradas em todo o Estado 736 autuações por desrespeito à norma. Dessas, 374 multas foram aplicadas em São Paulo e 362 foram no interior. No período, foram realizadas 322.033 ações de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Balanço realizado pela Secretaria de Estado da Saúde revelou que, desde a entrada em vigor da Lei Antifumo, no dia 7 de agosto, foram registradas em todo o Estado 736 autuações por desrespeito à norma. Dessas, 374 multas foram aplicadas em São Paulo e 362 foram no interior. No período, foram realizadas 322.033 ações de fiscalização (83.235 na capital paulista e 238.798 no interior).</p>
<p>Como vem ocorrendo desde o início da implantação da lei, o índice de cumprimento à norma manteve-se superior a 99%, tanto na cidade de São Paulo quanto nas demais regiões do Estado. Cerca de 500 fiscais da Vigilância Sanitária e do Procon foram especialmente treinados para fiscalizar o cumprimento da lei. Eles seguem realizando blitze diárias, em diferentes horários, incluindo madrugadas.</p>
<p>Na capital paulista, a zona sul foi a região com maior número de autuações registradas (105). Em seguida, vieram a região central (78), zona leste (74), zona norte (67) e zona oeste (50).</p>
<p>O alto índice de cumprimento e o respeito e apoio da população à lei já vem trazendo benefícios à saúde pública, confirmado em pesquisas que vêm sendo realizadas. Estudo realizado pelo Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas em cerca de 700 estabelecimentos do Estado, como bares e restaurantes, revelou que houve uma redução de 73,5% nos níveis de monóxido de carbono no interior desses ambientes. Os freqüentadores e funcionários desses estabelecimentos foram alguns dos grandes beneficiados pela lei.<span id="more-1022"></span></p>
<p>“É com muita satisfação que verificamos os índices de cumprimento da lei. Um ano depois de sua assinatura, fica ainda mais claro que foi um enorme acerto enfrentar, desta forma, um problema tão sério como o do tabagismo passivo. As pessoas, fumantes e não fumantes, compreenderam a importância e os benefícios, para a saúde pública, de manter os ambientes coletivos livres do tabaco”, afirma Luiz Roberto Barradas Barata, secretário de Estado da Saúde.</p>
<p>A lei antifumo foi sancionada pelo governo do Estado de São Paulo em maio do ano passado e está em vigor desde o último dia 7 de agosto. A legislação proíbe fumar em ambientes fechados de uso coletivo, como bares, restaurantes e casas noturnas. Quem quiser informar sobre o descumprimento da lei, pode fazer a denúncia por meio do telefone 0800 771 3541 ou pelo site www.leiantifumo.sp.gov.br</p>
<p style="text-align: right;"><em>Da Assessoria de Imprensa da Secretaria da Saúde</em></p>
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		<title>Dieta rica em vitaminas do complexo B podem proteger contra câncer de pulmão</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Jul 2010 13:58:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Pulmonares]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de pulmão]]></category>
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		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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		<description><![CDATA[Dieta rica em vitaminas B6, B9 (folato) e B12 e em metionina — um dos 20 tipos de aminoácidos existentes — é eficaz na proteção do organismo contra o câncer de pulmão. Segundo pesquisas da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, essas substâncias ajudam a prevenir a doença, pois atuam na frente cancerígena que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dieta rica em vitaminas B6, B9 (folato) e B12 e em metionina — um dos 20 tipos de aminoácidos existentes — é eficaz na proteção do organismo contra o câncer de pulmão. Segundo pesquisas da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, essas substâncias ajudam a prevenir a doença, pois atuam na frente cancerígena que não está relacionada apenas a mutações genéticas.</p>
<p>Além das causas mais conhecidas da doença, como alterações genéticas, poluição do ar ou fumo, duas outras vias podem aumentar seu risco de incidência: a alteração nos padrões de metilação dos genes e o baixo nível de síntese de nucleotídeos — unidades que formam o DNA. “É nesses dois caminhos que as vitaminas irão atuar”, explica a pesquisadora Valéria Troncoso Baltar, doutoranda em Saúde Pública na FSP.<span id="more-1008"></span></p>
<p>A metilação do DNA consiste na adição do radical metil — um átomo de carbono ligado a três átomos de hidrogênio (CH3) — aos genes. “Ela é necessária porque atua na manutenção, regulação e integridade do código genético”, afirma Valéria. Porém, a metilação em padrões inadequados, em excesso ou em falta, tem efeito cancerígeno.</p>
<p>O consumo das vitaminas em níveis satisfatórios mantém os padrões adequados de metilação porque elas atuam no ciclo de re-metilação. Tal ciclo trabalha em equilíbrio com os aminoácidos metionina e homocisteína, que por meio de processos químicos se transformam um no outro. Se o equilíbrio for rompido, o nível adequado de metilação do DNA também é afetado e isso pode desencadear o câncer. Segundo Valéria, este ciclo “pode ser quebrado pela falta de vitaminas B6 e B12 e do folato”, o que justifica a alimentação balanceada.</p>
<p>Os estudos também mostram que, quanto maior a presença de metionina no organismo, menor é a verificação da incidência de câncer de pulmão. Assim, a própria ingestão direta desse aminoácido também é benéfica na prevenção da doença.</p>
<p>As principais fontes de vitamina B6 são cereais e grãos, enquanto vitamina B12 e aminoácido metionina são encontrados em carnes e produtos lácteos. Folhas verdes escuras e feijões são fontes de vitamina B9 (folato).</p>
<p><em><a href="http://www.usp.br/agen/?p=27694" target="_blank">Fonte: Agência USP de Notícias</a></em></p>
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		<title>Tabaco: dependência e doença</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 14:14:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[cigarro]]></category>
		<category><![CDATA[dependência]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
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		<description><![CDATA[As pessoas ainda não consideram a dependência do tabaco como uma doença. Além disso, muitos desconhecem a relação entre o vício do cigarro e as patologias que ele causa ao longo da vida. Preocupados em descobrir se as pessoas leigas sabem que ser viciado em cigarro de tabaco é doença e também se elas identificam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As pessoas ainda não consideram a dependência do tabaco como uma doença. Além disso, muitos desconhecem a relação entre o vício do cigarro e as patologias que ele causa ao longo da vida.</p>
<p>Preocupados em descobrir se as pessoas leigas sabem que ser viciado em cigarro de tabaco é doença e também se elas identificam que o vício causa doenças específicas, pesquisadores da Faculdade de Medicina de Botucatu resolveram fazer o estudo com pacientes internados por quaisquer doenças, relacionadas ou não ao tabaco, em hospital público. O resultado da pesquisa mostrou que apenas 40% consideram o tabagismo como sendo doença e um número ainda menor vincula doenças ao vício.</p>
<p>De acordo com o artigo que apresenta os resultados do trabalho, publicado no Jornal Brasileiro de Pneumologia de março/abril de 2010, Irma de Godoy e colegas estudaram 186 pacientes com relação a hábitos ativos e passivos de tabagismo, aspectos demográficos, causa da internação e conhecimento deles sobre a relação entre tabagismo e doença. Avaliadas as respostas dos questionários aplicados, o grupo de pesquisa identificou 22,6% de fumantes, 34,4% de ex-tabagistas, 43% de pacientes que disseram nunca ter fumado e 73% com história de exposição passiva ao fumo.</p>
<p>“O diagnóstico de admissão foi o de doença possivelmente relacionada ao tabaco em 21,5% dos pacientes e em 39% dos fumantes ativos e ex-fumantes” e “a proporção de fumantes e ex-fumantes que não conheciam a associação entre o tabagismo e a causa de internação foi similar (56% vs. 65%)”, escrevem os autores. Eles explicam que “apenas 19% dos fumantes e 32% dos ex-fumantes acreditavam que o tabagismo tivesse afetado sua saúde” e que “a proporção de ex-fumantes e de não fumantes que acreditavam que parar de fumar é uma questão de vontade foi significativamente maior que aquela de fumantes ativos (64% e 53%, respectivamente, vs. 24%”. Finalmente, diz o texto, “embora 96% dos pacientes acreditassem que o tabagismo cause dependência, apenas 60% identificavam o tabagismo como uma doença”.</p>
<p><em>Fonte: </em><a href="http://www.anamt.org.br/newsletter/le_newsletters.php?idnewsletter=81&amp;id=198" target="_blank"><em>Agência Notisa, citada no Informativo ANAMT</em></a></p>
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		<title>SUS busca indenização junto à indústria do tabaco</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 17:52:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O objetivo é obter o ressarcimento pelos gastos do sistema público de saúde com o tratamento de doenças decorrentes do fumo. O governo espera a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) pelo Congresso para ingressar com novas ações na Justiça contra a indústria do tabaco. A expectativa é que a cobrança atinja bilhões de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O objetivo é obter o ressarcimento pelos gastos do sistema público de saúde com o tratamento de doenças decorrentes do fumo.</p>
<p>O governo espera a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) pelo Congresso para ingressar com novas ações na Justiça contra a indústria do tabaco. A expectativa é que a cobrança atinja bilhões de reais. Nos Estados Unidos, a indústria de cigarros pagou, nos anos 90, US$ 246 bilhões ao governo como indenização pelos gastos com o tratamento de pessoas que tiveram problemas por causa do uso do tabaco. No Brasil, o objetivo segue a mesma linha após a aprovação, que deverá ocorrer nesta semana.<span id="more-977"></span></p>
<p>A LDO traz uma orientação programática para o governo conforme descrito no parágrafo 6º do artigo 50 do projeto: &#8220;A União tomará medidas judiciais cabíveis necessárias ao ressarcimento das despesas do SUS com o tratamento de usuários de fumo e tabaco&#8221;.</p>
<p>Procurada, a Souza Cruz informou por meio de uma nota que a iniciativa inserida na Lei de Diretrizes Orçamentárias da União (LDO) é inconstitucional. &#8220;De acordo com disposição expressa da Constituição Federal, o Sistema Único de Saúde brasileiro é custeado por meio da arrecadação de tributos, cabendo ao Poder Executivo a gestão desses recursos na execução de políticas públicas de saúde. Além disso, a referida iniciativa também viola os limitadores constitucionais acerca do que pode ser contemplado neste tipo de lei e fere o princípio da separação de poderes&#8221;.</p>
<p>De acordo com a companhia, somente em 2009, a Souza Cruz recolheu aos cofres públicos mais de R$ 6,3 bilhões em tributos, totalizando aproximadamente R$ 26 bilhões de tributos recolhidos sobre a venda somente nos últimos cinco anos. &#8220;Importante ainda ressaltar que os riscos associados ao consumo de cigarros são amplamente conhecidos pela população em geral, pela comunidade médica e pelo próprio Estado que, ciente de se tratar de um produto de risco inerente, autoriza a sua fabricação e comercialização, mediante severas restrições regulatórias, ampla fiscalização e carga tributária &#8211; historicamente &#8211; elevada&#8221;, finaliza.</p>
<p><em><a href="http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=69535&amp;utm_source=newsletter_20100628&amp;utm_medium=email&amp;utm_content=SUS%20deve%20ser%20indenizado%20por%20ind%C3%BAstria%20de%20tabaco&amp;utm_campaign=SaudeBusinessWebNewsletter" target="_blank">Fonte: Saúde Business Web</a></em></p>
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		<title>Drogas e cigarros aumentam risco de infarto em jovens</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 18:17:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Pulmonares]]></category>
		<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
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		<description><![CDATA[O aumento do consumo de drogas é um dos grandes responsáveis pelo crescimento no número de infarto entre jovens no mundo. Nos Estados Unidos, cerca de 25% das vítimas de ataque cardíaco com idade até 50 anos são usuárias de cocaína, e a estimativa é que esse índice seja semelhante no Brasil. Esse crescimento preocupa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_973" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2010/06/jovem_fumo.jpg"><img class="size-full wp-image-973" title="jovem_fumo" src="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2010/06/jovem_fumo.jpg" alt="" width="300" height="255" /></a><p class="wp-caption-text">Jovens e cigarros: risco de infarto</p></div>
<p>O aumento do consumo de drogas é um dos grandes responsáveis pelo crescimento no número de infarto entre jovens no mundo. Nos Estados Unidos, cerca de 25% das vítimas de ataque cardíaco com idade até 50 anos são usuárias de cocaína, e a estimativa é que esse índice seja semelhante no Brasil.</p>
<p>Esse crescimento preocupa os especialistas, que debatem, esta semana, as peculiaridades do infarto em jovens durante o XXXI Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo.</p>
<p>Associado ao grande número de fumantes e obesos com menos de 50 anos, o aumento no consumo de drogas como cocaína e anfetamina provocou uma explosão nos óbitos por infarto agudo do miocárdio em pessoas nessa faixa etária, segundo os especialistas. “Precisamos estar muito bem preparados para atender esse público. Remédios para combater a hipertensão, por exemplo, utilizados por pacientes comuns não podem ser ministrados para quem consome drogas”, explica o cardiologista Rui Ramos. Ele acrescenta que o betabloqueador &#8211; utilizado no pós-infarto, ou no tratamento de angina, arritmias e certas formas de tremores &#8211; também é proibido para usuários de drogas.<span id="more-970"></span></p>
<p>De acordo com o cardiologista, nos Estados Unidos, o consumo de anfetaminas, como o ecstasy, também está em crescimento. “Assim como a cocaína, esse tipo de droga ilícita aumenta de 40% a 50% o risco de uma pessoa desenvolver problemas nas coronárias, principalmente a aterosclerose. E a consequência é, na maioria das vezes, o infarto”, destaca o especialista.</p>
<p>O quadro é ainda mais grave quando o paciente possui familiares em primeiro grau com aterosclerose precoce.</p>
<blockquote><p>“Alguns estudos revelam que 92% dos jovens que sofrem infarto são tabagistas. Cerca de 40% deles possuem familiares em primeiro grau com aterosclerose precoce e 65% apresentaram distúrbios da glicose”, revela Ramos.</p></blockquote>
<p>O especialista lembra que o vício em geral, como o álcool e o tabaco, é um veneno adicional para o coração, e os jovens devem ser orientados em relação a esses riscos. O álcool potencializa em três vezes o efeito maléfico da cocaína. Já o tabaco eleva o risco de infarto em 300%.</p>
<blockquote><p> &#8221;O jovem acha que é imortal e, quando percebe o dano que causou à própria vida, muitas vezes, é tarde demais. Temos que ser duros e realistas na conversa com eles e colocar que o tabaco e as drogas ilícitas causam inúmeros problemas, inclusive a disfunção erétil&#8221;, explica o cardiologista.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: DOC Press Comunicação – SOCESP. Press release. 28 de abril de 2010.</em></p>
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		<title>Asma, rinite, dermatite: uma só doença</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 11:44:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Pulmonares]]></category>
		<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[alergia]]></category>
		<category><![CDATA[asma]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma reportagem publicada na 9ª edição da revista Unesp Ciência sugere que três problemas alérgicos aparentemente distintos, como asma, rinite e dermatite, podem ser considerados um só, na realidade. A única diferença é a parte do organismo em que eles se manifestam: a pele, no caso da dermatite; o pulmão, na asma; e o nariz, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma reportagem publicada na 9ª edição da revista Unesp Ciência sugere que três problemas alérgicos aparentemente distintos, como asma, rinite e dermatite, podem ser considerados um só, na realidade.</p>
<p>A única diferença é a parte do organismo em que eles se manifestam: a pele, no caso da dermatite; o pulmão, na asma; e o nariz, na rinite; o que os médicos chamam de tríade atópica ou tríade alérgica.</p>
<p>O professor imunologista pediátrico da Faculdade de Medicina da Unesp em Botucatu, Antonio Zuliani, explicou que a trajetória dessas doenças tem início com o aparecimento dos primeiros sinais de eczema em bebês, seguido pelas dificuldades respiratórias meses depois. A partir dos 4 anos, aparece a asma e, a partir dos 7, a rinite. <span id="more-965"></span></p>
<p>Estatísticas revelam que 55% dos pequenos portadores da dermatite -inflamação de origem alérgica que causa vermelhidão, lesões e coceira- ficam livres do sintoma quando crescem, mas entre 50% e 80% desses pacientes estão sujeitos a desenvolver asma e outra boa parte a ter rinite alérgica, de acordo com Zuliani.</p>
<p>Uma grande pesquisa realizada na Austrália, pelas Universidades de Melbourne e Monash em parceria com o Instituto de Pesquisa Menzies, acompanhou a trajetória da saúde de 8.583 pessoas, a partir dos 7 anos de idade, por cerca de quatro décadas.</p>
<p>Segundo o estudo, quem sofria de eczema na infância tinha uma propensão 70% maior de desenvolver asma até a idade adulta, em comparação a quem não foi atingido pela dermatite.</p>
<p>Entre os adolescentes, o número aumentava para 114%. Zuliani observou também que se sofrem os brônquios, sofre também o nariz, e que cerca de 80% dos pacientes com asma já enfrentaram crises de rinite.</p>
<p>De acordo com a reportagem, pesquisadores querem entender melhor por que a dermatite atópica está relacionada à asma, na busca por novos tratamentos. A maior questão é descobrir se existe uma relação causal entre as duas doenças ou se elas apenas se limitam a diferentes faces do mesmo problema.</p>
<p>Pesquisadores americanos da Universidade Washington, no Missouri, investigaram essa hipótese realizando experimentos em camundongos modificados geneticamente para que desenvolvessem o eczema. Concluíram que a pele lesionada libera uma substância desencadeadora de poderosa resposta imune, a TSLP (linfopoietina estromal tímica), que ao ingressar na circulação sanguínea e atingir os pulmões dos roedores, provoca os mesmos sintomas da asma.</p>
<p>Outros estudo mostraram que camundongos com pele sadia mas alterados geneticamente para produzir mais TSLP que o normal também sofreram do problema pulmonar.</p>
<p>Rafael Kopan, um dos autores da pesquisa, afirmou que a busca de formas de inibir a liberação de TSLP pode ser a chave para romper a associação entre asma e eczema.</p>
<p><em>Fonte: </em><a href="http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2010/06/09/pesquisa-sugere-que-asma-rinite-e-dermatite-podem-ser-mesmo-problema.jhtm" target="_blank"><em>BOL</em></a></p>
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		<title>21 de junho: Dia Nacional da Asma</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jun 2010 12:55:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[asma]]></category>
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		<description><![CDATA[A cada 10 adultos, um é asmático. Entre as crianças, a proporção é ainda mais preocupante: uma a cada cinco tem asma. Comemorado em 21 de junho, o Dia Nacional da Asma deve servir de alerta para os altos índices de incidência da doença. Mesmo tratável e com tratamento de baixo custo, disponibilizado pela rede pública, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cada 10 adultos, um é asmático. Entre as crianças, a proporção é ainda mais preocupante: uma a cada cinco tem asma.</p>
<p>Comemorado em 21 de junho, o <strong>Dia Nacional da Asma</strong> deve servir de alerta para os altos índices de incidência da doença. Mesmo tratável e com tratamento de baixo custo, disponibilizado pela rede pública, a doença ainda é altamente prevalente, alerta a <strong>Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia</strong>.</p>
<p><a href="http://www.sppt.org.br/wp/?p=912" target="_blank"><em>Veja mais no site da SPPT.</em></a></p>
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		<title>81 milhões foram vacinados no Brasil contra gripe A</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 22:04:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[gripe A(H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[influenza]]></category>

