Artigos com a tag ‘vírus’

Quais as principais diferenças entre vírus e bactéria?

Bactéria

ESTRUTURA: Microrganismo unicelular com membrana e citoplasma, sem núcleo definido. Seu material genético, o ácido desoxirribonucleico (DNA), fica disperso.

MODO DE VIDA: Algumas são parasitas e causam doenças como a pneumonia e a cólera. Outras mantêm uma relação harmoniosa com os seres vivos, como as que vivem no intestino humano, auxiliando a digestão. Há ainda as que se alimentam de matéria orgânica morta.

TAMANHO:   O diâmetro da maioria varia entre 0,2 e 2 micras (unidade que representa 1 milésimo de milímetro) e o comprimento entre 2 e 8 micras. Elas são visíveis a olho nu (se reunidas em colônias) ou com auxílio de microscópios ópticos.

SENSÍVEL A ANTIBIÓTICOS? Sim.

Vírus

Vírus da gripe

ESTRUTURA:   Microrganismo acelular. Os mais simples apresentam uma cobertura proteica que envolve seu material genético – o ácido desoxirribonucleico (DNA) ou o ribonucleico (RNA).

MODO DE VIDA:   Todos são parasitas intracelulares. Alguns causam doenças em seres vivos, como a aids, a gripe, o sarampo e a rubéola.

TAMANHO:   Geralmente, eles são menores que as bactérias. O comprimento varia entre 20 e 1.000 namômetros (unidade que representa 1 milionésimo de milímetro). São visíveis somente com auxílio de microscópios eletrônicos.

SENSÍVEL A ANTIBIÓTICOS? Não.

Fonte: Revista Nova Escola

Situação atual da gripe A (H1N1)

Em 2009, o mundo assistiu à ocorrência de um fenômeno chamado pandemia de gripe ou influenza, que tem se repetido em intervalos de décadas e que é produzido quando surge um novo vírus de influenza, geralmente a partir da mutação de vírus de influenza animal, suína e/ou aviária. Como nenhum ser humano possui imunidade a esse novo vírus, ele se espalha rapidamente por todos os países.

Naquele ano, a circulação rápida do vírus H1N1 e a vacinação realizada em todo o mundo produziram uma ampla imunidade entre as pessoas, o que determinou a drástica redução de sua circulação, levando a Organização Mundial de Saúde a declarar o fim da pandemia em agosto de 2010. Desde então, o H1N1 circula de maneira restrita, sem causar epidemias, porém mantendo a capacidade de produzir casos graves, especialmente nas pessoas integrantes dos grupos vulneráveis.

No momento, como costuma acontecer com a aproximação do inverno, o número de casos de gripe vem aumentando. Vários tipos de vírus têm sido identificados, como os vírus Influenza tipo B, Influenza tipo A H3N2, vírus Sincicial Respiratório e também o H1N1, embora em menor quantidade.

“O vírus H1N1, diferentemente dos outros subtipos, pode produzir caso graves mesmo em jovens previamente saudáveis, além dos integrantes dos grupos vulneráveis. Por isso, os casos, mesmo que em número pequeno, devem receber uma atenção especial por parte dos serviços de saúde, e o tratamento com o oseltamivir instituído de acordo com o novo protocolo do Ministério”, explica Jarbas Barbosa.

Casos de gripe causados pelo vírus H1N1 têm sido identificados em vários países, como Colômbia, Bolívia, Uruguai, Estados Unidos, Chile e também no Brasil. Até o momento, três óbitos causados por este vírus foram confirmados no país, ambos no Rio Grande do Sul.

Fonte: Ministério da Saúde

Síndrome Gripal

Com a chegada dos dias mais frios, aumentam os casos de gripe, ou síndrome gripal.

Definição de Síndrome Gripal:  Paciente portador de doença aguda, com febre, mesmo que referida, mais tosse ou dor de garganta e pelo menos um desses sintomas: dor de cabeça, no corpo ou nas articulações.

Sinais de agravamento: Dificuldade para respirar, persistência ou aumento da febre por mais de três a cinco dias (podendo indicar pneumonia), piora de sintomas gastrointestinais (como vômito e diarreia).

Orientações para pessoas com sintomas de gripe: Pessoas com síndrome gripal, pertencendo ou não aos grupos mais vulneráveis, devem ser afastadas temporariamente de suas atividades de rotina (trabalho, escola) por sete dias, a partir do início dos sintomas, e orientadas a ficar atentas a todas as manifestações clínicas de agravamento. Se persistirem ou se agravarem algumas das queixas em até dois dias depois da primeira consulta, o paciente deve retornar imediatamente ao serviço de saúde.

