Arquivo da categoria ‘Tabagismo’

Um maço de cigarro causa mais de 150 mutações por ano nos pulmões

Recente estudo mostrou que fumar um maço de cigarro por dia, durante um ano, pode provocar até 150 mutações genéticas nos pulmões.

Cada mutação potencialmente pode causar câncer.

Já se sabe que  o cigarro têm cerca de 7000 substâncias químicas, 70 das quais são comprovadamente cancerígenas. Nas estimativas da Organização Mundial da Saúde, todos os anos morrem pelo menos seis milhões de fumantes.

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Fumantes tem 20 vezes mais chance de desenvolver câncer de pulmão.

O hábito de fumar é o fator de risco mais conhecido para o câncer de pulmão. Ele aumenta em até 20 vezes a chance de desenvolver a doença quando comparado aos não fumantes.

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), em 90% dos casos diagnosticados, o câncer de pulmão está associado ao consumo de derivados de tabaco. Isso acontece porque a fumaça do cigarro contém diversas substâncias cancerígenas.

Além do câncer de pulmão, o tabagismo é fator de risco para outros tipos de câncer, como os tumores localizados nas regiões da cabeça, pescoço e bexiga.

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Tosse de fumante pode esconder doença mais séria

A tosse do fumante, tida como normal para alguns, pode ser sinal de uma doença mais séria: a DPOC, ou Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica.

As autoridades do Reino Unido desencadearam uma campanha de conscientização sobre o tema. Muitas vezes pouco valorizada, por trás da tosse pode já haver um comprometimento maior das vias respiratórias, que pode levar até a incapacidade física e à morte.

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Cigarro eletrônico pode ser mais cancerígeno que o comum

Aquecido ao máximo e aspirado profundamente, o vapor com nicotina dos cigarros eletrônicos pode produzir formaldeído, uma substância que o torna de cinco a quinze vezes mais cancerígeno que o cigarro comum, revela um estudo publicado nesta quarta-feira (21).

“Constatamos que o formaldeído pode se formar durante o processo de vaporização dos cigarros eletrônicos”, destacam pesquisadores da Universidade de Portland (Oregon) no New England Journal of Medicine (NEJM).

Os pesquisadores utilizaram uma máquina para “inalar” o vapor dos cigarros eletrônicos de baixa e alta tensão para determinar como se forma o formaldeído – uma conhecida substância cancerígena – a partir do líquido que utilizam estes dispositivos.

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Lei anti-fumo entra em vigor em todo o país

Na próxima terça-feira, dia 3/12/2014, entra em vigor a Lei Anti-fumo em todo o país. A lei proíbe, entre outras coisas, fumar em locais fechados, públicos ou privados. Especialistas em saúde dizem que a lei é um avanço e vai beneficiar principalmente aos não-fumantes. A lei também extingue os fumódromos e proíbe a propaganda de cigarros até mesmo nos pontos de venda.

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OMS afirma que cigarros eletrônicos devem ser proibidos em locais fechados

A Organização Mundial de Saúde diz que deveria haver uma proibição sobre o uso de cigarros eletrônicos (e-cigarros) em ambientes fechados e que as vendas para as crianças devem parar.

O alerta foi emitido a partir deste mês de agosto de 2014. Afirma ainda que não há até o momento evidências que mostrem que os cigarros eletrônicos ajudem os fumantes a pararem de fumar.

Também afirma que as concentrações de nicotina presentes na fumaça do cigarro eletrônico podem ser prejudiciais e que o uso destes cigarros devem ser banidos em ambientes fechados, e que grávidas e crianças podem ser mais susceptíveis a estas concentrações.

Um encontro de especialistas está programado para outubro próximo, na Rússia, onde serão elaboradas diretrizes sobre o uso destes cigarros.

Fonte: BBC News

Maioria dos fumantes lamenta o vício

Um estudo internacional feito em 20 países sobre políticas de controle de tabaco, conduzido pelo Canadá e que analisa dados do Brasil, aponta que o brasileiro fumante consome, em média, 17 cigarros por dia e que, se pudesse, não teria começado a fumar.

O Instituto Nacional de Câncer, o Inca, foi o responsável pela coleta de dados e os dados foram divulgados nesta sexta-feira (30). 

De acordo com a pesquisa, 89% dos brasileiros que se declararam fumantes lamentam ter começado a fumar. O índice é o mesmo da Escócia e Austrália. No entanto, o maior percentual é o da Tailândia (96%). Segundo o estudo, 80% dos brasileiros usuários de cigarro declararam que já tentaram parar de fumar e 54% dos fumantes alegaram ser dependentes do cigarro.

As razões mais comuns para os fumantes pensarem em desistir de fumar são a preocupação com a saúde, dar exemplo aos filhos, preocupação com o efeito da fumaça em não fumantes e as advertências sanitárias encontradas nos maços de cigarro.

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Pausas para fumar causam prejuízos às empresas

As pausas feitas pelos trabalhadores para fumar durante o horário do expediente custam aos empregadores mais do que eles imaginam. No Reino Unido, um estudo indica que o custo para as empresas pode chegar a US$ 14,5 bilhões por ano.

O fumante britânico faz em média quatro pausas para fumar durante o dia, com duração de cerca de 10 minutos cada uma, diz o estudo realizado pelo Centro de Pesquisas em Economia e Negócios e digulgado pela rede americana CNBC.

Isso equivale a 136 horas de tempo produtivo perdido por ano para cada fumante, segundo a pesquisa. O custo por fumante é de US$ 2,5 mil.  O centro de pesquisas constatou que os fumantes representam cerca de 20% da força de trabalho no Reino Unido.

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Tabagismo cai menos em pessoas com baixa escolaridade

Apesar de o percentual de fumantes ter caído no Brasil à quase metade do que era no fim da década de 1980, essa diminuição foi consideravelmente menor entre pessoas com baixa escolaridade.

O dado sugere que políticas antitabagismo elaboradas nas últimas décadas tiveram alcance maior entre pessoas de maior escolaridade.

É o que aponta uma análise lançada ontem pela Fiocruz, ACT (Aliança de Controle do Tabagismo) e Universidade Federal Fluminense.

O estudo compara as prevalências de tabagismo na população de 15 anos ou mais encontradas em duas pesquisas nacionais -uma feita em 1989 e a outra, em 2008.

Nesse intervalo, o percentual de fumantes passou de 32% para 17,2%. A presença do fumo caiu 57,2% entre pessoas com pelo menos um ano de ensino universitário (12 anos de estudo no total). Em 2008, o tabagismo alcançava 10,9% dessa faixa.

Veja a matéria completa  no site da Folha de São Paulo
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Pulmões de fumante e de não-fumante

Diariamente atendo pacientes em fase final de doenças pulmonares. Alguns com câncer de pulmão, muitos com enfisema e bronquite crônica. Vejo neles o sofrimento causado pelo cigarro e o arrependimento por não ter parado antes.

Além de ajudar as pessoas a parar de fumar, acredito ser também dever do médico participar do processo de informação e educação continuada da comunidade.

Pare de fumar e ajude alguém a parar. Enquanto é tempo.

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