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		<description><![CDATA[O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou nesta quinta-feira (17) que 81 milhões de pessoas foram vacinadas em 2010 contra a gripe A (H1N1). O número, registrado às 9h da manhã, representa mais de 88% do público-alvo da vacinação, que é de 92 milhões de pessoas. Os dados mostram que o governo conseguiu cumprir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou nesta quinta-feira (17) que 81 milhões de pessoas foram vacinadas em 2010 contra a gripe A (H1N1). O número, registrado às 9h da manhã, representa mais de 88% do público-alvo da vacinação, que é de 92 milhões de pessoas.</p>
<p>Os dados mostram que o governo conseguiu cumprir a meta de 80% de vacinação das pessoas que mais corriam risco de adquirir a doença. &#8220;É a maior vacinação que já aconteceu [na história do país]&#8220;, disse o ministro durante entrevista coletiva em Brasília.</p>
<p>Segundo Temporão, o Brasil foi o país que mais vacinou em termos percentuais a população contra o vírus A H1N1. &#8220;42% da população brasileira foi vacinada. O Brasil vacinou um número de pessoas praticamente igual à população da Alemanha&#8221;, disse.</p>
<p>O ministro também informou que a vacinação continuará nas cidades em que a meta não foi cumprida, e que novos dados sobre a vacinação ainda estão chegando ao ministério.</p>
<p><a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/06/imunizacao-contra-h1n1-atingiu-81-milhoes-de-pessoas-diz-temporao.html" target="_blank"><em>Veja a notícia completa no G1</em></a></p>
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		<title>31 de maio: Dia Mundial sem Tabaco &#8211; A vez das mulheres</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 00:13:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[cigarro]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>

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		<description><![CDATA[O Dia Mundial sem Tabaco deste ano, comemorado nesta segunda-feira (31), terá como alvo as mulheres. O tema de 2010, escolhido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é gênero e tabaco com ênfase no marketing para as mulheres. No Brasil, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), 40% das mortes de mulheres com menos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Dia Mundial sem Tabaco deste ano, comemorado nesta segunda-feira (31), terá como alvo as mulheres. O tema de 2010, escolhido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é gênero e tabaco com ênfase no marketing para as mulheres. No Brasil, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), 40% das mortes de mulheres com menos de 65 anos são causadas pelo consumo de tabaco.</p>
<p>O objetivo da campanha é alertar sobre as estratégias que a indústria do tabaco usa para atingir o público feminino e os males que o cigarro causa à saúde e ao meio ambiente. De acordo com a OMS, as mulheres hoje são o principal alvo da indústria do tabaco.</p>
<p>Segundo a OMS, o cigarro mata por ano mais de 5 milhões de pessoas &#8211; entre as quais, 1,5 milhão de mulheres. Se não forem tomadas medidas urgentes, alerta a OMS, o uso do tabaco poderá matar mais de 8 milhões de pessoas até 2030, dos quais 2,5 milhões serão mulheres. A maior incidência será entre as de baixa renda.</p>
<p>Atualmente, o mundo tem 1 bilhão de fumantes &#8211; entre eles, 200 milhões de mulheres. De acordo com a OMS, enquanto o tabagismo cai entre os homens, em alguns países aumenta o número de mulheres fumantes. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada em 2008, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o Ministério da Saúde, mostra que no Brasil o tabagismo está caindo. Entretanto, a queda é menor entre as mulheres do que entre os homens.</p>
<p><em>Fonte: </em><a href="http://click.uol.com.br/?rf=home-vC-fotopequena-manchete&amp;u=http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/743030-fumo-e-responsavel-por-40-das-mortes-de-mulheres-com-menos-de-65-anos.shtml" target="_blank"><em>Folha OnLine</em></a></p>
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		<title>Criança de dois anos fuma 40 cigarros por dia</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 15:39:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Até que ponto vai a imbecilidade humana. Um garoto de apenas 2 anos fuma 40 cigarros por dia na Indonésia. O primeiro cigarro lhe foi oferecido pelo próprio pai, quando tinha um ano e seis meses de vida, segundo informações do site do jornal inglês &#8220;Daily Mail&#8221;. O problema é recorrente no país, onde 25% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="320" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/FEkxYbLQt68&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="320" src="http://www.youtube.com/v/FEkxYbLQt68&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>Até que ponto vai a imbecilidade humana.</p>
<p>Um garoto de apenas 2 anos fuma 40 cigarros por dia na Indonésia. O primeiro cigarro lhe foi oferecido pelo <em><strong>próprio pai, quando tinha um ano e seis meses de vida</strong></em>, segundo informações do site do jornal inglês &#8220;Daily Mail&#8221;. O problema é recorrente no país, onde<em><strong> 25% das crianças entre 3 e 15 anos já experimentaram um cigarro</strong></em>.</p>
<p>Ardi Rizal vive na província Musi Banyuasin e fuma apenas uma marca, que dá um custo de 3,78 libras por dia aos pais.</p>
<p>Agentes locais ofereceram um carro novo para a família Rizal com a condição do menino largar o vício, mas seus pais se sentem incapazes de detê-lo, por causa da birra que o menino faz.</p>
<p>Sua mãe declarou ao jornal que o filho está totalmente viciado e que, se ele não recebe cigarros, fica bravo, grita e bate a cabeça contra a parede, dizendo que se sente tonto e doente.</p>
<p>Apesar disso, seu pai Mohammed diz que ele lhe parece muito saudável e não vê problemas no hábito do filho.</p>
<p><em>Veja a notícia completa na </em><a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/741063-garoto-de-2-anos-fuma-40-cigarros-por-dia-na-indonesia.shtml" target="_blank"><em>Folha Equilíbrio e Saúde</em></a></p>
<p><a href="http://pneumologia.med.br/site/?p=1040"><em>Veja atualização desta notícia aqui</em></a></p>
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		<title>Adolescentes que fumam uma só vez ao mês podem se tornar dependentes</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 15:32:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
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		<category><![CDATA[dependência]]></category>
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		<description><![CDATA[Adolescentes que fumam uma vez ao mês podem estar no caminho para a dependência, principalmente se apresentarem sintomas precoces, como ânsia de fumar ou irritação quando não podem fazê-lo. Essa é a conclusão de um estudo feito na Universidade de Massachusetts (EUA) e publicado no periódico científico &#8220;Pediatrics&#8221;, que acompanhou voluntários durante quatro anos. Os adolescentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adolescentes que fumam uma vez ao mês podem estar no caminho para a dependência, principalmente se apresentarem sintomas precoces, como ânsia de fumar ou irritação quando não podem fazê-lo. Essa é a conclusão de um estudo feito na Universidade de Massachusetts (EUA) e publicado no periódico científico &#8220;Pediatrics&#8221;, que acompanhou voluntários durante quatro anos.</p>
<p>Os adolescentes foram submetidos a 11 entrevistas individuais, de 2002 a 2006, sobre a presença de sintomas da dependência. Neste período, 62% deles fumavam ao menos uma vez por mês, 52% tinham sintomas de dependência e 40% tornaram-se fumantes diários.</p>
<p>Os pesquisadores observaram que a frequência com que os jovens fumavam era um indicativo de sintomas de dependência na entrevista seguinte.</p>
<p>Por sua vez, o número de sintomas estava relacionado a um aumento da frequência de consumo. Fumar no mínimo uma vez ao mês -ou por semana, como ocorreu em alguns casos- foi um fator de risco forte para o aparecimento de sintomas, como grande desejo de fumar, seguido por sintomas de abstinência da nicotina, aumento da frequência de consumo para diária e relatos de sensação de dependência e de dificuldade para se controlar.</p>
<p><em>Fontes: </em><a href="http://pediatrics.aappublications.org/cgi/content/abstract/peds.2009-0238v1?maxtoshow=&amp;hits=10&amp;RESULTFORMAT=&amp;fulltext=370&amp;searchid=1&amp;FIRSTINDEX=0&amp;sortspec=relevance&amp;resourcetype=HWCIT" target="_blank"><em>Pediatrics</em></a><em> e </em><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u732730.shtml" target="_blank"><em>Folha Saúde</em></a></p>
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		<title>Apresentação sobre Tabagismo</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 16:22:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apresentações]]></category>
		<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[cancer]]></category>
		<category><![CDATA[cigarros]]></category>
		<category><![CDATA[fumante]]></category>
		<category><![CDATA[pulmão]]></category>

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		<description><![CDATA[Nosso colega Dr. Luiz Roberto Fontes elaborou esta apresentação sobre Tabagismo, que contém imagens muito interessantes sobre os males do fumo. Alguns dados estatísticos também são apresentados, bem como imagens diversas de campanhas contra o tabagismo em todo o mundo. Vale a pena conferir: clique aqui]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_922" class="wp-caption alignleft" style="width: 152px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.pneumologia.med.br/downloads/tabagismo.pps" target="_blank"><img class="size-full wp-image-922 " title="Apresentação sobre Tabagismo" src="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2009/07/apres_tabagismo.jpg" alt="" width="142" height="155" /></a></dt>
</dl>
</div>
<p>Nosso colega Dr. Luiz Roberto Fontes elaborou esta apresentação sobre Tabagismo, que contém imagens muito interessantes sobre os males do fumo.</p>
<p>Alguns dados estatísticos também são apresentados, bem como imagens diversas de campanhas contra o tabagismo em todo o mundo.</p>
<p>Vale a pena conferir: <a href="http://www.pneumologia.med.br/downloads/tabagismo.pps" target="_blank">clique aqui</a></p>
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		<title>Governo prorroga vacinação e inclui crianças de 2 a 4 anos</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 19:36:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
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		<description><![CDATA[O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou nesta sexta-feira (21) que crianças com idades entre 2 e 4 anos e 11 meses podem se vacinar contra a nova gripe a partir da próxima segunda-feira (24). Até agora, apenas as crianças que tivessem entre seis meses e dois anos haviam sido imunizadas contra o vírus. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou nesta sexta-feira (21) que crianças com idades entre 2 e 4 anos e 11 meses podem se vacinar contra a nova gripe a partir da próxima segunda-feira (24).</p>
<p>Até agora, apenas as crianças que tivessem entre seis meses e dois anos haviam sido imunizadas contra o vírus.</p>
<p>O ministro disse também que o fim da campanha de vacinação contra a gripe A (H1N1) foi adiado até o dia 2 de junho. Segundo o ministro, a vacinação está aberta para adultos com idades de 30 a 39 anos e gestantes, além das crianças. </p>
<p><em>Fonte: </em><a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/05/ministro-diz-que-vacinacao-da-nova-gripe-vai-ate-2-de-junho.html" target="_blank"><em>G1</em></a></p>
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		<title>Campanha de vacinação se aproxima do fim sem atingir meta</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 17:06:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>

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		<description><![CDATA[A campanha de vacinação contra a gripe A (H1N1), que começou no dia 8 de março, chega ao fim nesta sexta-feira (21) e o estado de São Paulo se apressa para tentar vacinar mais 2,5 milhões de pessoas. Até agora, foram 13,5 milhões de pessoas imunizadas, de acordo com o último balanço divulgado pela Secretaria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A campanha de vacinação contra a gripe A (H1N1), que começou no dia 8 de março, chega ao fim nesta sexta-feira (21) e o estado de São Paulo se apressa para tentar vacinar mais 2,5 milhões de pessoas. Até agora, foram 13,5 milhões de pessoas imunizadas, de acordo com o último balanço divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde no dia 13 de maio. A meta é atingir 16 milhões.</p>
<p>Nesta etapa, estão sendo vacinadas as pessoas que têm entre 30 e 39 anos, além dos demais grupos – chamados prioritários – que ainda não tomaram a vacina.</p>
<p><em>Veja a notícia completa no </em><a href="http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/05/sp-quer-vacinar-25-milhoes-contra-nova-gripe-ate-sexta-feira.html" target="_blank"><em>G1</em></a></p>
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		<title>Ministro da Saúde faz balanço da gripe A</title>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 23:38:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[influenza]]></category>
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		<description><![CDATA[O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou nesta sexta-feira que em 2010 já foram registradas 361 internações por causa da gripe A (H1N1), conhecida como gripe suína, no território brasileiro. As internações ocorreram desde o dia 1º de janeiro até o dia 3 de abril. No período, ocorreu um total de 50 mortes, sendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou nesta sexta-feira que em 2010 já foram registradas 361 internações por causa da gripe A (H1N1), conhecida como gripe suína, no território brasileiro. As internações ocorreram desde o dia 1º de janeiro até o dia 3 de abril. No período, ocorreu um total de 50 mortes, sendo que as mulheres representam 76% delas e as gestantes, 32%.</p>
<p>Ao todo, 47,5 milhões de pessoas receberam vacina contra a gripe suína no Brasil, o que, segundo o governo, representa 81% do público-alvo convocado inicialmente.</p>
<p>Entre os grupos prioritários, porém, a vacinação apresenta problemas. O objetivo do governo é que 80% das pessoas destes grupos sejam vacinadas, mas entre as gestantes o índice está em 63%, e, nos adultos de 20 a 29 anos, em 69%.</p>
<p><em>Veja mais na </em><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u731804.shtml" target="_blank"><em>Folha Online</em></a></p>
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		<title>Imagens de campanhas contra o fumo</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 22:17:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[Campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[cigarro]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[fumo]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja aqui diversas imagens de campanhas realizadas contra o fumo, em diferentes lugares do mundo. Contribuição: Dr. Carlos Mathias]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Mais imagens de campanhas contra o fumo" href="http://pneumologia.med.br/site/?page_id=901" target="_self"><img class="ngg-singlepic ngg-none" title="Mais imagens de campanhas contra o fumo" src="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/gallery/imagens-de-campanhas/fumo4.jpg" alt="fumo4" width="552" height="294" />Veja aqui</a> diversas imagens de campanhas realizadas contra o fumo, em diferentes lugares do mundo.</p>
<p><em>Contribuição: Dr. Carlos Mathias</em></p>
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		<title>Ministério da Saúde prorroga campanha de vacinação contra gripe A</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 18:09:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério da Saúde prorrogou em todo o país até o dia 7 de maio o prazo para vacinação dos grupos que já estiveram em outras fases da campanha de combate ao vírus Influenza A (H1N1). Segundo os dados da pasta, já forma vacinadas 36,9 milhões de pessoas contra a doença. Com a prorrogação, gestantes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde prorrogou em todo o país até o dia 7 de maio o prazo para vacinação dos grupos que já estiveram em outras fases da campanha de combate ao vírus Influenza A (H1N1). Segundo os dados da pasta, já forma vacinadas 36,9 milhões de pessoas contra a doença.</p>
<p>Com a prorrogação, gestantes, pessoas com doenças crônicas, crianças de seis meses a dois anos e jovens de 20 a 29 anos têm mais um prazo para tomar a vacina. Pessoas idosas com doenças crônicas também podem tomar o medicamento contra a nova gripe até esta data.</p>
<p>O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, considerou positiva a adesão à campanha de vacinação até o momento. “Acho que é um número positivo. Se fizer um balanço por grupos, já atingimos 60% da meta até agora. É bom lembrar que a população de 30 a 39 anos ainda não pode se vacinar”.</p>
<p>Segundo o ministro, a expectativa é até o final da campanha vacinar 80% da população incluída nos públicos-alvo, que é de cerca de 90 milhões de pessoas.</p>
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		<title>Baixa umidade do ar aumenta atendimentos de doenças respiratórias</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 13:34:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Pulmonares]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[ar]]></category>
		<category><![CDATA[baixa]]></category>
		<category><![CDATA[coceira]]></category>
		<category><![CDATA[garganta]]></category>
		<category><![CDATA[sazonal]]></category>
		<category><![CDATA[tosse]]></category>
		<category><![CDATA[umidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Em algumas regiões do país a umidade relativa do ar tem caído, originando um clima mais seco, propício a causar um aumento nos atendimentos à doenças respiratórias. Índices de umidade do ar baixo podem causar irritação nos olhos, garganta e nariz de indivíduos sadios, mas também pioram muito os quadros de rinite e asma. No [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2010/04/tosse-constante.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-896" title="tosse-constante" src="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2010/04/tosse-constante-300x200.jpg" alt="" width="240" height="160" /></a>Em algumas regiões do país a umidade relativa do ar tem caído, originando um clima mais seco, propício a causar um aumento nos atendimentos à doenças respiratórias.</p>
<p>Índices de umidade do ar baixo podem causar irritação nos olhos, garganta e nariz de indivíduos sadios, mas também pioram muito os quadros de rinite e asma.</p>
<p>No nariz, o ar deve ser umificado e filtrado, mas nesta época,  chega às vias respiratórias mais seco que o habitual. Desta forma, provoca irritação, coceira, aumento da secreção, tosse, obstrução nasal. Nos olhos, pode provocar sensação de ressecamento, ardência, olhos vermelhos e fotofobia (dificuldade para olhar para a luz).</p>
<p>Recomendações de saúde frente ao tempo seco:</p>
<ul>
<li>Usar umidificadores de ar ou colocar uma vasilha com água ou toalha molhada no lugar onde irá dormir;</li>
<li>Manter a casa higienizada, arejada e ensolarada;</li>
<li>Tomar bastante líquido para hidratar corpo e secreções;</li>
<li>Evitar exposição prolongada a ambientes com ar-condicionado, já que este ajuda a ressecar o ambiente;</li>
<li>Realizar atividades físicas antes das 10h ou após 17h, quando o ar está mais úmido;</li>
<li>Forrar travesseiros e colchões com plástico, usar edredons ao invés de cobertores, retirar tapetes ou objetos que acumulem pó como livros, revistas, brinquedos de pelúcia e caixas;</li>
<li>Evitar produtos de limpeza com cheiros fortes;</li>
<li>Usar persianas laváveis;</li>
<li>Evitar plantas dentro da casa;</li>
<li>Não deixar ninguém fumar dentro de casa;</li>
<li>Usar roupas leves quando a temperatura estiver elevada;</li>
<li>Usar soro fisiológico para os olhos ou narinas se houver irritação;</li>
<li>Evitar animais dentro de casa.</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Vacinação atinge 30 milhões de pessoas</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 22:02:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[gripe A(H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[gripe suína]]></category>
		<category><![CDATA[influenza]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>