Medidas preventivas de eficácia comprovada:

Algumas medidas devem ser amplamente adotadas:

• Higienizar as mãos com água e sabão ou com álcool gel, principalmente depois de tossir ou espirrar; depois de usar o banheiro, antes de comer, antes e depois de tocar os olhos, a boca e o nariz;

• Evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies potencialmente contaminadas, como corrimãos, bancos, maçanetas, etc.;

• Evitar proteger a tosse e o espirro com as mãos, utilizando, preferencialmente lenço de papel descartável;

• Manter hábitos saudáveis, como alimentação balanceada, ingestão de líquidos e atividade física.

• Pessoas com síndrome gripal devem evitar contato direto com outras pessoas, aglomerações e ambientes coletivos.

Brasil tem casos autóctones de gripe A (H1N1)

O Ministério da Saúde confirmou, nesta quarta-feira (17), mais 17 casos de influenza A (H1N1) no Brasil, elevando para 96 o número de pessoas contaminadas no país. Os novos casos estão em São Paulo (7) , Santa Catarina (5), Minas Gerais (3) e Rio de Janeiro (2). Dois dos novos infectados pegaram a doença dentro do Brasil e são pessoas próximas a outros infectados que vieram do exterior.

Os 96 casos confirmados são nos estados de São Paulo (34), Santa Catarina (24), Minas Gerais (14), Rio de Janeiro (13), Tocantins (4), Distrito Federal (3), Mato Grosso (2), Bahia (1) e Rio Grande do Sul (1).

Segundo o ministério, existem ainda 80 casos suspeitos de influenza A (H1N1) no Brasil, que estão sendo acompanhados. Já foram descartados 510 casos suspeitos.

Dos 18 casos autóctenes (quando a contaminação se dá no país), as pessoas contaminadas mantêm contato próximo com doentes infectados no exterior. Por essa razão, o ministério considera que a transmissão no Brasil é limitada.

Fonte: Folha Online

Primeiros casos de gripe suína no Brasil

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, confirmou, em entrevista coletiva na noite desta quinta-feira (7), que o Brasil tem quatro casos de pessoas infectadas pela gripe suína (H1N1).

As quatro vítimas são brasileiras, e as contaminações foram confirmadas por três laboratórios. Duas vítimas são de São Paulo, uma do Rio de Janeiro e outra de Minas Gerais. Os quatro são adultos e apresentam quadro clínico estável.

Segundo o ministro, “o governo está com a situação sob controle”. “Todos os casos foram importados, e não existem evidências de que foram contaminadas outras pessoas no país, ou seja, o vírus não circula no Brasil”, disse. “Volto a afirmar, todos os pacientes passam bem.”

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Mais informações sobre a gripe suína

Vírus H1N1 da gripe suína

Vírus A/H1N1 da gripe suína

A Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia divulgou mais informações sobre a gripe suína.

A Gripe clássica e a Gripe suína: Semelhanças e diferenças

A gripe clássica é causada pelo vírus Influenza, família dos Ortomixovírus. Subdivide-se em três tipos: ” A” , “B” e “C”, segundo sua diversidade antigênica. São altamente contagiosos e mutáveis, sendo o do tipo “A”, o mais suscetível à mutabilidade. Os vírus do tipo A e B causam maior morbidade e mortalidade que o tipo “C”, e são os de maior destaque para a saúde pública. Os três tipos de vírus acometem humanos. O tipo “C” também infecta suínos e o do tipo “A”, além de humanos e suínos, aparece em ampla faixa do reino animal, podendo causar epidemias e pandemias.

Até às 19 horas de 28 de abril de 2009 sete países oficialmente relataram de gripe suína pelo Influenza A/H1N1. Os Estados Unidos relataram 64 casos confirmados laboratorialmente e nenhuma morte. O México confirmou 26 casos e sete mortes. O Canadá tem seis casos, Nova Zelândia três, Reino Unido dois, Isarel dois e Espanha dois casos. Até o momento o Brasil tem 20 casos em monitoramento, mas nenhum confirmado. Informações adicionais sobre os casos devem ser buscados na página eletrônica do Ministério da Saúde do Brasil. Continuar a leitura »

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Pulmões de fumante e de não-fumante

Diariamente atendo pacientes em fase final de doenças pulmonares. Alguns com câncer de pulmão, muitos com enfisema e bronquite crônica. Vejo neles o sofrimento causado pelo cigarro e o arrependimento por não ter parado antes.

Além de ajudar as pessoas a parar de fumar, acredito ser também dever do médico participar do processo de informação e educação continuada da comunidade.

Pare de fumar e ajude alguém a parar. Enquanto é tempo.

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