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		<description><![CDATA[A vacinação contra a gripe A (H1N1) &#8211;a gripe suína&#8211; atingiu nesta terça-feira 30 milhões de pessoas, de acordo com balanço do Ministério da Saúde atualizado até as 15h30. O número corresponde a 40% das pessoas esperadas até o próximo dia 23: gestantes, pessoas com doenças crônicas, crianças de seis meses a dois anos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A vacinação contra a gripe A (H1N1) &#8211;a gripe suína&#8211; atingiu nesta terça-feira 30 milhões de pessoas, de acordo com balanço do Ministério da Saúde atualizado até as 15h30. O número corresponde a 40% das pessoas esperadas até o próximo dia 23: gestantes, pessoas com doenças crônicas, crianças de seis meses a dois anos de idade e população entre 20 e 29 anos. A meta é chegar a 80%.</p>
<p>A adesão das grávidas à campanha ainda está em 55%. Há uma semana, o percentual era de 44%. Há uma preocupação especial para que elas se vacinem porque a mortalidade pelo vírus entre elas foi 50% maior do que entre a população em geral no ano passado.</p>
<p>De acordo com uma pesquisa encomendada pelo Ministério da Saúde, 40% das pessoas que ainda não se vacinaram alegaram falta de tempo. Apenas 3% declararam que não querem ser imunizadas, e 7% têm medo da reação da vacina. O levantamento foi feito por telefone com 1.504 entrevistados em todo o país.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Grupos prioritários</th>
<th>Data da vacinação</th>
</tr>
<tr>
<td>Trabalhadores da saúde e indígenas</td>
<td>08/03 a 19/03</td>
</tr>
<tr>
<td>Gestantes</td>
<td>22/03 a 23/04</td>
</tr>
<tr>
<td>Doentes crônicos</td>
<td>22/03 a 23/04</td>
</tr>
<tr>
<td>Crianças de seis meses a menores de dois anos</td>
<td>22/03 a 23/04</td>
</tr>
<tr>
<td>População de 20 a 29 anos</td>
<td>05/04 a 23/04</td>
</tr>
<tr>
<td>Campanha de vacinação do idoso (gripe comum)</td>
<td>24/04 a 07/05</td>
</tr>
<tr>
<td>População de 30 a 39 anos</td>
<td>10/05 a 21/05</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th colspan="13">Doenças crônicas para vacinação</th>
</tr>
<tr>
<td>Obesidade grau 3 (antiga obesidade mórbida) em crianças, adolescentes e adultos</td>
</tr>
<tr>
<td>Doença respiratória crônica desde a infância (ex: fibrose cística, displasia broncopulmonar)</td>
</tr>
<tr>
<td>Asma (forma grave)</td>
</tr>
<tr>
<td>Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (ex: distrofia neuromuscular)</td>
</tr>
<tr>
<td>Imunodepresão por uso de medicação ou relacionada às doenças crônicas</td>
</tr>
<tr>
<td>Diabetes</td>
</tr>
<tr>
<td>Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória</td>
</tr>
<tr>
<td>Doença hepática (ex: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica)</td>
</tr>
<tr>
<td>Insuficiência renal crônica, principalmente em doentes em diálise</td>
</tr>
<tr>
<td>Doença hematológica (ex: hemoglobinopatias)</td>
</tr>
<tr>
<td>Menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (ex: doença reumática autoimune, doença de Kawasaki)</td>
</tr>
<tr>
<td>Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca</td>
</tr>
<tr>
<td>Cardiopatia estrutural (ex: hipertensão arterial pulmonar e valvulopatia)</td>
</tr>
<tr>
<td>Cardiopatia isquêmica ou hipertensiva com disfunção ventricular</td>
</tr>
<tr>
<td>Cardiopatias congênitas cianóticas</td>
</tr>
<tr>
<td>Cardiopatias congênitas acianóticas (não corrigidas cirurgicamente ou por intervenção)</td>
</tr>
<tr>
<td>Miocardiopatia (dilatada, hipertrófica ou restritiva)</td>
</tr>
<tr>
<td>Pericardiopatia</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="13">Fonte: Ministério da Saúde</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os pacientes devem consultar o médico antes de tomar a vacina para esclarecer dúvidas e receber orientações.</p>
<p><em>Fonte: </em><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u723580.shtml" target="_blank"><em>Folha Online</em></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Acupuntura para o tratamento de asma</title>
		<link>http://pneumologia.med.br/site/?p=880</link>
		<comments>http://pneumologia.med.br/site/?p=880#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 10 Apr 2010 11:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Pulmonares]]></category>
		<category><![CDATA[acupuntura]]></category>
		<category><![CDATA[asma]]></category>

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		<description><![CDATA[Até o momento não há nenhuma evidência que o tratamento com acupuntura seja eficiente para o tratamento da asma. O estudo foi feito através de revisão de vários trabalhos científicos, pela Biblioteca Cochrane, e não mostrou a superioridade desta terapia. Fonte: Acupuncture for Chronic Asthma, Cochrane Library]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até o momento não há nenhuma evidência que o tratamento com acupuntura seja eficiente para o tratamento da asma.</p>
<p>O estudo foi feito através de revisão de vários trabalhos científicos, pela Biblioteca Cochrane, e não mostrou a superioridade desta terapia.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://cochrane.bvsalud.org/cochrane/show.php?db=reviews&amp;mfn=5&amp;id=&amp;lang=pt&amp;dblang=&amp;lib=COC" target="_blank">Acupuncture for Chronic Asthma, Cochrane Library</a></em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>60 mil exibições no YouTube!</title>
		<link>http://pneumologia.med.br/site/?p=888</link>
		<comments>http://pneumologia.med.br/site/?p=888#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 15:11:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Nosso primeiro vídeo, disponível no YouTube, alcançou 60.000 visitantes!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/TxiQqmWyPCw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/TxiQqmWyPCw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;">Nosso primeiro vídeo, disponível no YouTube, alcançou 60.000 visitantes!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Vacina contra a gripe A estará disponível em clínicas privadas</title>
		<link>http://pneumologia.med.br/site/?p=884</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 14:59:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[gripe A(H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[gripe suína]]></category>
		<category><![CDATA[influenza]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>

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		<description><![CDATA[A vacina contra a gripe suína começa a chegar a clinicas particulares na semana que vem, segundo o laboratório Solvay Pharma, fabricante que pertence à Abbott e é o único que já conseguiu aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para disponibilizar sua vacina na rede privada. A vacina é diferente da usada pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A vacina contra a gripe suína começa a chegar a clinicas particulares na semana que vem, segundo o laboratório Solvay Pharma, fabricante que pertence à Abbott e é o único que já conseguiu aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para disponibilizar sua vacina na rede privada.</p>
<p>A vacina é diferente da usada pelo Ministério da Saúde na campanha nacional. A dose adotada pelo governo é a monovalente &#8211;protege apenas contra a gripe suína. Já as clínicas terão doses trivalentes, que imunizam também contra dois vírus da gripe comum.</p>
<p>Essa proteção mais abrangente é uma das vantagens da vacina tríplice apontada por Novartis e Sanofi, que esperam autorização da Anvisa para também vender seus produtos. Esses fabricantes afirmam ainda que a OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda a vacina contra as três gripes.</p>
<p>Segundo o ministério, a monovalente era a disponível no mercado em outubro, quando iniciou a compra das doses.</p>
<p>Nas clínicas particulares, pessoas que não estão na campanha oficial poderão buscar a imunização. Recebem doses do ministério grávidas, pessoas entre 20 e 39 anos, crianças até dois anos e doentes crônicos, entre outros grupos de risco.</p>
<p><em>Veja mais na </em><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u718450.shtml" target="_blank"><em>Folha Online</em></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Acupuntura e laserterapia para parar de fumar</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 11:48:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Até o momento não há nenhuma evidência que o tratamento com acupuntura, acupressão, laserterapia ou eletroestimulação são efetivos para o tratamento de cessação de tabagismo. Embora alguns pacientes consigam parar com estas técnicas, uma revisão de trabalhos científicos feita pela Biblioteca Cochrane não mostrou que estas técnicas sejam superiores até mesmo quando nada é feito. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até o momento não há nenhuma evidência que o tratamento com acupuntura, acupressão, laserterapia ou eletroestimulação são efetivos para o tratamento de cessação de tabagismo.</p>
<p>Embora alguns pacientes consigam parar com estas técnicas, uma revisão de trabalhos científicos feita pela Biblioteca Cochrane não mostrou que estas técnicas sejam superiores até mesmo quando nada é feito. Ou seja, parar por conta própria é tão eficaz quanto o uso destas terapias.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://cochrane.bvsalud.org/cochrane/show.php?db=reviews&amp;mfn=6&amp;id=&amp;lang=pt&amp;dblang=&amp;lib=COC" target="_blank">Acupuncture and related interventions for smoking cessation, Cochrane Library, 2010</a>.</em></p>
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		<title>Fumo afeta a circulação das crianças e adolescentes</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 18:16:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
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		<description><![CDATA[O fumo passivo pode afetar a saúde das artérias bem mais cedo do que se acredita. Crianças e adolescentes que moram com pessoas fumantes já apresentam, em consequência, um espessamento das paredes dos vasos, conforme revela uma pesquisa finlandesa publicada no periódico &#8220;Circulation&#8221;. Até este momento, esse efeito da exposição à fumaça do cigarro não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O fumo passivo pode afetar a saúde das artérias bem mais cedo do que se acredita. Crianças e adolescentes que moram com pessoas fumantes já apresentam, em consequência, um espessamento das paredes dos vasos, conforme revela uma pesquisa finlandesa publicada no periódico &#8220;Circulation&#8221;. Até este momento, esse efeito da exposição à fumaça do cigarro não havia sido estudado em menores de 18 anos.</p>
<p>A pesquisa envolveu 494 crianças de oito a 13 anos. Os cientistas mediram vários parâmetros que avaliam a saúde das artérias e verificaram que, nas pessoas expostas ao cigarro, os indicadores eram piores.</p>
<p>Os participantes foram divididos em grupos conforme os níveis de cotinina encontrados no sangue &#8211; esse subproduto da nicotina é o principal marcador para exposição à fumaça.</p>
<p>Um exame de ultrassom mediu o espessamento da aorta e da carótida. Os resultados da análise mostram que as crianças com mais cotinina no sangue tinham paredes das carótidas 7% mais espessas, em média, do que aquelas com níveis mais baixos da substância.</p>
<p>A aorta dos integrantes do grupo exposto à fumaça de cigarro mostrou-se 8% mais espessa, em média.<br />
A flexibilidade das artérias do braço &#8211;ou fluxo da artéria braquial&#8211;, outro parâmetro da saúde dos vasos e do risco cardiovascular, mostrou-se 15% inferior nos adolescentes com níveis mais altos de cotinina. O colesterol desses pesquisados também estava elevado.</p>
<p><em>Veja mais na </em><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u716328.shtml" target="_blank"><em>Folha Online</em></a></p>
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		<title>Vacinação está abaixo do esperado</title>
		<link>http://pneumologia.med.br/site/?p=871</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Apr 2010 13:17:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A procura pela vacina está abaixo da expectativa das autoridades. Apenas metade das pessoas que deveriam ter sido vacinadas até agora tomou a dose. E, com a Semana Santa, muitos postos de saúde fecharam na quinta-feira (1º) e sexta-feira (2). Em Brasília, foi ponto facultativo. Muita gente aproveitou a folga e foi ao posto de saúde. Mas não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A procura pela vacina está abaixo da expectativa das autoridades. Apenas metade das pessoas que deveriam ter sido vacinadas até agora tomou a dose. E, com a Semana Santa, muitos postos de saúde fecharam na quinta-feira (1º) e sexta-feira (2).</p>
<p>Em Brasília, foi ponto facultativo. Muita gente aproveitou a folga e foi ao posto de saúde. Mas não adiantou sair de casa. A unidade estava fechada. “Hoje que tive uma folga, tirei para levar meu filho para vacinar. Aí chego aqui e o portão está fechado”, reclama um homem.</p>
<p>Na capital federal, até agora, a vacinação contra a gripe A (H1N1) atingiu 40% da meta. No Maranhão, mais de 67% das crianças de até um 1 ano e onze meses foram vacinadas. Metade das gestantes também. No Paraná, a vacinação atingiu 63%. Mas, em outros estados, o movimento nos postos de saúde tem sido menor. No Rio de Janeiro, não chegou à metade do esperado. </p>
<p>No Rio Grande do Sul, o índice total é de 10%. No Amazonas, a vacinação ainda vai começar em 26 cidades que ficam longe de Manaus e a viagem de barco é demorada. <span id="more-871"></span></p>
<p>No Tocantins, até agora, menos de 8% do total de grávidas, crianças e portadores de doenças crônicas receberam a vacina. No Espírito Santo, 7%.</p>
<p>Em todo o país, 7,9 milhões de pessoas já receberam as doses contra a gripe A (H1N1), o que representa metade da meta estabelecida até esta sexta.</p>
<p>Autoridades de saúde de alguns estados afirmam que como essa vacina é uma novidade, muita gente tem medo. O médico infectologista Alexandre Cunha diz que não há motivo. “A vacina é absolutamente segura. Vacina que é feita nos mesmos moldes, nos mesmos padrões que a gente tem todo o ano. A única coisa que mudou em relação aos outros anos é que esse ano o vírus é diferente”, explica.</p>
<p> Para se vacinar, basta ir ao posto de saúde e apresentar um documento de identidade com foto. Na segunda-feira (5), começa a próxima etapa da campanha de vacinação. Até 23 de abril, vão ser imunizados também jovens que tenham entre 20 e 29 anos. Essa foi a faixa etária mais atingida pela doença no ano passado.</p>
<p><em>Fonte: </em><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1554875-5598,00-FERIADO+ATRAPALHA+CAMPANHA+DE+VACINACAO+CONTRA+NOVA+GRIPE.html" target="_blank"><em>G1</em></a></p>
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		<title>Campanha de vacinação: segunda etapa é prorrogada</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 16:09:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Ministério da Saúde informou nesta quinta-feira que a segunda etapa de vacinação contra a gripe suína &#8211;a gripe H1N1&#8211; foi prorrogada e deve acontecer até o dia 23 de abril. Nesta fase estão sendo imunizadas grávidas, crianças de seis meses a dois anos e portadores de doenças crônicas. De acordo com a pasta, esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde informou nesta quinta-feira que a segunda etapa de vacinação contra a gripe suína &#8211;a gripe H1N1&#8211; foi prorrogada e deve acontecer até o dia 23 de abril. Nesta fase estão sendo imunizadas grávidas, crianças de seis meses a dois anos e portadores de doenças crônicas.</p>
<p>De acordo com a pasta, esta etapa de vacinação começou no dia 22 de março e deveria se estender até amanhã (2), mas em decorrência do feriado prolongado de Páscoa deverá seguir simultaneamente com a terceira etapa da campanha, que começa na segunda (5) e será destinada a população de 20 a 29 anos.</p>
<p>Após o encerramento da segunda e terceira etapa, receberão a vacina idosos com 60 anos ou mais portadores de doenças crônicas, entre 24 de abril a 7 de maio. Os demais idosos irão tomar a vacina contra a gripe comum. No período de 10 a 21 de maio, serão imunizados adultos de 30 a 39 anos.</p>
<p>A vacinação de grupos prioritários segue parâmetros da OMS (Organização Mundial da Saúde), que recomenda a imunização de trabalhadores de serviços de saúde, indígenas, além de gestantes e pessoas com doenças crônicas. O Ministério da Saúde ainda não informou quando a vacina estará disponível para o restante da população.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u715163.shtml" target="_blank">Folha Online</a></em></p>
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		<title>Vacinação contra a gripe A pode ter campanha prorrogada</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 22:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category>
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		<description><![CDATA[O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, admitiu nesta quarta-feira a possibilidade de o governo prorrogar a campanha de vacinação contra a gripe H1N1, caso a meta de imunização não seja alcançada. &#8220;Estamos no início, mas nossa meta é de 80 por cento da população alvo. É evidente que tudo que acontecer nesse caminho que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, admitiu nesta quarta-feira a possibilidade de o governo prorrogar a campanha de vacinação contra a gripe H1N1, caso a meta de imunização não seja alcançada.</p>
<p>&#8220;Estamos no início, mas nossa meta é de 80 por cento da população alvo. É evidente que tudo que acontecer nesse caminho que nos afaste dessa meta vamos ter que repensar. O que queremos é proteger a população&#8221;, disse Temporão à Reuters.</p>
<p>&#8220;Nós podemos fazer qualquer coisa. Fazemos reuniões semanais avaliando e refinando os dados. Se, em algumas regiões, a cobertura deixar a desejar, vamos fazer um esforço para ampliar a cobertura&#8221;, acrescentou o ministro da Saúde.</p>
<p>Temporão ressaltou que as pessoas que estiverem viajando para fora do país ou que tenham problemas graves que as impossibilitem de ir aos postos de saúde também poderão ser vacinadas fora dos prazos fixados pelo ministério.</p>
<p><em>Veja mais no <a href="http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2010/03/31/governo-pode-prorrogar-vacinacao-contra-h1n1-para-atingir-meta.jhtm" target="_blank">UOL</a></em></p>
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		<title>Florianópolis também adere à lei anti-fumo</title>
		<link>http://pneumologia.med.br/site/?p=858</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 17:22:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[cigarros]]></category>
		<category><![CDATA[lei anti-fumo]]></category>
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		<description><![CDATA[A partir desta quinta-feira (25), está proibido fumar em lugares fechados ou semiabertos de uso coletivo em Florianópolis. Segundo a prefeitura, a multa inicial será de R$ 300 e deve dobrar a cada reincidência. Fumantes e donos de estabelecimentos podem ser penalizados. Os clientes devem ser avisados das restrições. Se houver cinco notificações, o alvará [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A partir desta quinta-feira (25), está proibido fumar em lugares fechados ou semiabertos de uso coletivo em Florianópolis. Segundo a prefeitura, a multa inicial será de R$ 300 e deve dobrar a cada reincidência. Fumantes e donos de estabelecimentos podem ser penalizados.</p>
<p>Os clientes devem ser avisados das restrições. Se houver cinco notificações, o alvará de funcionamento do estabelecimento deve ser cassado.</p>
<p>A Vigilância em Saúde do município deve realizar a fiscalização. Além de bares, casas noturnas e restaurantes, a nova lei impede o uso de derivados do tabaco em garagens coletivas e terminais de ônibus.</p>
<p>O texto permite, no entanto, a criação de fumódromos que devem ter entre 4,8 e 12 metros quadrados e não podem se comunicar diretamente com o ambiente interno do imóvel. Dentro desse espaço, os fumantes também não podem ter acesso a alimentos e bebidas.</p>
<p><em>Fonte: </em><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1544023-5598,00-LEI+ANTIFUMO+ENTRA+EM+VIGOR+EM+FLORIANOPOLIS.html" target="_blank"><em>G1</em></a></p>
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		<title>Saiba mais sobre a Tuberculose</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 13:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Pulmonares]]></category>
		<category><![CDATA[bacilo]]></category>
		<category><![CDATA[Koch]]></category>
		<category><![CDATA[tuberculose]]></category>

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		<description><![CDATA[É uma doença causada por um micróbio chamado Bacilo de Koch. A forma mais comum da doença é a tuberculose pulmonar, mas outros órgãos podem ser atingidos. Um terço da população mundial está infectada pelo bacilo e 9,2 milhões de pessoas ficam doentes a cada ano. Os sintomas da tuberculose são: tosse por mais de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_855" class="wp-caption alignright" style="width: 162px"><a href="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2010/03/tuberculose.jpg"><img class="size-full wp-image-855 " title="tuberculose" src="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2010/03/tuberculose.jpg" alt="" width="152" height="118" /></a><p class="wp-caption-text">Raio-X de tórax mostrando tuberculose</p></div>
<p>É uma doença causada por um micróbio chamado Bacilo de Koch. A forma mais comum da doença é a tuberculose pulmonar, mas outros órgãos podem ser atingidos. Um terço da população mundial está infectada pelo bacilo e 9,2 milhões de pessoas ficam doentes a cada ano.</p>
<p>Os sintomas da tuberculose são:</p>
<ul>
<li>tosse por mais de 3 semanas, com ou sem catarro</li>
<li>febre baixa, geralmente à tarde</li>
<li>suor noturno</li>
<li>falta de apetite</li>
<li>perda de peso</li>
<li>cansaço fácil</li>
<li>fraqueza</li>
<li>dor no peito</li>
</ul>
<p>Diagnóstico</p>
<p>O bacilo causador da doença é encontrado no catar­ro da pessoa doente, através de um exame chamado de baciloscopia do escarro. O exame é fácil de se fazer e seguro. Toda a família do doente e as pessoas próximas de­vem ser examinadas também, porque quando se descobre a doença, essas pessoas já foram expostas ao risco de se infectar e adoecer. <span id="more-852"></span></p>
<p>Transmissão</p>
<p>A tuberculose é transmitida de pessoa para pessoa, pela respiração, quando alguém doente tosse, fala ou espirra. Os bacilos são lançados no ar e outra pessoa respira esse ar contaminado. Não se pega tuberculose usando os mesmos pra­tos, talheres, roupas de cama, toalhas e vaso sanitá­rio que a pessoa doente usa.</p>
<p>E também não se pega pela saliva, sangue ou secre­ções sexuais. Ou seja, beijo, abraço e sexo não ofe­recem risco, desde que se tome alguns cuidados:</p>
<p>• Procure saber se a pessoa contaminada está seguindo as recomen­dações médicas. Após 15 a 30 dias de tratamento, a pessoa já não transmite mais a doença.</p>
<p>• Lembre ao doente que ele tem que cobrir a boca e o nariz ao espirrar ou tossir.</p>
<p>• Mantenha a casa bem arejada. O vento e a luz do sol ajudam a eliminar os bacilos.</p>
<p>Tratamento</p>
<p>Em geral, o tratamento dura seis meses. O Sistema Único de Saúde (SUS) recomenda que o tratamento seja supervisio­nado. Desta forma, uma pessoa preparada observa o paciente tomando/engolindo os remédios e o ajuda a completar o tratamento de forma correta, seja no serviço de saúde, em casa, no trabalho ou outro lugar apropriado.</p>
<p>Durante o tratamento, dependendo do seu estado geral de saúde, a pessoa pode voltar a trabalhar e levar uma vida normal. Somente em casos graves o paciente precisa de internação.</p>
<p><em>Fonte: </em><a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2010/03/23/tosse-por-mais-de-tres-semanas-pode-ser-sinal-de-tuberculose.jhtm" target="_blank"><em>Folha Online &#8211; *Com informações do Fundo Global &#8211; Tuberculose Brasil</em></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Gestantes, crianças pequenas e portadores de doenças cronicas começam a ser vacinados contra a gripe A</title>
		<link>http://pneumologia.med.br/site/?p=849</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 14:24:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[A(H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[influenza]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>

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		<description><![CDATA[Grávidas, crianças de seis meses a dois anos e pessoas com doenças crônicas, como diabetes e cardiopatias, passam a ser vacinados a partir de segunda contra a gripe A (H1N1) &#8211;a gripe suína. Elas devem procurar unidades básicas de saúde. Será o início da segunda etapa da campanha no país, que vai até 2 de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Grávidas, crianças de seis meses a dois anos e pessoas com doenças crônicas, como diabetes e cardiopatias, passam a ser vacinados a partir de segunda contra a gripe A (H1N1) &#8211;a gripe suína. Elas devem procurar unidades básicas de saúde.</p>
<p>Será o início da segunda etapa da campanha no país, que vai até 2 de abril. Na primeira, que começou no dia 8 e acabou ontem, foram vacinados indígenas e trabalhadores da saúde.</p>
<p>A meta do governo é vacinar 80% das pessoas em grupos de risco, ou seja, com mais chances de ter a forma grave da doença. São 73 milhões.</p>
<p>As grávidas e as crianças pequenas também entram no grupo de risco em razão de recomendações da OMS e com base na observação da morbidade da doença no seu primeiro ano &#8211;2009. No Brasil, pelo menos 156 gestantes morreram. <span id="more-849"></span></p>
<p>A vacinação ocorre antes do inverno, período em que as gripes aparecem de forma mais acentuada. A medida já ocorreu em boa parte dos países do hemisfério norte e agora começa no hemisfério sul. No mundo, ao menos 16 mil pessoas já morreram devido a doença. No Brasil foram cerca de 1.700.</p>
<p>Doenças crônicas para vacinação, segundo o Ministério da Saúde:</p>
<ul>
<li>Pessoas com grande obesidade (Grau 3), incluídas atualmente nos seguintes parâmetros:</li>
<li>Crianças com idade igual ou maior que 10 anos com índice de massa corporal (IMC) igual ou maior que 25;</li>
<li>Criança e adolescente com idade maior de 10 anos e menor de 18 anos com IMC igual ou maior que 35;</li>
<li>Adolescentes e adultos com idade igual ou maior que 18 anos, com IMC maior de 40;</li>
<li>Indivíduos com doença respiratória crônica desde a infância (exemplo: fibrose cística, displasia broncopulmonar);</li>
<li>Indivíduos asmáticos (portadores das formas graves, conforme definições do protocolo da Sociedade Brasileira de Pneumologia);</li>
<li>Indivíduos com doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular);</li>
<li>Pessoas com imunodepressão por uso de medicação ou relacionada às doenças crônicas;</li>
<li>Pessoas com diabetes;</li>
<li>Pessoas com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e outras doenças respiratórias crônicas com insuficiência respiratória crônica (exemplo: fibrose pulmonar, sequelas de tuberculose, pneumoconioses);</li>
<li>Pessoas com doença hepática: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral;</li>
<li>Pessoas com doença renal: insuficiência renal crônica, principalmente em doentes em diálise;</li>
<li>Pessoas com doença hematológica: hemoglobinopatias;</li>
<li>Pessoas com terapêutica contínua com salicilatos, especialmente indivíduos com idade igual ou menor que 18 anos (exemplo: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);</li>
<li>Pessoas portadoras da síndrome clínica de insuficiência cardíaca;</li>
<li>Pessoas portadoras de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (hipertensão arterial pulmonar e valvulopatia);</li>
<li>Pessoas com cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular (fração de ejeção do ventrículo esquerdo [FEVE] menor do que 0.40);</li>
<li>Pessoa com cardiopatia hipertensiva com disfunção ventricular [FEVE] menor do que 0.40;</li>
<li>Pessoa com cardiopatias congênitas cianóticas;</li>
<li>Pessoas com cardiopatias congênitas acianóticas, não corrigidas cirurgicamente ou por intervenção percutânea;</li>
<li>Pessoas com miocardiopatias (dilatada, hipertrófica ou restritiva);</li>
<li>Pessoas com pericardiopatias.</li>
</ul>
<p><em>Fonte: </em><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u709574.shtml" target="_blank"><em>Folha Online</em></a></p>
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		<item>
		<title>Em clínicas particulares, vacina só em abril</title>
		<link>http://pneumologia.med.br/site/?p=847</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 15:09:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[vacinas]]></category>

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		<description><![CDATA[A vacinação contra a nova gripe &#8211; o vírus influenza A (H1N1) &#8211; nas clínicas particulares vai começar pelo menos um mês depois do início da campanha nacional promovida pelo Ministério da Saúde. Para quem não está nos grupos prioritários e quer ser vacinado, o caminho são as clínicas particulares. Segundo o Ministério da Saúde, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A vacinação contra a nova gripe &#8211; o vírus influenza A (H1N1) &#8211; nas clínicas particulares vai começar pelo menos um mês depois do início da campanha nacional promovida pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>Para quem não está nos grupos prioritários e quer ser vacinado, o caminho são as clínicas particulares. Segundo o Ministério da Saúde, não há restrição para tomar vacina no serviço privado.</p>
<p>Até agora, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) só três laboratórios estão autorizados a comercializar a vacina no país: Instituto Butantan, GlaxoSmithKline (GSK) e Sanofi Pasteur. Desses laboratórios, dois só venderam para a rede pública (Butantan e Glaxo) e não vão ofertar para o setor privado. A Sanofi forneceu para o Butantan e disse que receberá novo estoque para a rede privada em abril.</p>
<p><em>Veja mais no </em><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1520948-5603,00-CLINICAS+PARTICULARES+SO+DEVEM+OFERECER+VACINA+CONTRA+NOVA+GRIPE+A+PARTIR+D.html" target="_blank"><em>G1</em></a></p>
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		<title>Perguntas e respostas sobre a vacinação contra a gripe A(H1N1)</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 19:54:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[calendário]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[influenza]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[vírus A(H1N1)]]></category>

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		<description><![CDATA[1) O que é influenza A (H1N1)? É uma doença respiratória aguda , causada pelo vírus pandêmico (H1N1) 2009. Este novo subtipo do vírus da influenza, do mesmo modo que os demais, e é transmitido de pessoa a pessoa, principalmente por meio da tosse ou espirro e do contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas. 2) O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1)</strong><strong> </strong><strong>O que é influenza A (H1N1)?<br />
</strong>É uma doença respiratória aguda , causada pelo vírus pandêmico (H1N1) 2009. Este novo subtipo do vírus da influenza, do mesmo modo que os demais, e é transmitido de pessoa a pessoa, principalmente por meio da tosse ou espirro e do contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas.</p>
<p>2) O que significa H1N1?<br />
As letras correspondem às duas proteínas da superficie do vírus: H<strong>:</strong> Hemaglobulina <strong>e</strong> N: Neuraminidase . O numero 1 corresponde a ordem em que cada uma das proteínas foi registrada, significando que ambas as proteínas tem semelhanças com os componentes do vírus que já circulou anteriormente, quando da pandemia de 1918-1919.</p>
<p><strong> </strong><strong>3)</strong><strong> </strong><strong>Qual a diferença entre a gripe comum e a influenza pandêmica (H1N1) 2009?</strong><br />
Elas são causadas por diferentes subtipos do vírus influenza. Os sintomas são muito parecidos e se confundem: febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza. Por isso, ao apresentar estes sintomas, seja pela gripe comum ou pela nova gripe, deve-se procurar seu médico ou um posto de saúde.</p>
<p><strong> </strong><strong>4)</strong><strong> </strong><strong>Esse vírus influenza pandêmico (H1N1) 2009 é mais violento e mata mais do que o vírus da gripe comum?<br />
</strong>Até o momento, o comportamento da nova gripe se assemelha ao da gripe comum. Ou seja, o vírus pandêmico (H1N1) 2009 não se apresentou mais violento ou mortal, na população geral. A maioria absoluta das pessoas que adoece, seja pela gripe comum, seja pela gripe pandêmica, desenvolvem formas leves da doença e se recuperam, mesmo sem uso de medicamentos. Para ambas as gripes pessoas com doenças crônica, gestantes e crianças menores de dois anos são mais vulneráveis. Mas quando consideramos a população jovem previamente saudável, este vírus pandêmico tem um maior potencial de causar doença grave, quando comparado com o vírus da gripe comum. Por outro lado, o vírus pandêmico tem acometido menos as pessoas maiores de 60 anos. Mas ainda são necessários estudos mais aprofundados que estão sendo realizados, em todo o mundo, para esclarecer o comportamento do novo vírus.</p>
<p><strong> </strong><strong>5)</strong><strong> </strong><strong>Qual vacina será utilizada contra o vírus influenza pandêmica (H1N1) 2009?<br />
</strong>O Ministério da Saúde adquiriu as doses de três laboratórios: Glaxo Smith Kline (GSK), SANOFI Pasteur (em parceria como Instituto Butantan) e Novartis. Esses laboratórios são fornecedores de vacinas para todos os países. <span id="more-841"></span></p>
<p><strong>6)</strong><strong> </strong><strong>Se o processo de desenvolvimento de uma vacina costuma ser longo, como foi possível produzir a vacina pandêmica tão rapidamente?<br />
</strong>Os laboratórios já tinham experiência com a produção da vacina contra os vírus de influenza sazonal (vacina administrada anualmente nos idosos no Brasil), e estes investiram em tecnologia num processo de preparação para a produção de uma vacina para a prevenção do vírus pandêmico (H1N1) 2009. O Brasil, por exemplo, fez investimentos na adequação do processo de produção pelo Instituto Butantan.</p>
<p><strong>7)</strong><strong> </strong><strong>A vacina a ser utilizada no Brasil é segura?<br />
</strong>A vacina a ser utilizada é segura e já está em uso em outros países. Não tem sido observada nesses paises uma relação entre o uso da vacina e a ocorrência de eventos adversos graves.<br />
Ressalte-se, entretanto, que a garantia da vacinação segura está relacionada, também: (i) ao uso de seringas e agulhas apropriadas; (ii) à adoção de procedimentos seguros no manuseio, no preparo e na administração da vacina, conforme normas técnicas estabelecidas; (iii) à conservação da vacina na temperatura adequada, conforme preconizado; (iv) ao manejo e ao destino adequado dos resíduos da vacinação (seringas, agulhas etc.); e (v) à qualidade da capacitação do pessoal envolvido, bem como da supervisão ao trabalho de vacinação.<br />
Além disso, considera-se como fundamental o monitoramento de eventos adversos associados temporalmente à vacinação, identificando-os, notificando-os, investigando-os e confirmando a sua real vinculação à vacina contra a influenza pandêmica.</p>
<p><strong>8)</strong><strong> </strong><strong>A vacina a ser utilizada no Brasil é efetiva?<br />
</strong>A vacina registra uma efetividade média maior que 95%. A resposta máxima de anticorpos se observa entre o 14º e o 21º dia após a vacinação.</p>
<p><strong>9)</strong><strong> </strong><strong>Como a vacina é apresentada?<br />
</strong>A vacina é acondicionada em frascos múltidoses, contendo 10 doses. Uma dose correspondendo a 0,5 ml.</p>
<p>a) A do Laboratório Sanofi Pasteur/Instituto Butantan é apresentada na forma de suspensão (líquido opalescente, transparente e incolor).</p>
<p>b) A do Laboratório GSK vem acondicionada em dois frascos (um com a suspensão (antígeno) e o outro com a emulsão (adjuvante) &#8211; líquido esbranquiçado homogêneo), sendo preparados momentos antes da administração.</p>
<p>c) A da Novartis é apresentada em frasco multidoses (10 ou 17 doses), na forma de suspensão.</p>
<p><strong>10)</strong><strong> </strong><strong>O Brasil vai utilizar vacina inalável? Há diferenças entre a inalável e a injetável?<br />
</strong>No momento não está previsto o uso de vacina inalável. A diferença entre uma e outra refere-se à forma de apresentação e de administração.</p>
<p><strong>11)</strong><strong> </strong><strong>Então o Brasil vai utilizar somente vacina injetável?<br />
</strong>Sim. A vacinação proposta utilizará a vacina injetável, administrada por via intramuscular, ou seja, com a introdução da solução dentro do tecido muscular.</p>
<p><strong>12)</strong><strong> </strong><strong>Qual a quantidade de vacina adquirida pelo Ministério da Saúde?<br />
</strong>O Ministério da Saúde adquiriu cerca de 113 milhões de doses, para administração da população em etapas distintas.</p>
<p><strong>13)</strong><strong> </strong><strong>O que é adjuvante?<br />
</strong>É uma substância (ou substâncias) imuno-estimulante que entra na composição de uma vacina.</p>
<p><strong>14)</strong><strong> </strong><strong>Qual o custo da vacina?<br />
</strong>O Ministério da Saúde está investindo recursos da ordem de R$ 1,3 bilhão para a compra das vacinas.</p>
<p><strong> </strong><strong>15) Qual o objetivo da vacinação a ser realizada no Brasil?<br />
</strong>O objetivo dessa operação de vacinação é: i) proteger alguns grupos de maior risco de desenvolver doença grave ou evoluir para morte durante a segunda onda da pandemia influenza H1N1; ii) garantir o funcionamento dos serviços para atendimento ininterrupto dos casos suspeitos ou confirmados da Influenza H1N1, por meio da vacinação dos trabalhadores de saúde.</p>
<p><strong>16) Quais são os grupos de maior risco?<br />
</strong>Até o momento estão definidos como grupos de maior risco:</p>
<p>a)        a população indígena aldeada;</p>
<p>b)        as gestantes;</p>
<p>c)        pessoas portadoras de doenças crônicas;</p>
<p>d)        crianças maiores de seis meses até os dois anos de idade e</p>
<p>e)        a população de 20 a 39 anos.</p>
<p><strong>17)</strong><strong> </strong><strong>Quais as evidências que levaram o Ministério da Saúde a selecionar esses grupos como os prioritários para a vacinação? São efetivamente os mais acometidos ou de maior risco?<br />
</strong>a) Os trabalhadores da saúde envolvidos na resposta à pandemia necessitam ser protegidos para garantir o funcionamento dos serviços de saúde, ou seja, não se pode correr o risco de um possível colapso de atividade essencial, como pronto atendimento, vigilância em saúde, laboratório etc., porque o profissional foi atingido pela pandemia.</p>
<p>b) Entre as mulheres em idade fértil que apresentaram síndrome respiratória aguda grave (SRAG) por influenza pandêmica, 22% eram gestantes.</p>
<p>c) Entre os casos de SRAG por influenza pandêmica (H1N1)2009, aproximadamente 35% apresentou alguma comorbidade. Dentre os que apresentaram uma ou mais comorbidades, o grupo de doenças respiratórias crônicas foi o mais frequente, com 24,4% dos registros, seguido de doenças cardiovasculares,e outras doenças crônicas.</p>
<p>d) Os indígenas são considerados grupo prioritário seja pela maior vulnerabilidade a infecções, seja pela maior dificuldade de acesso às unidades hospitalares, caso necessitem.</p>
<p>e) As crianças menores de dois anos apresentaram a maior taxa de incidência de SRAG por influenza pandêmica (H1N1) 2009.</p>
<p>f) os jovens entre 20 e 29 anos foram o grupo etário mais acometido, representando 24% do total de casos de SRAG por influenza pandêmica (H1N1) 2009.</p>
<p>g) os adultos entre 30 e 39 anos foram o grupo etário mais acometido em relação a mortalidade, representando 22% do total dos óbitos de SRAG por influenza pandêmica (H1N1) 2009.</p>
<p><strong>18) Por que não haverá vacinação de toda população?<br />
</strong>a) A vacinação em massa para a contenção da pandemia não é o foco da estratégia estabelecida para o enfrentamento da segunda onda pandêmica em todo o mundo. Por um motivo simples, esta contenção não é mais possível em todo o mundo.</p>
<p>b) São objetivos primordiais para esta vacinação proteger os trabalhadores de saúde, de modo a manter o funcionamento dos serviços de saúde envolvidos na resposta à pandemia, e para alguns grupos selecionados reduzir o risco associado à pandemia de influenza de desenvolver doença grave e morrer.</p>
<p>c) Na vigência da pandemia no Brasil e em outros países, esses grupos foram evidenciados como os de maior risco de apresentarem complicações graves e mortes por infecção pelo vírus Influenza A H1N1 (2009), como já evidenciado acima.</p>
<p>e) Além disso, não há disponibilidade do produto em escala mundial em quantidade suficiente para atender a toda a população do mundo. E há, também, a limitação da capacidade de produção por parte dos laboratórios produtores, para entrega em tempo oportuno, ou seja, antes do inicio da segunda onda nos países do hemisfério sul.</p>
<p><strong>19)</strong><strong> </strong><strong>Por que então estão sendo incluídos no público alvo da estratégia grupos de população saudável?<br />
</strong>É que o Brasil decidiu ir mais além do que o recomendado pela OMS que era vacinar apenas os quatro grupos que apresentaram maior risco (trabalhadores de saúde, gestantes, população indígena e pessoas com doenças crônicas preexistentes).</p>
<p>Fundamentado em critérios epidemiológicos, descritos acima ( pergunta 17)  ampliou o público alvo, incluindo grupos de pessoas saudáveis.</p>
<p>Nas Américas, além do Brasil, apenas Estados Unidos e Canadá adotaram essa iniciativa, demonstrando assim, o esforço brasileiro em vacinar a maior quantidade de indivíduos com risco de desenvolver formas graves ou morrer por esta doença.</p>
<p><strong>20) A vacinação acontecerá em que período? Onde?<br />
</strong>A vacinação acontecerá no período de 8 de março a 21 de maio de 2010, perfazendo nove semanas de trabalho, e acontecerá ao mesmo tempo em todo território nacional.</p>
<p><strong>21) Como será feita a vacinação?<br />
</strong>Os grupos de maior risco, apontados na pergunta 6, serão vacinados em etapas. Serão quatro etapas envolvendo, em cada uma, um ou mais de um desses grupos, de acordo com o seguinte cronograma:</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><strong>Etapas e grupos selecionados</strong></td>
<td valign="top"><strong>Período de realização</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><strong>1ª Etapa</strong></td>
<td rowspan="3" valign="top"><strong>8 a</strong><strong> </strong><strong>19 de março</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Trabalhador de saúde (1)</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">População indígena aldeada</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><strong>2ª Etapa</strong></td>
<td rowspan="4" valign="top"><strong>22 de março a 2 de abril</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Gestante em qualquer idade gestacional</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Doentes crônicos</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Crianças com idade entre seis meses a menor de dois anos</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><strong>3ª Etapa</strong></td>
<td rowspan="2" valign="top"><strong>5 a</strong><strong> </strong><strong>23 de abril</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">População de 20 a 29 anos</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><strong>4ª Etapa</strong></td>
<td rowspan="2" valign="top"><strong>24 de abril a 7 de maio</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">População com mais de 60 anos com doenças crônicas</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><strong>5ª Etapa</strong></td>
<td rowspan="2" valign="top"><strong>10 a</strong><strong> </strong><strong>21 de maio</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">População de 30 a 39 anos</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>Fonte: CGPNI/DEVEP/SVS/MS</em></p>
<p><strong>22) Por que vacinar os trabalhadores de saúde?<br />
</strong>A vacinação dos trabalhadores de saúde tem como principal finalidade proteger esse grupo de modo a garantir o funcionamento dos serviços de saúde na eventualidade de uma segunda onda da pandemia, ou seja, com os profissionais protegidos não haverá risco de colapso no atendimento da população pela rede de serviços.</p>
<p><strong>23) Quem são esses trabalhadores de saúde?<br />
</strong>São aqueles que estão na rede de serviços prestando atendimento diretamente à população, ou seja, são aqueles que, em razão das suas funções, estão sob potencial risco de contrair a infecção pelo H1N1 no contato com possíveis suspeitos da doença.</p>
<p>Nesse sentido estão aí incluídos os trabalhadores da atenção básica (estratégia saúde da família e modelo tradicional), dos serviços de média e alta complexidade (pequeno, médio e grandeporte) e aqueles que atuam na vigilância epidemiológica, especialmente na investigação de casos e no laboratório, cuja ausência por ter contraído influenza poderia vir a comprometer o funcionamento do serviço e o atendimento à população.</p>
<p><strong>24) Quando os trabalhadores de saúde serão vacinados?<br />
</strong>A vacinação dos trabalhadores de saúde acontecerá nas duas primeiras semanas da operação, ou seja, no período de 8 a 19 de março.</p>
<p><strong>25) Se a vacinação não vai cobrir 100% dos trabalhadores de saúde como será feita a seleção?<br />
</strong>As equipes estaduais e municipais já realizaram o levantamento e a localização do grupo alvo da campanha e definiram a estratégia local para vacinar esse grupo.</p>
<p>É importante que todos os trabalhadores busquem informação nos seus serviços e na Secretaria Municipal ou na Secretaria Estadual de Saúde para tomar conhecimento sobre esses detalhes da vacinação.</p>
<p><strong>26) Por que vacinar a população indígena aldeada?<br />
</strong>A população indígena aldeada é sempre considerada como grupo prioritário na prevenção de qualquer doença respiratória. Os indígenas são considerados grupo prioritário seja pela maior vulnerabilidade a infecções, seja pela maior dificuldade de acesso às unidades hospitalares, caso necessitem</p>
<p>A vacinação iniciará no dia 8<strong> </strong><strong>de março e irá até 19 de março</strong>, dentro de uma programação que já é rotina no âmbito do Programa Nacional de Imunizações (PNI), em articulação com a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) e com o apoio de outras instituições, a exemplo da chamada ‘Operação Gota’ efetivada por intermédio de cooperação com o Comando da Aeronáutica – Comando-Geral de Operações Aéreas (COMGAR) – como estratégia para alcançar grupos que residem em locais de difícil acesso geográfico.</p>
<p>A vacinação será indiscriminada para a toda população aldeada, a partir dos seis meses de idade. As doses administradas a partir de 15 de fevereiro de 2010 na população indígena serão consideradas como ‘doses de campanha’ para fins de registro no sistema de informação.</p>
<p><strong>27) Por que vacinar a gestante se não há indicação da vacinação deste grupo com a vacina da gripe comum (sazonal)?<br />
</strong>a) Não há nenhuma contraindicação à vacinação de gestantes com a vacina utilizada contra a influenza sazonal (gripe comum), mas ela não é feita nas campanhas anuais pelo fato de se priorizar um grupo de maior risco que é a população de 60 anos e mais – e grupos específicos que se vacinam nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE).</p>
<p>b) As gestantes são consideradas como grupo de risco para a influenza pandêmica H1N1 (2009) Durante a pandemia dentre as mulheres em idade fértil que apresentaram a síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em decorrência da influenza A H1N1, 22% eram gestantes.</p>
<p><strong>28) Não há, portanto, risco para a gestante e para o feto? Não há risco de aborto?<br />
</strong>a) Não há risco em vacinar grávidas. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) e de acordo com os padrões de segurança declarados pelos laboratórios produtores, a vacina contra o vírus influenza A H1N1 é segura para a gestante.</p>
<p>b) Não há, de outro modo, evidências de que a vacina possa causar dano ao feto ou afetar a capacidade reprodutiva, ou, também, sobre a ocorrência de aborto provocado pela vacina nos países em que esta foi administrada para o enfrentamento da pandemia.</p>
<p><strong>29) A vacinação da grávida é feita em qualquer idade da gestação?<br />
</strong>Sim, como será utilizada a vacina que não contém o adjuvante, essa vacina é indicada para qualquer idade gestacional. A vacina que contém o adjuvante só poderia ser administrada a partir do 2º trimestre da gravidez.</p>
<p>O Ministério da Saúde optou, então, por vacinar a gestante somente com a <span style="text-decoration: underline;">vacina sem adjuvante</span> por dois motivos: (1) para não atrapalhar a operacionalização da vacinação e (2) para evitar que qualquer intercorrência na gestação de mulher inadvertidamente vacinada antes do 2º trimestre da gravidez com a vacina que contém o adjuvante viesse a ser atribuída à vacina.</p>
<p><strong>30)</strong><strong> </strong><strong>Por que as grávidas não podem tomar a vacina com adjuvante?<br />
</strong>Por zelo, o Ministério da Saúde está orientando que a vacinação da gestante, a utilização de vacinas sem adjuvantes. Porém, a OMS/OPAS orienta a utilização de qualquer uma das vacinas: sem adjuvantes ou com adjuvantes; isso em função da experiência de outros países já estão vacinando desde novembro de 2009.</p>
<p><strong>31) Quando será feita a vacinação da gestante?<br />
</strong>A vacinação da gestante será realizada a partir do dia 22<strong> </strong><strong>de março e enquanto durar a vacinação (até 21 de maio)</strong>, ou seja, serão sete semanas para mobilização da mulher grávida a buscar a sala de vacinação dos serviços de saúde. Depois desse período, as mulheres que engravidarem poderão se vacinar.</p>
<p><strong>32) Por que vacinar portadores de doenças crônicas?<br />
</strong>Na pandemia de 2009, dentre os casos de SRAG pelo vírus influenza H1N1 observou-se um alto percentual de pessoas com doenças crônicas. Os portadores de doenças respiratórias crônicas, por exemplo, foi o de maior freqüência com 24,4% dos registros, seguido das doenças cadiovasculares e outras doenças crônicas. Essas situações caracterizam pessoas que precisam de proteção por já se encontrarem em situação de vulnerabilidade, podendo apresentar quadros de maior gravidade e morte.</p>
<p><strong>33)</strong><strong> </strong><strong>O que é comorbidade?<br />
</strong>Comorbidade consiste na coexistência de doenças em uma mesma pessoa, ou seja, na existência concomitante de diferentes condições patológicas em um mesmo paciente. Em muitas situações a presença de determinadas patologias, especialmente crônicas, aumenta a probabilidade de desenvolvimento de doença grave ou morte, quando a pessoa é acometida por outra doença.</p>
<p><strong>34) Que situações serão consideradas para caracterizar os portadores de doença crônica?<br />
</strong>Até o momento estão incluídos nesse segmento:</p>
<p>·          Pessoas com grande obesidade (Grau III), incluídas atualmente nos seguintes parâmetros:</p>
<p>-       crianças com idade igual ou maior que 10 anos com índice de massa corporal (IMC) igual ou maior que 25;</p>
<p>-       criança e adolescente com idade maior de 10 anos e menor de 18 anos com IMC igual ou maior que 35;</p>
<p>-       adolescentes e adultos com idade igual ou maior que 18 anos, com IMC maior de 40;</p>
<p>·          Indivíduos com doença respiratória crônica desde a infância (ex: fibrose cística, displasia broncopulmonar);</p>
<p>·          Indivíduos asmáticos (portadores das formas graves, conforme definições do protocolo da Sociedade Brasileira de Pneumologia;</p>
<p>·          Indivíduos com doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (ex: distrofia neuromuscular)</p>
<p>·          Pessoas com imunodepressão por uso de medicação ou relacionada às doenças crônicas;</p>
<p>·          Pessoas com diabetes;</p>
<p>·          Pessoas com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e outras doenças respiratórias crônicas com insuficiência respiratória crônica (ex: fibrose pulmonar, sequelas de tuberculose, pneumoconioses);</p>
<p>·          Pessoas com doença hepática: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral;</p>
<p>·          Pessoas com doença renal: insuficiência renal crônica, principalmente em doentes em diálise;</p>
<p>·          Pessoas com doença hematológica: hemoglobinopatias;</p>
<p>·          Pessoas com terapêutica contínua com salicilatos, especialmente indivíduos com idade igual ou menor que 18 anos (ex: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);</p>
<p>·          Pessoas portadoras da síndrome clínica de insuficiência cardíaca;</p>
<p>·          Pessoas portadoras de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica:</p>
<p>-       Hipertensão arterial pulmonar;</p>
<p>-       Valvulopatias;</p>
<p>·          Pessoas com cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular (fração de ejeção do ventrículo esquerdo [FEVE] menor do que 0.40);</p>
<p>·          Pessoa com cardiopatia hipertensiva com disfunção ventricular [FEVE] menor do que 0.40;</p>
<p>·          Pessoa com cardiopatias congênitas cianóticas;</p>
<p>·          Pessoas com cardiopatias congênitas acianóticas, não corrigidas cirurgicamente ou por intervenção percutânea;</p>
<p>·          Pessoas com miocardiopatias (Dilatada, Hipertrófica ou Restritiva);</p>
<p>·          Pessoas com pericardiopatias.</p>
<p><strong> </strong><strong>35)</strong><strong> </strong><strong>Qual a base para definir essas situações como prioritárias para a vacinação?<br />
</strong>A definição dos grupos prioritários, como já referido, tomou como base a situação epidemiológica e recomendações da OMS e da OPAS.</p>
<p>De modo mais específico, em relação à seleção dos estados crônicos, o Ministério da Saúde ouviu representações de sociedades científicas e profissionais, como o Conselho Federal de Medicina (CFM), a Associação Médica Brasileira (AMB), a Associação Brasileira de Enfermagem (ABEN), a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, as sociedades brasileiras de Cardiologia, de Endocrinologia e Metabologia, de Imunizações, de Pediatria, de Pneumologia e Tisiologia, núcleos de educação e saúde coletiva, bem como as instituições que têm assento no Comitê Técnico Assessor do Programa Nacional de Imunizações (CTAI).</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>36)</strong><strong> </strong><strong>Os idosos (população com mais de 60 anos) portadores de agravos crônicos estão incluídos nesse grupo?<br />
</strong>Os idosos (pessoas com mais de 60 anos) portadores de algum desses agravos não serão vacinados neste momento e sim no período de 24 de abril a 7 de maio, durante a campanha anual de vacinação do idoso contra a influenza sazonal .</p>
<p><strong>37)</strong><strong> </strong><strong>A vacinação de pessoas com doenças crônicas não apresenta risco de reações?<br />
</strong>A vacina é segura e a possibilidade de ocorrer um evento adverso após a administração da vacina em pessoas com doença crônica é a mesma de qualquer outra pessoa.</p>
<p><strong>38)</strong><strong> </strong><strong>Como as pessoas vão comprovar a sua condição de portador de doença crônica, de modo a justificar a vacinação? Como essas pessoas serão vacinadas?<br />
</strong>De modo geral, os portadores dessas patologias já frequentam unidades de saúde ou serviços de referência, sendo acompanhados por profissionais de saúde.</p>
<p>Na organização da operação de vacinação as equipes de coordenação municipal e estadual deverão identificar esses serviços e articular estratégias de convocação ou de visita aos serviços ou instituições de referência, onde será possível localizar e vacinar a população comprovadamente portadora de comorbidade.</p>
<p>A comprovação da vacina administrada deve ser feita no documento de registro utilizado para o registro de outras vacinações (caderneta ou cartão).</p>
<p><strong> </strong><strong>39) Se mais de 90% dos casos de gripe vêm sendo causados pelo vírus pandêmico, por que manter a vacinação da gripe comum para idosos?<br />
</strong>A influenza é causada por diversos tipos de vírus e os que provocam a gripe sazonal não deixaram de circular e provocar a doença, ainda que em 2009 essa circulação tenha sido bastante reduzida. A circulação do vírus da Influenza Pandêmica em 2009 e 2010 continua sendo predominante.</p>
<p>Como não é possível prever como ocorrerá a gripe sazonal em meados de 2010 é necessário continuar protegendo este grupo que é o mais vulnerável para esse tipo de gripe.</p>
<p>A gripe sazonal continua sendo importante causa de internação e de doença grave em idosos.</p>
<p><strong>40) Por que as crianças com menos de seis meses não estão incluídas? Há contraindicação para vacinação desse grupo?<br />
</strong>A vacina atualmente disponível não é recomendada para o grupo de menores de seis meses em razão de não haver estudos que demonstrem a qualidade da resposta imunológica, ou seja, a proteção não é garantida.</p>
<p><strong>41)Como será feita a identificação dos vacinados durante a estratégia, de maneira a garantir a vacinação do grupo alvo?<br />
</strong>a)Para alguns grupos alvo que têm como especificidade a faixa etária será solicitada a apresentação de documento de identificação que comprove a idade.</p>
<p>b) Para os portadores de doenças crônicas pré-existentes a adesão será de iniciativa do próprio portador da doença, não sendo indicada a exigência de atestado médico para não burocratizar o acesso à vacinação, confiando-se na busca consciente por parte dos que realmente necessitam. Sabe-se, ainda, que grande parte dos portadores de doenças crônicas recebe acompanhamento sistemático dos serviços de saúde.</p>
<p>c) No caso das gestantes também é esperada a adesão espontânea, confiando-se também na informação verbal da mulher, ou, de outra maneira, o encaminhamento a partir do pré-natal.</p>
<p><strong>42) Quem teve a gripe pandêmica e teve confirmação laboratorial deve tomar a vacina?<br />
</strong>a) Sim. Quando uma pessoa é infectada pelo vírus influenza A adquire imunidade para aquele subtipo específico de vírus que a infectou. Assim, quem já teve a gripe pandêmica comprovadamente (com diagnóstico laboratorial positivo) em princípio, está imune, embora haja registro de alguns casos que desenvolveram uma segunda infecção.</p>
<p>A duração da imunidade pode variar de pessoa para pessoa, mas, no caso desse vírus sofrer mutação um novo contágio poderá ocorrer.</p>
<p>b) Se a pessoa pertencer a um dos grupos prioritários deve ser vacinada, pois a maioria das pessoas que teve gripe nesse período não teve comprovação laboratorial.</p>
<p><strong>43) Por que as unidades federadas mais atingidas durante a primeira onda não terão prioridade na vacinação?<br />
</strong>Por uma questão operacional <strong>a estratégia</strong><strong> </strong><strong>de vacinação ocorrerá em etapas</strong>, considerando os grupos prioritários, <strong>mas acontecerá de forma simultânea em todo país.</strong></p>
<p><strong>44) Se a pessoa quiser pode optar por tomar a vacina em serviço privado, pagando por ela?<br />
</strong>Pode sim. Não haverá impedimento, por parte do Ministério da Saúde, para o setor privado adquirir vacinas. O que pode ocorrer, nessa circunstância, é a limitação da disponibilidade do produto, que irá depender da capacidade de fornecimento pelos laboratórios produtores.</p>
<p><strong>45) Qual a incidência de efeitos colaterais (eventos adversos) até agora?<br />
</strong>A OMS estima que foram distribuídas cerca de 80 milhões de doses da vacina contra a influenza pandêmica e até o final de novembro foram vacinadas aproximadamente 65 milhões de pessoas. A grande maioria do que vem se apresentando se assemelha a vacina sazonal administrada em idosos, que são reações leves: dor local, febre baixa, dores musculares, que se resolvem em torno de 48 horas.</p>
<p><strong>46)O governo se prepara para a possibilidade de fraude?<br />
</strong>Esperamos que a linguagem da mídia de esclarecimento a população seja clara para que a mesma busque a vacina em lugares seguros e faça denúncias em caso dúvidas de sua procedência, distribuição e uso.</p>
<p>Em relação à possível fraude na produção de vacinas ou disponibilidade, o Governo Brasileiro dispõe de mecanismos para controle de qualidade de todas as vacinas por meio do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde da Fiocruz (INCQS). Há também, o controle por meio da ANVISA que assegura o registro dos produtos em oferta em nosso país.</p>
<p><strong>47)A vacinação para Influenza A (H1N1) &#8211; 2009 será mantida para os próximos anos?<br />
</strong>Como uma pandemia de influenza qualquer predição é ainda especulativa. o Brasil seguirá sempre as recomendações da OMS.</p>
<p><strong>48) Como a vacina é acondicionada? Precisa de equipamento especial?<br />
</strong>Todas as vacinas são acondicionadas em equipamentos de refrigeração (refrigeradores domésticas ou comerciais e câmaras frigoríficas) e em caixas térmicas.</p>
<p>A vacina contra influenza pandêmica deverá ser armazenada e acondicionada entre +2° e +8° C desde a Central Nacional de Armazenamento até o nível local, ou seja, utilizando os mesmos equipamentos para as demais vacinas.</p>
<p><strong>49)A capacidade da rede de frio de imunobiológicos do Brasil é suficiente para estocar a vacina?<br />
</strong>Esta vacina não terá necessidade de estocagem, pois terá utilização rápida. Portanto, as 36 mil salas de vacinas dos 5.565 municípios brasileiros possuem estrutura necessária para o armazenamento das vacinas de rotina e campanhas. Caso seja necessário o reforço de equipamentos, cada Estado suprirá as necessidades conforme plano elaborado e recursos distribuídos.</p>
<p><strong>50) Quais são eventos adversos da vacina? Comparativamente a outras vacinas.<br />
</strong>Os eventos adversos relatados pelo laboratório GSK:</p>
<p>a) <strong>Muito comum</strong> (cerca de 10% dos vacinados): dor no local da aplicação, cefaléia, dor articular, muscular e fadiga;</p>
<p>b) <strong>Comum</strong>: Náusea, diarréia, sudorese, hiperemia no local da aplicação, inchaço no local da aplicação e tremores;</p>
<p>c) <strong>Raros</strong>: Linfadenopatia, insônia, tontura, parestesia, vertigem, dispnéia, dor abdominal, vômitos, dispepsia, desconforto gástrico, prurido, erupção cutânea, dor nas costas, rigidez músculo esquelética, dor no pescoço, espasmos musculares, dor nas extremidades, reações no local de injeção (hematoma, induração, prurido e aumento de temperatura), astenia, dor no peito e mal estar.</p>
<p><strong>51)Na hipótese de o vírus persistir durante muitos anos, eu vou precisar me reimunizar?<br />
</strong>Se não houver mutação do vírus, não será necessária a revacinação.</p>
<p><strong>52) Se eu me vacinar com vacina contra a gripe sazonal, não corro perigo de pegar a gripe suína em seu estado atual, já que a vacina da gripe normal não garante que eu nunca mais adoeça?<br />
</strong>Se o indivíduo se vacinar com a vacina sazonal e estiver dentro do grupo prioritário deverá também se vacinar contra a vacina pandêmica.</p>
<p><strong><em>Fonte: </em></strong><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/default.cfm?pg=dspDetalheNoticia&amp;id_area=124&amp;CO_NOTICIA=11136"><strong><em>Ministério da Saúde</em></strong></a></p>
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		<title>Ministério da Saúde vai avisar por e-mail as datas de vacinação</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 16:17:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[gripe]]></category>
		<category><![CDATA[suína]]></category>
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		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[vírus A(H1N1)]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério da Saúde anunciou nesta quinta-feira (4/03) que criou um sistema para avisar os cidadãos por e-mail sobre a data da vacinação contra a influenza A (H1N1), ou gripe suína. Para receber o aviso, será preciso se cadastrar no site da instituição (www.saude.gov.br) a partir do dia 8 de março, data em que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2009/09/vacina-254x300.jpg" alt="" width="254" height="300" />O Ministério da Saúde anunciou nesta quinta-feira (4/03) que criou um sistema para avisar os cidadãos por e-mail sobre a data da vacinação contra a influenza A (H1N1), ou gripe suína. Para receber o aviso, será preciso se cadastrar no site da instituição <a href="http://(www.saude.gov.br" target="_blank">(www.saude.gov.br</a>) a partir do dia 8 de março, data em que a imunização começa no país.</p>
<p>Na primeira etapa, que vai até o dia 19, a vacinação ocorre para profissionais da saúde e povos indígenas. Do dia 22 ao dia 2 de abril, serão imunizados gestantes, doentes crônicos (veja lista abaixo) e crianças de 6 meses a 2 anos. Jovens de 20 a 29 anos devem receber a vacina entre os dias 5 e 23 de abril; idosos (mais de 60 anos) com doenças crônicas, de 24 de abril a 7 de maio; e adultos de 30 a 39 anos, de 10 a 21 de maio.<span id="more-837"></span></p>
<p>O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou que pelo menos 91 milhões de brasileiros deverão ser vacinados contra a influenza A (H1N1) &#8211; gripe suína &#8211; em dois meses.</p>
<p>Saiba quais as doenças crônicas consideradas para a vacinação:</p>
<ul>
<li>Obesidade grau 3 &#8211; antiga obesidade mórbida (crianças; adolescentes e adultos);</li>
<li>Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar);</li>
<li>Asmáticos (formas graves);</li>
<li>Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória;</li>
<li>Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular);</li>
<li>Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);</li>
<li>Diabetes mellitus;</li>
<li>Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);</li>
<li>Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes com diálise);</li>
<li>Doença hematológica (hemoglobinopatias);</li>
<li>Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática autoimune, doença de Kawasaki);</li>
<li>Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;</li>
<li>Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular).</li>
</ul>
<p><em>Fonte: </em><a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2010/03/04/ministerio-pode-avisar-por-e-mail-data-de-vacinacao-contra-gripe-suina.jhtm" target="_blank"><em>UOL Saúde</em></a></p>
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		<title>Tabaco pode matar 8 milhões por ano em 2030</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 11:16:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[cigarro]]></category>
		<category><![CDATA[mortalidade]]></category>
		<category><![CDATA[tabaco]]></category>

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		<description><![CDATA[O fumo continua sendo um grande vilão para a saúde. Um recente estudo divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra que 94,6% da população mundial ainda não está protegida contra os males causados pelo fumo passivo por meio de leis antifumo. A perspectiva é que a “epidemia global do tabaco”, como o assunto é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O fumo continua sendo um grande vilão para a saúde. Um recente estudo divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra que 94,6% da população mundial ainda não está protegida contra os males causados pelo fumo passivo por meio de leis antifumo. A perspectiva é que a “epidemia global do tabaco”, como o assunto é tratado no relatório, venha a ser a causa da morte de 8 milhões de pessoas por ano em 2030 caso nada seja feito.</p>
<p>De acordo com a OMS, atualmente o cigarro mata mais de 5 milhões de pessoas todos os anos, ou seja, mais do que a Aids, a tuberculose e a malária juntas. Na opinião do diretor-assistente para Doenças Não Transmissíveis e Saúde Mental da OMS, Ala Alwan, a única forma de reduzir o número de mortes é criar mais mecanismos para acabar com o fumo. “Não há um nível seguro de exposição ao fumo passivo. Então, é necessária uma ação dos governos para proteger as pessoas”, garante.<span id="more-830"></span></p>
<p>O Brasil ganhou destaque no relatório devido às políticas antifumo que vem adotando. O país é um dos signatários da Convenção-Quadro de Controle do Tabagismo, que prevê a adoção de medidas de restrição ao consumo de cigarros e outros produtos derivados do tabaco. Seguindo essa linha, foi sancionada uma lei em 2001 que restringe a propaganda do cigarro. No ano seguinte, passou a ser obrigatória a presença de imagens de advertência nas embalagens do produto.</p>
<p>As leis antifumo ganharam força em algumas das principais cidades do país, como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Salvador. Na capital paulista, por exemplo, já há resultados positivos sobre o impacto da lei na saúde da população. Um estudo feito pelo Instituto do Coração (InCor) em 700 estabelecimentos comprovou que os níveis de monóxido de carbono nesses locais diminuíram 73,5%. A taxa de contaminação de garçons e outros funcionários não fumantes caiu 48%.</p>
<p>Apesar dos dados positivos, ainda há muito a ser feito. A OMS aponta que o fato de 5,4% da população mundial estar protegida contra os prejuízos do tabaco em 2008 já representa um avanço, pois mostra um aumento de 3,1% em relação a 2007. O tom de otimismo, porém, não pode fazer com que os países se acomodem. “Houve um progresso, mas o fato de 94% das pessoas ainda não estarem protegidas significa que é preciso trabalhar mais”, alerta Ala Alwan.</p>
<p><em>Fonte: </em><a href="http://www.anamt.org.br/newsletter/le_newsletters.php?idnewsletter=71&amp;id=172" target="_blank"><em>ANAMT</em></a></p>
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		<title>Calendário de vacinação contra a gripe A (H1N1)</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 16:07:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[calendário]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>

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		<description><![CDATA[ O governo brasileiro divulgou recentemente que adultos entre 30 e 49 anos também serão vacinados contra a gripe A. Segundo o Ministério da Saúde o objetivo da campanha de imunização não é evitar a infecção pelo vírus, mas diminuir o risco de adoecimento e morte. Por isso, foram escolhidos os grupos mais afetados durante a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> O governo brasileiro divulgou recentemente que adultos entre 30 e 49 anos também serão vacinados contra a gripe A.</p>
<p>Segundo o Ministério da Saúde o objetivo da campanha de imunização não é evitar a infecção pelo vírus, mas diminuir o risco de adoecimento e morte. Por isso, foram escolhidos os grupos mais afetados durante a primeira onda da gripe, em 2009.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="590">
<caption>CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE A (H1N1)</caption>
<tbody>
<tr>
<td>8 a 19 de março</td>
<td>Profissionais da Saúde</td>
<td>Médicos, enfermeiros, recepcionistas, pessoal de limpeza e segurança, motoristas de ambulância, equipes de laboratório e profissionais que atuam na investigação epidemiológica.</td>
</tr>
<tr>
<td>8 a 19 de março</td>
<td>Povos indígenas</td>
<td>População que vive em aldeias. A vacinação será realizada em parceria com a Funasa (Fundação Nacional de Saúde).</td>
</tr>
<tr>
<td>22 de março a 2 de abril</td>
<td>Gestantes</td>
<td>Mulheres grávidas em qualquer período de gestação. As mulheres que engravidarem depois de 2 de abril podem tomar a vacina até 21 de maio.</td>
</tr>
<tr>
<td>22 de março a 2 de abril</td>
<td>Pessoas com problemas crônicos com até 60 anos de idade</td>
<td> Serão vacinadas as pessoas com os seguintes problemas:<br />
• Obesidade grau 3 &#8211; antiga obesidade mórbida (crianças; adolescentes e adultos);<br />
• Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar);<br />
• Asmáticos (formas graves);<br />
• Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória;<br />
• Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular);<br />
• Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);<br />
• Diabetes mellitus;<br />
• Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);<br />
• Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes com diálise);<br />
• Doença hematológica (hemoglobinopatias);<br />
• Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);<br />
• Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;<br />
• Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular).</td>
</tr>
<tr>
<td>22 de março a 2 de abril</td>
<td>Crianças entre seis meses e dois anos de idade incompletos (23 meses).</td>
<td>Elas devem receber meia dose da vacina e, depois de 21 dias, poderão tomar a outra meia dose.</td>
</tr>
<tr>
<td>5 a 23 de abril </td>
<td>População de 20 a 29 anos</td>
<td>Qualquer pessoa nessa faixa etária.</td>
</tr>
<tr>
<td>24 de abril a 7 de maio </td>
<td>Idosos com problemas crônicos (mais de 60 anos de idade). </td>
<td>O período coincide com a vacinação de idosos para a gripe comum. Quando eles forem tomar a vacina, receberão também imunização contra o vírus influenza A (H1N1) caso tenham algum destes problemas:• Obesidade grau 3 &#8211; antiga obesidade mórbida (crianças; adolescentes e adultos);<br />
• Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar);<br />
• Asmáticos (formas graves);<br />
• Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória;<br />
• Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular);<br />
• Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);<br />
• Diabetes mellitus;<br />
• Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);<br />
• Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes com diálise);<br />
• Doença hematológica (hemoglobinopatias);<br />
• Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);<br />
• Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;<br />
• Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular). </td>
</tr>
<tr>
<td>10 a 21 de maio</td>
<td>População de 30 a 39 anos</td>
<td>Qualquer pessoa nessa faixa etária.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		</item>
		<item>
		<title>Tabagismo — Apague esse vício</title>
		<link>http://pneumologia.med.br/site/?p=822</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 15:12:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[cigarro]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Pulmonares]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Lair Ribeiro A fumaça do cigarro é tão prejudicial quando a expelida pelo escapamento de um automóvel. Enquanto o escapamento libera de 30 a 80 mil ppm (partículas por milhão) de monóxido de carbono, o cigarro emite de 20 a 60 mil ppm. Em janeiro de 2006, a Comissão de Recursos Atmosféricos da Califórnia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Lair Ribeiro</em></p>
<p>A fumaça do cigarro é tão prejudicial quando a expelida pelo escapamento de um automóvel. Enquanto o escapamento libera de 30 a 80 mil ppm (partículas por milhão) de monóxido de carbono, o cigarro emite de 20 a 60 mil ppm.</p>
<p>Em janeiro de 2006, a Comissão de Recursos Atmosféricos da Califórnia, estado norte-americano considerado referência em regulamentação sanitária e ambiental, aprovou a definição da fumaça de cigarros como “contaminação tóxica do ar”. A iniciativa ganhou força depois que uma pesquisa revelou que, entre os pesquisados, 16% eram fumantes, mas 56% dos adultos e 64% dos adolescentes estavam expostos à fumaça alheia. A pesquisa indicou, ainda, que cerca de 6,6 mil californianos morrem anualmente de doenças associadas à exposição ao fumo. Dos países que lutam contra o tabagismo, o Canadá saiu na frente, proibindo o fumo em locais fechados e incentivando os postos de venda de cigarros a oferecer alternativas para o controle do vício, como adesivos e gomas de nicotina. No Brasil, o pioneirismo ficou por conta da proibição do fumo em locais fechados, apesar de ainda não haver rigor na punição dos infratores.<span id="more-822"></span></p>
<p>Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo é terceira causa de morte evitável em todo o mundo. Mata mais que aids, alcoolismo, cocaína, heroína e acidentes de trânsito juntos. Das mais de 4.800 substâncias químicas que são liberadas durante a combustão do tabaco, cerca de 60 são cancerígenas. E a nicotina, que não provoca câncer, induz ao vício.</p>
<p>O tabagismo pode causar câncer de pulmão, enfisema pulmonar, bronquite crônica, doenças cardiovasculares, aneurismas arteriais, úlcera do aparelho digestivo, infecções respiratórias, trombose vascular, amarelamento dos dentes, envelhecimento da pele, mau-hálito, perda do fôlego e queda da resistência física e do desempenho esportivo. Além disso, há o risco de impotência sexual, infertilidade, câncer do colo do útero, menopausa precoce e dismenorréia. Um estudo do Departamento de Psquiatria da Universidade de Michigan revelou, ainda, que o consumo contínuo de tabaco torna o pensamento mais lento e reduz o QI (Quociente de Inteligência).</p>
<p>O tabagismo é responsável por 4,9 milhões de mortes anuais em todo o mundo, e a incidência de tabagistas entre os mortos pelas causas mais conhecidas é assustadora. Veja a porcentagem de fumantes detectada nas principais causa mortis:</p>
<ul>
<li>Câncer de pulmão: 90%</li>
<li>Bronquite e enfisema: 85%</li>
<li>Bronquite crônica: 40%</li>
<li>Outros tipos de câncer, como de boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga e colo do útero: 30%</li>
<li>Doenças coronarianas: 25%</li>
<li>Doenças vasculares: 25%</li>
</ul>
<p>A mulher que fuma durante a gestação pode ter desde o descolamento prematuro da placenta e hemorragias, levando a um possível aborto, até o nascimento prematuro da criança, com baixo peso. E a criança poderá manter o quadro de baixo peso e apresentar distúrbios de desenvolvimento motor e intelectual. Se a mãe parar de fumar na fase de amamentação, o bebê pode apresentar sintomas da síndrome da abstinência, como irritabilidade, choro fácil e tremor de braços e pernas. Atenção: bebês cujos pais são fumantes apresentam cinco vezes mais risco de morte súbita sem causa aparente.</p>
<p>Antes de acender um cigarro, olhe à sua volta, pense no futuro e desista da idéia. Lembre-se de que, fumando um maço de cigarros por dia, por mais de dez anos, você está jogando fora, em média, cinco anos de vida.</p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://www.lairribeiro.com.br" target="_blank">www.lairribeiro.com.br</a><br />
e-mail: <a href="mailto:lrsintonia@terra.com.br">lrsintonia@terra.com.br</a><br />
Tel.: (11) 3889.0038<br />
<em>Fonte: ACTBr</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Até o momento laser não cura asma!</title>
		<link>http://pneumologia.med.br/site/?p=817</link>
		<comments>http://pneumologia.med.br/site/?p=817#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 12:32:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[asma]]></category>
		<category><![CDATA[laser]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pneumologia.med.br/site/?p=817</guid>
		<description><![CDATA[A Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia tem como uma das suas funções a difusão do conhecimento científico na área das doenças respiratórias prioritárias e o zelo pela divulgação de Boas Práticas Clínicas. Foi com surpresa que verificamos a divulgação, em imprensa leiga, matéria na Revista Veja &#8211; Edição 2146 &#8211; ano 43 &#8211; n°1 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia tem como uma das suas funções a difusão do conhecimento científico na área das doenças respiratórias prioritárias e o zelo pela divulgação de Boas Práticas Clínicas. Foi com surpresa que verificamos a divulgação, em imprensa leiga, matéria na Revista Veja &#8211; Edição 2146 &#8211; ano 43 &#8211; n°1 &#8211; pagina 74, de 6 de janeiro de 2010, artigo referente a pesquisa desenvolvida no InCor com aplicação de Laser para obtenção de controle da asma. A reportagem sugeriu que asmáticos, após o tratamento com raios Laser, poderiam ter uma vida normal, sendo possível abandonar o tratamento anti-inflamatório com corticóides inalatórios, após a aplicação das ondas luminosas.</p>
<p>Compreendemos perfeitamente a missão da Universidade em pesquisar e divulgar tratamentos novos, bem como assegurar que esse conhecimento, ao ser transferido ao público leigo, seja sempre revestido dos devidos cuidados para que a falta de embasamento teórico da população não propicie uma má interpretação.</p>
<p>Essa reportagem, descrevendo um <strong>tratamento experimental</strong> como potencialmente mais eficaz do que o tratamento universalmente aceito como o mais efetivo para controle da asma (corticóides inalatórios: Evidencia A nas Diretrizes e Consensos mundiais), <strong>gera uma falsa impressão </strong>de conhecimento sólido e produzido em Instituição de credibilidade irrefutável.</p>
<p><strong>Como especialistas sabemos que o Laser ainda carece de comprovação científica definitiva para ser recomendado como tratamento de primeira linha.</strong></p>
<p>Sendo assim, encaminhamos, através de nossa Assessoria de Imprensa, uma resposta a VEJA, a qual não foi publicada. Estamos trabalhando para esclarecer a população de forma transparente e adequada.</p>
<p>Jussara Fiterman<br />
Presidente da SBPT</p>
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		<title>Ministério da Saúde apresenta estratégia de vacinação para a gripe A(H1N1)</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 15:42:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[A(H1N1)]]></category>
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		<description><![CDATA[O Ministério da Saúde apresentou nesta terça-feira (26) a estratégia nacional de enfrentamento da segunda onda da pandemia de gripe A (H1N1) no país que prevê a compra de 83 milhões de doses da vacina para imunizar a população brasileira a partir de março deste ano. O vírus da chamada gripe suína fez 1.705 vítimas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde apresentou nesta terça-feira (26) a estratégia nacional de enfrentamento da segunda onda da pandemia de gripe A (H1N1) no país que prevê a compra de 83 milhões de doses da vacina para imunizar a população brasileira a partir de março deste ano.</p>
<p>O vírus da chamada gripe suína fez 1.705 vítimas fatais no Brasil e mais de 14 mil em todo o planeta. Foram registrados no território brasileiro 39.679 casos graves da doença.</p>
<p>O plano de vacinação vai ser realizado em quatro etapas. Na primeira, que será realizada entre os dias 8 e 19 de março, trabalhadores da rede de atenção à saúde e profissionais envolvidos na resposta à pandemia e indígenas serão vacinados.</p>
<p>Gestantes serão imunizadas na sequência, entre 22 de março e 21 de maio, em um prazo que irá durar até a quarta etapa da estratégia. Ainda como parte da segunda etapa, crianças de seis meses a dois anos de idade e doentes crônicos serão imunizados entre os dias 22 de março e 2 de abril.</p>
<p> A população com idade entre 20 e 29 anos será vacinada entre os dias 5 e 23 de abril. Por último, idosos com mais de 60 anos com e com doenças crônicas serão vacinados entre 24 de abril e 7 de maio.</p>
<div id="attachment_811" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2010/01/calvac.jpg"><img class="size-full wp-image-811" title="calvac" src="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2010/01/calvac.jpg" alt="" width="550" height="276" /></a><p class="wp-caption-text">Calendário de Vacinação - Gripe A(H1N1)</p></div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: left;"><em>Fonte: </em><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1463466-5598,00-BRASIL+TERA+MILHOES+DE+DOSES+DE+VACINA+PARA+COMBATER+A+GRIPE+A+HN+DIZ+MINIS.html" target="_blank"><em>G1</em></a></div>
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		<title>Indústria do cigarro será obrigada a revelar fórmulas de seus produtos</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 13:40:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[cigarro]]></category>
		<category><![CDATA[componentes]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
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		<description><![CDATA[Pela primeira vez, as companhias de tabaco nos Estados Unidos terão de revelar as fórmulas de seus produtos ao FDA, órgão que regula alimentos e remédios no país. As empresas também terão de divulgar os estudos que fizeram sobre os efeitos desses ingredientes. As informações devem ajudar o FDA a determinar quais substâncias tornam os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_805" class="wp-caption alignleft" style="width: 253px"><a href="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2010/01/componentes-cigarro.jpg"><img class="size-medium wp-image-805" title="componentes cigarro" src="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2010/01/componentes-cigarro-243x300.jpg" alt="" width="243" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Componentes do cigarro</p></div>
<p>Pela primeira vez, as companhias de tabaco nos Estados Unidos terão de revelar as fórmulas de seus produtos ao FDA, órgão que regula alimentos e remédios no país.</p>
<p>As empresas também terão de divulgar os estudos que fizeram sobre os efeitos desses ingredientes. As informações devem ajudar o FDA a determinar quais substâncias tornam os cigarros mais nocivos ou que aumentam a dependência.</p>
<p>A lista, com os ingredientes e a quantidade deles por marca, deve ser divulgada em junho de 2011.</p>
<p>Clique na imagem ao lado para ver o que já se sabe que contém em cada cigarro.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www.actbr.org.br/comunicacao/noticias-conteudo.asp?cod=1543" target="_blank">ACTBr</a></em></p>
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		<title>Voluntários testarão vacina contra H1N1</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 01:17:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[gripe suína]]></category>
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		<category><![CDATA[vírus A(H1N1)]]></category>

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		<description><![CDATA[Institutos começam a recrutar 400 pessoas para estudo da versão brasileira da imunização LUÍSA ALCALDE, luisa.alcalde@grupoestado.com.br São Paulo começou anteontem a recrutar voluntários para testar a vacina contra o vírus da gripe A, H1N1 que será produzida no País pelo Instituto Butantã. São necessários 400 candidatos. Desde que o anúncio foi feito, cerca de 50 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Institutos começam a recrutar 400 pessoas para estudo da versão brasileira da imunização</p>
<p><em>LUÍSA ALCALDE, luisa.alcalde@grupoestado.com.br</em></p>
<p>São Paulo começou anteontem a recrutar voluntários para testar a vacina contra o vírus da gripe A, H1N1 que será produzida no País pelo Instituto Butantã. São necessários 400 candidatos. Desde que o anúncio foi feito, cerca de 50 pessoas por dia ligam para o Butantã, um dos três locais em que é possível se inscrever para os testes.</p>
<p>São procuradas pessoas entre 18 e 50 anos, de ambos os sexos, com boa saúde, sem doenças crônicas e que não tenham contraído o H1N1. Assim, serão aplicados testes sorológicos nos candidatos, para averiguar se eles ainda não tiveram a doença, além de exames sanguíneo e urinário.</p>
<p>Grávidas não podem participar. A pesquisa vai durar cerca de dois meses. Serão avaliadas a eficácia, tolerância e segurança de 13 grupos de vacinas contra o vírus influenza A (H1N1), desenvolvidas pelo Butantã. O que varia em cada uma delas é a concentração de antígeno viral (matéria-prima) e adjuvante, uma substância que potencializa o poder imunizante da vacina. A fórmula desenvolvida pelo Butantã foi feita a partir de antígeno importado.</p>
<p>Cada candidato receberá duas doses da vacina em intervalos de 21 dias. “Queremos saber se ela será capaz de imunizar com uma dose ou se haverá necessidade de reforço. Se com uma dose menor do antígeno conseguirmos os resultados esperados, poderemos duplicar as doses”, afirma Alexander R. Precioso, diretor médico de ensaios clínicos do Instituto Butantã e coordenador geral do estudo. <span id="more-800"></span></p>
<p>Ele diz que o vírus usado nas fórmulas das vacinas em teste é do tipo inativado (morto) e não produz contra indicações diferentes das clássicas registradas por outras vacinas, como vermelhidão na área de aplicação, dores no corpo e febre.</p>
<p>A escolhida a ser produzida pelo Butantã será a vacina que conseguir associar maior segurança com alta capacidade de imunização. Segundo Precioso, a pesquisa deve ser concluída em março.</p>
<p>O passo seguinte será registrar a vacina e pedir autorização à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para distribuí-la e aplicá-la no País. Após esse trâmite burocrático, o responsável pelo estudo calcula que a produção da vacina nacional contra a gripe A possa ser iniciada ainda em 2010 ou em 2011. Mas ele explica que não dará tempo de aplicá-la neste Inverno, época em que o vírus circula com maior intensidade.</p>
<p>A adesão ao estudo não é remunerada porque o pagamento é proibido por lei. Quem for escolhido receberá vale-transporte e lanche. Interessados podem se inscrever pelos telefones: 0800-701-2850, (11) 3069-8833 e (11) 3091-9241.</p>
<p>O estudo será conduzido pelo Centro de Pesquisa do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP), Centro de Pesquisa do Hospital Universitário da USP e Instituto Butantã.</p>
<p>QUEM PODE</p>
<ul>
<li>Adultos entre 18 e 50 anos de idade, de ambos os sexos, podem participar do estudo</li>
<li>É necessário ter boa saúde e não ser portador de doenças crônicas</li>
<li>É imprescindível não ter contraído o vírus Influenza H1N1</li>
<li>Grávidas e portadores de HIV não podem se candidatar</li>
</ul>
<p><em>Fonte: <a href="http://txt.jt.com.br/editorias/2010/01/21/ger-1.94.4.20100121.7.1.xml" target="_blank">Jornal da Tarde</a></em></p>
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		<title>Gripe A: 80 milhões de norte-americanos podem ter sido infectados</title>
		<link>http://pneumologia.med.br/site/?p=796</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 19:55:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[influenza]]></category>

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		<description><![CDATA[O Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) divulgou nesta sexta-feira (15/01/10) seu boletim de avaliação do quadro epidemiológico da nova gripe. O órgão estimou que o vírus H1N1 adoeceu entre 39 milhões a 80 milhões de americanos e levou a 173 mil a 362 mil hospitalizações. O total de mortes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) divulgou nesta sexta-feira (15/01/10) seu boletim de avaliação do quadro epidemiológico da nova gripe. O órgão estimou que o vírus H1N1 adoeceu entre 39 milhões a 80 milhões de americanos e levou a 173 mil a 362 mil hospitalizações. O total de mortes causadas pela influenza foi de no mínimo 7.880 e no máximo 16.460. O período avaliado foi de abril a dezembro de 2009.</p>
<p>O boletim do CDC confirma que pessoas com menos de 65 anos são mais gravemente afetadas pela doença. Cerca de 90% das hospitalizações estimadas e 88% das mortes foram de americanos com menos de 65 anos. No caso da gripe comum, a situação é inversa: 60% das hospitalizações e 90% das mortes são de pessoas com 65 anos de idade ou mais.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1449392-5603,00-EUA+ESTIMAM+QUE+NOVA+GRIPE+ADOECEU+MILHOES+A+MILHOES+DE+AMERICANOS.html" target="_blank">G1</a></em></p>
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		<title>Fumante é mais suscetível a dores lombares</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 18:08:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Fumantes, especialmente os mais jovens, têm mais probabilidade de apresentar dores lombares do que pessoas que nunca fumaram. A conclusão é de uma metanálise publicada na edição de janeiro do &#8220;American Journal of Medicine&#8220;. Para saber se o tabagismo aumenta a incidência de dores nas costas, um tema ainda controverso, cientistas do Finnish Institute of [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_760" class="wp-caption alignright" style="width: 322px"><a href="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2010/01/lombalgia-2.jpg"><img class="size-full wp-image-760" title="lombalgia-2" src="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2010/01/lombalgia-2.jpg" alt="" width="312" height="287" /></a><p class="wp-caption-text">Fumantes tem mais dores nas costas</p></div>
<p>Fumantes, especialmente os mais jovens, têm mais probabilidade de apresentar dores lombares do que pessoas que nunca fumaram. A conclusão é de uma metanálise publicada na edição de janeiro do &#8220;<a href="http://www.amjmed.com/article/S0002-9343%2809%2900713-X/abstract" target="_blank">American Journal of Medicine</a>&#8220;.</p>
<p>Para saber se o tabagismo aumenta a incidência de dores nas costas, um tema ainda controverso, cientistas do Finnish Institute of Occupational Health revisaram 40 estudos de várias partes do mundo que envolveram dores lombares e fumantes, ex-fumantes e pessoas que nunca fumaram, feitos entre 1966 e 2009.</p>
<p>Eles concluíram que, apesar de os dados não provarem que o tabagismo leva à dor nas costas, as pesquisas sugerem uma associação entre o fumo e a dor -que mostrou-se mais forte nos casos em que a dor era crônica ou debilitante. Os adolescentes também são mais vulneráveis à dor que os adultos.</p>
<p>Não se sabe qual é a relação entre os dois fatos, mas as hipóteses incluem uma redução do fornecimento de sangue para a espinha dorsal, um risco mais alto de osteoporose e a circulação aumentada de substâncias relacionadas à dor no organismo dos fumantes.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u678030.shtml" target="_blank">Folha Online</a></em></p>
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		<title>Fumantes também se beneficiam com lei anti-fumo</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 15:20:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[carbono]]></category>
		<category><![CDATA[cigarro]]></category>
		<category><![CDATA[fumantes]]></category>
		<category><![CDATA[Incor]]></category>
		<category><![CDATA[monóxido]]></category>
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		<description><![CDATA[Um estudo do InCor (Instituto do Coração), do Hospital das Clínicas, concluiu que após quatro meses da lei antifumo entrar em vigor, até os fumantes se beneficiaram com a proibição dos cigarros em ambientes fechados. A pesquisa realizada em conjunto com a Vigilância Sanitária, indica que a saúde dos frequentadores e funcionários de bares, restaurantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo do InCor (Instituto do Coração), do Hospital das Clínicas, concluiu que após quatro meses da lei antifumo entrar em vigor, até os fumantes se beneficiaram com a proibição dos cigarros em ambientes fechados. A pesquisa realizada em conjunto com a Vigilância Sanitária, indica que a saúde dos frequentadores e funcionários de bares, restaurantes e casas noturnas, melhorou.</p>
<p>A pesquisa foi feita em 710 casas noturnas, bares e restaurantes da cidade de São Paulo, antes e depois de a lei entrar em vigor, no dia 7 de agosto deste ano. Foram feitos exames em 200 fumantes e 200 não fumantes.</p>
<p>Agora é possível respirar um ar mais puro, pois a concentração de monóxido de carbono &#8211;um dos principais componentes da fumaça do cigarro&#8211; caiu de cinco partes por milhão (ppm) para uma ppm. De acordo com a cardiologista e coordenadora da pesquisa Jaqueline Scholz Issa, esse valor corresponde a sair de um ambiente poluído, como um túnel congestionado de carros, para respirar o ar de um parque arborizado.</p>
<p>O ar expelido pelos garçons fumantes antes da lei entrar em vigor apresentou nível médio de 14 ppm (partículas por milhão) de monóxido de carbono, altamente prejudicial para a saúde cardiovascular. Doze semanas depois, foram repetidos os exames nas mesmas pessoas e o resultados apresentaram uma média de 9 ppm.</p>
<p>Já os garçons que não fumam tiveram melhora no índice de 7 ppm para 3 ppm.</p>
<p>Em agosto de 2010, o estudo trará o impacto da lei sobre o número de mortes e internações por infarto e acidente vascular cerebral. Em países do exterior houve uma redução de 10% a 30% no número dessas mortes e internações.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u664074.shtml" target="_blank">Folha Online</a></em></p>
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		<title>Gripe A já matou mais de 11 mil pessoas, mas OMS prevê declínio</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 22:34:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Pulmonares]]></category>
		<category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[A(H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[gripe suína]]></category>
		<category><![CDATA[influenza]]></category>

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		<description><![CDATA[A gripe H1N1 causou a morte de pelo menos 11.516 pessoas em todo o mundo desde o início da pandemia em abril, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quarta-feira. Mas em seu relatório semanal, que mostrou quase 1.000 registros oficiais de mortes a mais em relação aos últimos dados, a organização disse que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A gripe H1N1 causou a morte de pelo menos 11.516 pessoas em todo o mundo desde o início da pandemia em abril, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quarta-feira.</p>
<p>Mas em seu relatório semanal, que mostrou quase 1.000 registros oficiais de mortes a mais em relação aos últimos dados, a organização disse que a doença aparentemente já atingiu seu pico ou está estável na Europa Ocidental e na América do Norte, enquanto há uma queda na transmissão em partes da Ásia.</p>
<p>Nos Estados Unidos e no Canadá, o vírus segue disseminado geograficamente, mas os níveis de doenças gripais caíram substancialmente e internações e mortes também estão em queda, disse a OMS.</p>
<p>Na Europa, a transmissão ativa do vírus segue disseminada pelo continente, mas na maioria dos países sua atividade já atingiu o pico -embora esteja crescendo no centro e leste do continente.</p>
<p><em>Veja a notícia completa em &#8220;</em><a href="http://http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/12/23/oms-diz-que-gripe-h1n1-causou-ao-menos-11-516-mortes-no-mundo-915334487.asp" target="_blank"><em>O Globo</em></a><em>&#8220;.</em></p>
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		<title>Fumantes sofrem mutação genética a cada 15 cigarros</title>
		<link>http://pneumologia.med.br/site/?p=752</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 11:52:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Pulmonares]]></category>
		<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Cientistas identificaram todas as mudanças nas células de dois tipos fatais de câncer para produzir os primeiros mapas genéticos inteiros de um tumor. Segundo eles, isso marca um &#8220;momento transformador&#8221; na compreensão da doença. Os estudos feitos por uma equipe internacional e pelo Instituto Wellcome Trust Sanger, da Grã-Bretanha, representam as primeiras descrições abrangentes de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cientistas identificaram todas as mudanças nas células de dois tipos fatais de câncer para produzir os primeiros mapas genéticos inteiros de um tumor. Segundo eles, isso marca um &#8220;momento transformador&#8221; na compreensão da doença.</p>
<p>Os estudos feitos por uma equipe internacional e pelo Instituto Wellcome Trust Sanger, da Grã-Bretanha, representam as primeiras descrições abrangentes de mutações celulares tumorais, e podem revelar todas as mudanças genéticas por trás do melanoma de pele e do câncer de pulmão.</p>
<p>&#8220;O que estamos vendo hoje vai transformar a forma como vemos o câncer&#8221;, disse a jornalistas em Londres Mike Stratton, do projeto do genoma do câncer do Instituto Sanger. &#8220;Nunca vimos o câncer ser revelado dessa forma&#8221;.</p>
<p>Os cientistas sequenciaram todo o DNA do tecido canceroso e do tecido normal em um paciente com melanoma e de um paciente com câncer de pulmão, usando uma tecnologia chamada sequenciamento paralelo em massa. Comparando as sequências tumorais com as saudáveis, conseguiram localizar todas as mudanças específicas do câncer.</p>
<p>O tumor de pulmão continha mais de 23 mil mutações, e o do melanoma tinha mais de 33 mil.</p>
<p>Peter Campbell, também do Instituto Sanger, disse que o estudo sobre o câncer de pulmão sugere que o fumante desenvolve uma mutação a cada 15 cigarros que consome, e que o dano começa na primeira tragada. O câncer de pulmão mata cerca de 1 milhão de pessoas por ano no mundo, e 90 por cento dos casos são provocados pelo tabagismo.</p>
<p><em>Veja a notícia completa no </em><a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/reuters/2009/12/16/mapas-geneticos-vao-transformar-a-luta-contra-o-cancer.jhtm" target="_blank"><em>UOL Ciência e Saúde</em></a></p>
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		<item>
		<title>Gripe suína já matou mais de 9500 pessoas em todo o mundo</title>
		<link>http://pneumologia.med.br/site/?p=750</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 10:28:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Pulmonares]]></category>
		<category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pneumologia.med.br/site/?p=750</guid>
		<description><![CDATA[A OMS (Organização Mundial de Saúde) afirmou, em balanço semanal, que a gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1), matou 9.596 pessoas em mais de 208 países e territórios. A organização ressalta, contudo, que o saldo pode ser &#8220;significativamente&#8221; menor que os números reais, já que muitos países deixaram de contabilizar individualmente os casos. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A OMS (Organização Mundial de Saúde) afirmou, em balanço semanal, que a gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1), matou 9.596 pessoas em mais de 208 países e territórios. A organização ressalta, contudo, que o saldo pode ser &#8220;significativamente&#8221; menor que os números reais, já que muitos países deixaram de contabilizar individualmente os casos.</p>
<p>A organização afirma ainda que, com a proximidade do inverno no hemisfério Norte, o número de casos está aumentando em partes do centro e sudeste da Europa, assim como no oeste e sul da Ásia.</p>
<p>O continente americano continua como o local de maior número de mortes &#8211;6.131 no total. Os Estados Unidos e Canadá, contudo, registraram uma redução no número de contágios pela quinta e terceira semanas consecutivas respectivamente.</p>
<p>Na Europa, ao menos 1.242 mortes foram registradas. Já na Ásia, 814 pessoas morreram pelo novo vírus. No oeste do Pacífico, este número chega a 848 e cai para 109 na África.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u665169.shtml" target="_blank">Folha Online</a></em></p>
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		<title>Cai número de fumantes: 47% a menos desde 1989</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 14:09:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
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		<description><![CDATA[O Brasil reduziu em 47% o número de fumantes nos últimos 19 anos, segundo um estudo comparativo feito pelo Inca (Instituto Nacional de Câncer) a partir de dados do IBGE. Em 1989, o país tinha 32,4% de fumantes na população com idade a partir de 15 anos. No ano passado, eram 17,2%. A queda corresponde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil reduziu em 47% o número de fumantes nos últimos 19 anos, segundo um estudo comparativo feito pelo Inca (Instituto Nacional de Câncer) a partir de dados do IBGE. Em 1989, o país tinha 32,4% de fumantes na população com idade a partir de 15 anos. No ano passado, eram 17,2%.</p>
<p>A queda corresponde a uma população de 21,4 milhões, segundo Liz Almeida, médica epidemiologista do Inca que fez o estudo. Seria como se dois países com a população de Portugal deixassem de fumar no período de 19 anos.</p>
<p>A conta da queda parte da premissa de que, se o índice de 1989 seguisse inalterado, os fumantes hoje seriam 46 milhões. Como o IBGE encontrou 24,6 milhões de dependentes de fumo no ano passado, a redução foi de 21,4 milhões.</p>
<p>A meta da OMS (Organização Mundial de Saúde) é que os países reduzam o consumo de tabaco em 2% ao ano. O resultado brasileiro ultrapassa esse índice em dez pontos percentuais &#8211;se o Brasil tivesse a redução defendida pela OMS, a queda teria sido de 38%.</p>
<p>Não há pesquisas iguais a essas duas em outros países &#8211;daí a dificuldade de comparação. Dados similares, porém, apontam que a queda brasileira foi superior à dos Estados Unidos, do Reino Unido e do Japão.</p>
<p><em>Veja a notícia completa na <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u663918.shtml" target="_blank">Folha Online</a></em>.</p>
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		<title>Secretária de Saúde americana admite dificuldades no combate à gripe suína</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 10:58:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[A(H1N1)]]></category>
		<category><![CDATA[epidemia]]></category>
		<category><![CDATA[gripe suína]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>

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		<description><![CDATA[A secretária de Saúde dos Estados Unidos, Kathleen Sebelius, anunciou nesta quarta-feira (2) um plano para revisar em profundidade os métodos para desenvolver políticas de saúde pública, após os problemas registrados na campanha de vacinação contra a nova gripe. Durante discurso em um congresso da Associação Médica Americana, Sebelius reconheceu que a escassez de vacinas contra o vírus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A secretária de Saúde dos Estados Unidos, Kathleen Sebelius,         anunciou nesta quarta-feira (2) um plano para revisar em         profundidade os métodos para desenvolver políticas de saúde         pública, após os problemas registrados na campanha de vacinação         contra a nova gripe.</p>
<p>Durante discurso em um congresso da Associação         Médica Americana, Sebelius reconheceu que a escassez de vacinas         contra o vírus A (H1N1), entre outros problemas, demonstrou que         o país mantém uma dependência de tecnologias antiquadas.</p>
<blockquote><p>Enfrentamos a gripe de 2009 com tecnologia         dos anos 50&#8243;, admitiu Sebelius.</p></blockquote>
<p>A revisão das políticas afetará os sistemas que         preparam o país para enfrentar ameaças de saúde pública e será         completada &#8220;no início do ano que vem&#8221;, segundo a secretária.</p>
<p>&#8220;Buscaremos os métodos mais rápidos para fazer uma transição         para novas tecnologias que nos permitam produzir medidas de         reação mais robustas e confiáveis. Não só para a gripe ou         doenças infecciosas, mas para qualquer ameaça de saúde         pública&#8221;, explicou.</p>
<p>O Governo dos EUA gastou mais de US$ 2 bilhões         para comprar vacinas contra a nova gripe, mas os centros         autorizados só dispõem atualmente de 69 milhões de doses, menos         da metade das que esperavam ter.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1400526-16726,00-EUA+VAO+REAVALIAR+POLITICAS+APOS+ESCASSEZ+DE+VACINAS+CONTRA+A+NOVA+GRIPE.html" target="_blank">G1</a></em></p>
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		<title>Minas Gerais também adere à lei anti-fumo</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 09:26:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[lei anti-fumo]]></category>
		<category><![CDATA[minas gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), sancionou nesta sexta-feira, 4, a Lei 3035/2009, que institui a Lei Antifumo no Estado. O texto, que será publicado neste sábado no Diário Oficial do Estado, proíbe o consumo de produtos derivados do tabaco em recintos coletivos fechados, públicos ou privados e entra em vigor dentro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), sancionou nesta sexta-feira, 4, a Lei 3035/2009, que institui a Lei Antifumo no Estado. O texto, que será publicado neste sábado no Diário Oficial do Estado, proíbe o consumo de produtos derivados do tabaco em recintos coletivos fechados, públicos ou privados e entra em vigor dentro de 120 dias.</p>
<p>&#8220;Sanciono sem vetos a Lei Antifumo aprovada pela Assembleia Legislativa, que proíbe o fumo em locais fechados, mas permite que o estabelecimento que assim o desejar possa ter áreas exclusivas para fumantes, obviamente com exaustores e que não prejudiquem a saúde das outras pessoas. Portanto, é uma lei que me pareceu equilibrada&#8221;, disse o governador, em entrevista, no Palácio da Liberdade, após lançar a última etapa do Programa de Pavimentação de Ligações e Acessos Rodoviários aos Municípios (Proacesso).</p>
<p>A nova legislação estabelece que o proprietário ou responsável pelo estabelecimento comercial que descumprir a proibição em local fechado será multado em valor que varia de R$ 2 mil a R$ 6 mil, de acordo com a gravidade da infração e o porte do estabelecimento. Em caso de reincidência, a multa será dobrada.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,aecio-neves-sanciona-lei-antifumo-em-minas-gerais,476832,0.htm" target="_blank">Estadão</a></p>
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		<title>Panorama do tabagismo no Brasil – 2</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 22:13:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[Petab]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Último Segundo – IBGE]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_736" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><img class="size-full wp-image-736" title="pesquisa_petab_2" src="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2009/12/pesquisa_petab_2.jpg" alt="PETab 2008 - Principais pontos" width="420" height="1305" /><p class="wp-caption-text">PETab 2008 - Principais pontos</p></div>
<p><em>Fonte: <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/11/27/brasil+tem+mais+ex+fumantes+do+que+fumantes+9184123.html" target="_blank">Último Segundo – IBGE</a></em></p>
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		<title>Panorama do tabagismo no Brasil &#8211; 1</title>
		<link>http://pneumologia.med.br/site/?p=734</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 22:11:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[Petab]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Último Segundo &#8211; IBGE]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_733" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><img class="size-full wp-image-733" title="pesquisa_petab1" src="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2009/12/pesquisa_petab1.jpg" alt="PETab 2008 - Principais pontos" width="420" height="1800" /><p class="wp-caption-text">PETab 2008 - Principais pontos</p></div>
<p><em>Fonte: <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/11/27/brasil+tem+mais+ex+fumantes+do+que+fumantes+9184123.html" target="_blank">Último Segundo &#8211; IBGE</a></em></p>
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		<title>PETab &#8211; Pesquisa Especial sobre Tabagismo &#8211; Principais pontos</title>
		<link>http://pneumologia.med.br/site/?p=727</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 19:54:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
		<category><![CDATA[parar de fumar]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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		<description><![CDATA[A Pesquisa Especial sobre Tabagismo &#8211; PETab &#8211; foi realizada em 2008 e publicada recentemente pelo Governo Federal, através do Instituto Nacional do Câncer (INCA) e do Ministério da Saúde. Os principais pontos observados foram os seguintes: Dependendo da região geográfica, 16 a 19% dos brasileiros fumam – em média 17,5%  da população &#8211; 22% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Pesquisa Especial sobre Tabagismo &#8211; PETab &#8211; foi realizada em 2008 e publicada recentemente pelo Governo Federal, através do Instituto Nacional do Câncer (INCA) e do Ministério da Saúde.</p>
<p>Os principais pontos observados foram os seguintes:</p>
<p>Dependendo da região geográfica, 16 a 19% dos brasileiros fumam – em média 17,5%  da população &#8211; 22% dos homens são fumantes, e  13,3% das mulheres. As regiões Sudeste e Centro-Oeste apresentam as menores porcentagens de fumantes, e a região Sul a maior porcentagem.</p>
<p>Apesar disto, o maior contingente de fumantes está na região Sudeste – 10,5 milhões de pessoas são fumantes.</p>
<p>Total de fumantes do país: 24,6 milhões de pessoas – destes, apenas 2,1% são fumantes ocasionais.</p>
<p>Total de não fumantes: 118,4 milhões – 82,8% da população. Destes, 26 milhões são ex-fumantes, a maioria com mais de dez anos sem fumar. <span id="more-727"></span></p>
<p>Outros dados: moradores da zona rural fumam mais que os da zona urbana (20,4% x 16,6%).</p>
<p>Distribuição por idade:</p>
<ul>
<li>42% dos fumantes estão entre 25 e 44 anos – “fase pré doenças”</li>
</ul>
<ul>
<li>35,7% dos fumantes estão entre 45 a 64 anos – “fase das doenças”</li>
</ul>
<p>Quanto menor nível de instrução e quanto menor o nível de rendimento financeiro encontrado, maior é a incidência de fumantes.</p>
<p>A distribuição por raça, mostrou que dentre os indivíduos que se dizem pertencer à raça preta ou parda,19% são fumantes, contra 15,3% dos indivíduos da raça branca.</p>
<p>Aproximadamente ¾ dos fumantes fumam cigarros industrializados, o restante ¼ fuma cigarros enrolados manualmente.</p>
<p>A distribução do número de cigarros fumados por dia mostrou o seguinte:</p>
<ul>
<li>33,9% dos fumantes fumam entre 15 e 24 cigarros/dia</li>
</ul>
<ul>
<li>20,8% fumam entre 10 e 14 cigarros/dia</li>
</ul>
<ul>
<li>19,3% fumam entre 5 a 9 cigarros/dia</li>
</ul>
<ul>
<li>9,8% fumam mais de 25 cigarros/dia</li>
</ul>
<ul>
<li>16,2% fumam menos que 5 cigarros/dia</li>
</ul>
<p>Quanto ao primeiro cigarro fumado no dia:</p>
<ul>
<li>39,3% dos fumantes fumam o primeiro cigarro entre 6-30 minutos depois que acordam</li>
</ul>
<ul>
<li>21% fumam nos primeiros cinco minutos</li>
</ul>
<p>A maioria dos fumantes pensa em parar (52%), mas a longo prazo.</p>
<p>6,7% dos fumantes já fizeram algum tratamento farmacológico e 15,2% tiveram aconselhamento profissional para abandonar o cigarro.</p>
<p>O gasto mensal médio: R$ 78,43 por fumante. No Sul chega a R$ 98,99  e no  Norte/Nordeste a R$ 59,97</p>
<p>65% dos fumantes já pensaram em parar após ler as advertências contidas nos maços de cigarro e  67% percebem a influencia da mídia (TV e rádio) com informações antitabagistas e riscos.</p>
<p>E falando em riscos, 96% sabem que o cigarro causa doenças graves &#8211; 94% sabem que causa câncer de pulmão, 85,7 % sabem que causa doenças cardíacas e 73,1% sabem que causa derrame cerebral.</p>
<p><em>Fonte:</em> <a href="http://www.pneumologia.med.br/pdf/pesquisa_nacional_tabagismo.pdf" target="_blank"><em> PETab, 2008</em></a></p>
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		<item>
		<title>Maior parte dos fumantes pensa em parar</title>
		<link>http://pneumologia.med.br/site/?p=718</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 15:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[cigarros]]></category>
		<category><![CDATA[parar de fumar]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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		<description><![CDATA[Dos cerca de 25 milhões de brasileiros que fumam, 52,1% pensam em parar. Essas são das das informações que constam da Pesquisa Especial sobre Tabagismo (Petab), apresentada ontem, Dia Nacional de Combate ao Câncer. A Petab, realizada pelo IBGE, com apoio do Instituto Nacional de Câncer, foi incluída, pela primeira vez, na Pesquisa Nacional por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dos cerca de 25 milhões de brasileiros que fumam, 52,1% pensam em parar. Essas são das das informações que constam da Pesquisa Especial sobre Tabagismo (Petab), apresentada ontem, Dia Nacional de Combate ao Câncer. A Petab, realizada pelo IBGE, com apoio do Instituto Nacional de Câncer, foi incluída, pela primeira vez, na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2008.</p>
<p>De acordo com os resultados da pesquisa, o total de fumantes corresponde a 17,2% da população acima de 15 anos. Os percentuais de fumantes são maiores entre os homens (21,6%), entre as pessoas de 45 a 64 anos de idade (22,7%), entre os moradores da região Sul (19,0%), os que vivem na área rural (20,4%), os menos escolarizados (25,7% entre os sem instrução ou com menos de um ano de estudo) e os de menor renda (19,9% entre os sem rendimento ou com menos de um quarto de salário mínimo).</p>
<p>A Petab, com 91 perguntas, foi aplicada em 50 mil domicílios. O questionário é o mesmo aplicado em outros 13 países, como parte Inquérito Global de Tabagismo (GATS), iniciativa da Organização Mundial da Saúde. Em cada casa visitada, uma pessoa com mais de 15 anos (que podia ser fumante diário, fumante ocasional, ex-fumante ou não-fumante) foi escolhida aleatoriamente para responder às questões sobre derivados do tabaco que emitem fumaça (cigarro, charuto, cigarrilha) ou não (rapé, fumo de mascar).</p>
<p><em>Faça o download da pesquisa completa (em pdf) <a title="PETAB - Pesquisa Nacional de Tabagismo" href="http://www.pneumologia.med.br/pdf/pesquisa_nacional_tabagismo.pdf" target="_blank">clicando aqui</a>.</em></p>
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		<title>Lei anti-fumo também no Paraná</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 13:52:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>

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		<description><![CDATA[A lei antifumo entra em vigor no Paraná no próximo domingo (29/11/09). Segundo nota da Agência de Notícias do Estado do Paraná, a medida proíbe o consumo de cigarros ou qualquer outro produto que solte fumaça, sendo ou não derivado do tabaco. A proibição vale para todos os ambientes de uso coletivo, públicos e privados, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_711" class="wp-caption alignright" style="width: 202px"><img class="size-full wp-image-711" title="parana_antifumo" src="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2009/11/parana_antifumo.jpg" alt="Paraná livre do tabaco" width="192" height="253" /><p class="wp-caption-text">Paraná livre do tabaco</p></div>
<p>A lei antifumo entra em vigor no Paraná no próximo domingo (29/11/09). Segundo nota da Agência de Notícias do Estado do Paraná, a medida proíbe o consumo de cigarros ou qualquer outro produto que solte fumaça, sendo ou não derivado do tabaco.</p>
<p>A proibição vale para todos os ambientes de uso coletivo, públicos e privados, em todo o território paranaense.</p>
<p>A fiscalização será feita pela vigilância sanitária de cada município, com o apoio das regionais de saúde.</p>
<p><em>Leia a notícia completa no <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1389158-5598,00-LEI+ANTIFUMO+ENTRA+EM+VIGOR+NO+PARANA+NO+PROXIMO+DOMINGO.html" target="_self">G1</a></em></p>
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		<title>Ambientes de trabalho livres do fumo</title>
		<link>http://pneumologia.med.br/site/?p=697</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 20:33:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Está disponível para download o Manual &#8220;Ambientes de trabalho livres do fumo &#8211; Como tornar sua empresa mais produtiva, segura e saudável&#8220;. Elaborado pela ACTBr &#8211; Aliança Contra o Tabagismo &#8211; Brasil, o manual é fonte de consulta indispensável para aqueles que pretendem criar um ambiente livre do fumo e ajudar as pessoas a abandonarem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pneumologia.med.br/downloads/SmokefreeToolkit.pdf" target="_blank"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-700" title="manuallivrefumo" src="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/uploads/2009/07/manuallivrefumo-150x150.jpg" alt="manuallivrefumo" width="150" height="150" /></a>Está disponível para download o Manual &#8220;<strong>Ambientes de trabalho livres do fumo &#8211; Como tornar sua empresa mais produtiva, segura e saudável</strong>&#8220;.</p>
<p>Elaborado pela ACTBr &#8211; Aliança Contra o Tabagismo &#8211; Brasil, o manual é fonte de consulta indispensável para aqueles que pretendem criar um ambiente livre do fumo e ajudar as pessoas a abandonarem o cigarro.</p>
<p><a href="http://pneumologia.med.br/downloads/SmokefreeToolkit.pdf" target="_blank">Veja aqui</a> o manual e também visite o <a href="http://www.actbr.org.br/" target="_blank">site da ACTBr</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Frutas secas e cravo podem ajudar a parar de fumar</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 20:19:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>

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		<description><![CDATA[As fibras naturais podem ajudar o fumante a largar o cigarro. Por isso, integram o tratamento oferecido gratuitamente pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. As pessoas atendidas no serviço ambulatorial do Cratod (Centro de Referência em Álcool, Tabaco e outras Drogas) recebem o chamado &#8220;kit fissura&#8221;, com damasco, uva passa, cravo, canela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As fibras naturais podem ajudar o fumante a largar o cigarro. Por isso, integram o tratamento oferecido gratuitamente pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.</p>
<p>As pessoas atendidas no serviço ambulatorial do Cratod (Centro de Referência em Álcool, Tabaco e outras Drogas) recebem o chamado &#8220;kit fissura&#8221;, com damasco, uva passa, cravo, canela e casca crocante de laranja. Esses alimentos, acondicionados em saquinhos plásticos, oferecem uma ajuda emergencial quando bate a vontade de fumar.</p>
<p>Os nutricionistas do programa também orientam os pacientes a usarem, em casa, alimentos menos calóricos, evitando balas e doces para combater o ganho de peso após deixar o cigarro.</p>
<p>O Cratod atende 2.400 pacientes por ano e fica na região central de São Paulo (r. Prates, 165, Bom Retiro, tel. 0/xx/11 3329-4455). Saiba mais: <a href="http://www.cratod.saude.sp.gov.br/" target="_blank">www.cratod.saude.sp.gov.br</a>.</p>
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		<title>45 mil brasileiros morrerão de câncer de pulmão em 2010</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 19:18:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Pulmonares]]></category>
		<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo estimativas do Inca (Instituto Nacional de Câncer), 45 mil brasileiros morrerão de câncer de pulmão neste ano. As mulheres estão mais suscetíveis à doença &#8211;elas serão 27 mil desse total. O cigarro provoca 90% dos casos de câncer pulmonar. Dos 10% de vítimas restantes que não colocam o cigarro na boca, um terço fuma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="thickbox" title="Fumar causa câncer de pulmão, enfisema e bronquite crônica " href="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/gallery/cigarros/20080527-tabagismo4.jpg"><img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://pneumologia.med.br/site/wp-content/gallery/cigarros/thumbs/thumbs_20080527-tabagismo4.jpg" alt="20080527-tabagismo4.jpg" /></a>Segundo estimativas do Inca (Instituto Nacional de Câncer), 45 mil brasileiros morrerão de câncer de pulmão neste ano. As mulheres estão mais suscetíveis à doença &#8211;elas serão 27 mil desse total.</p>
<p>O cigarro provoca 90% dos casos de câncer pulmonar. Dos 10% de vítimas restantes que não colocam o cigarro na boca, um terço fuma passivamente.</p>
<p>O tabaco está entre as principais causas de mortes evitáveis, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde). Todos os anos, cerca de 5 milhões de pessoas morrem no mundo em decorrência do cigarro. No Brasil, que tem 18,8% de sua população fumante, as vítimas somam 200 mil, segundo a Opas (Organização Panamericana de Saúde).<span id="more-684"></span></p>
<p><strong>O cigarro causa:</strong></p>
<p>- 90% dos casos de câncer no pulmão (entre os 10% restantes, 1/3 é de fumantes passivos)<br />
- 30% das mortes decorrentes de outros tipos de câncer (de boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga e colo de útero)<br />
- 85% das mortes por bronquite e enfisema<br />
- 45% das mortes por infarto agudo do miocárdio na faixa etária abaixo de 65 anos<br />
- 45% das mortes por doença coronariana na faixa etária abaixo dos 60 anos<br />
- 25% das doenças vasculares (entre elas, derrame cerebral)</p>
<p><strong>Saiba mais sobre o cigarro</strong></p>
<p>- A fumaça do cigarro reúne, aproximadamente, 4,7 mil substâncias tóxicas diferentes e muitas delas são cancerígenas.<br />
- O tabagismo está ligado a 50 tipos de doenças como câncer de pulmão, de boca e de faringe, além de problemas cardíacos.<br />
- No Brasil, 23 pessoas morrem por hora em virtude de doenças ligadas ao tabagismo.<br />
- Crianças com 7 anos nascidas de mães que fumaram 10 ou mais cigarros por dia durante a gestação apresentam atraso no aprendizado quando comparadas a outras crianças.</p>
<p><em>Fonte: Ministério da Saúde</em></p>
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