Arquivo da categoria ‘Gripe A (H1N1)’

Informações sobre gripe A – H1N1

Veja aqui mais informações sobre a gripe A – H1N1:

http://noticias.uol.com.br/saude/listas/todo-mundo-tem-que-tomar-tamiflu-como-sei-se-tenho-h1n1-tire-suas-duvidas.htm

Quais as principais diferenças entre vírus e bactéria?

Bactéria

ESTRUTURA: Microrganismo unicelular com membrana e citoplasma, sem núcleo definido. Seu material genético, o ácido desoxirribonucleico (DNA), fica disperso.

MODO DE VIDA: Algumas são parasitas e causam doenças como a pneumonia e a cólera. Outras mantêm uma relação harmoniosa com os seres vivos, como as que vivem no intestino humano, auxiliando a digestão. Há ainda as que se alimentam de matéria orgânica morta.

TAMANHO:   O diâmetro da maioria varia entre 0,2 e 2 micras (unidade que representa 1 milésimo de milímetro) e o comprimento entre 2 e 8 micras. Elas são visíveis a olho nu (se reunidas em colônias) ou com auxílio de microscópios ópticos.

SENSÍVEL A ANTIBIÓTICOS? Sim.

Vírus

Vírus da gripe

ESTRUTURA:   Microrganismo acelular. Os mais simples apresentam uma cobertura proteica que envolve seu material genético – o ácido desoxirribonucleico (DNA) ou o ribonucleico (RNA).

MODO DE VIDA:   Todos são parasitas intracelulares. Alguns causam doenças em seres vivos, como a aids, a gripe, o sarampo e a rubéola.

TAMANHO:   Geralmente, eles são menores que as bactérias. O comprimento varia entre 20 e 1.000 namômetros (unidade que representa 1 milionésimo de milímetro). São visíveis somente com auxílio de microscópios eletrônicos.

SENSÍVEL A ANTIBIÓTICOS? Não.

Fonte: Revista Nova Escola

Ministério da Saúde alerta para doenças respiratórias de inverno, inclusive gripe

Com a chegada do inverno e a consequente queda das temperaturas, o Ministério da Saúde reforça as orientações à população para as doenças respiratórias, mais comuns nesta época do ano, principalmente nos estados das regiões Sul, Sudeste e parte do Centro Oeste. Entre essas doenças, uma das principais é a gripe, causada pelo vírus da Influenza, que ocorre predominantemente nos meses mais frios do ano.

Esse vírus apresenta vários subtipos diferentes que circulam, a cada ano, nas distintas regiões do mundo, produzindo a chamada gripe ou influenza sazonal, cujos sintomas mais comuns são febre, coriza, tosse, dor de garganta e mal estar. “A gripe tem início súbito e, na maior parte dos casos, tem cura espontânea, entre sete e dez dias, sem produzir complicações ou deixar sequelas”, diz o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério, Jarbas Barbosa.

Ao apresentar sintomas de gripe, qualquer pessoa deve procurar o serviço de saúde mais próximo, evitando tomar medicamentos por conta própria, pois isso pode dificultar o diagnóstico.

Porém, atenção especial deve ser dada a determinados grupos mais vulneráveis, que têm maior chance de apresentar complicações como pneumonia e insuficiência respiratória, configurando um quadro denominado de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Entre esses grupos, estão pessoas com mais de 60 anos, crianças menores de dois anos, gestantes e portadores de algumas doenças crônicas debilitantes – como câncer, HIV/Aids e outras imunodeficiências, doenças autoimunes, diabetes, pneumopatias, obesidade e cardiopatias.

“Por isso, chamamos a atenção para a necessidade da rápida identificação e tratamento adequado das pessoas integrantes desses grupos que apresentem a síndrome gripal, a fim de evitar as complicações que podem surgir”, alerta Jarbas Barbosa.

Fonte: Ministério da Saúde

Situação atual da gripe A (H1N1)

Em 2009, o mundo assistiu à ocorrência de um fenômeno chamado pandemia de gripe ou influenza, que tem se repetido em intervalos de décadas e que é produzido quando surge um novo vírus de influenza, geralmente a partir da mutação de vírus de influenza animal, suína e/ou aviária. Como nenhum ser humano possui imunidade a esse novo vírus, ele se espalha rapidamente por todos os países.

Naquele ano, a circulação rápida do vírus H1N1 e a vacinação realizada em todo o mundo produziram uma ampla imunidade entre as pessoas, o que determinou a drástica redução de sua circulação, levando a Organização Mundial de Saúde a declarar o fim da pandemia em agosto de 2010. Desde então, o H1N1 circula de maneira restrita, sem causar epidemias, porém mantendo a capacidade de produzir casos graves, especialmente nas pessoas integrantes dos grupos vulneráveis.

No momento, como costuma acontecer com a aproximação do inverno, o número de casos de gripe vem aumentando. Vários tipos de vírus têm sido identificados, como os vírus Influenza tipo B, Influenza tipo A H3N2, vírus Sincicial Respiratório e também o H1N1, embora em menor quantidade.

“O vírus H1N1, diferentemente dos outros subtipos, pode produzir caso graves mesmo em jovens previamente saudáveis, além dos integrantes dos grupos vulneráveis. Por isso, os casos, mesmo que em número pequeno, devem receber uma atenção especial por parte dos serviços de saúde, e o tratamento com o oseltamivir instituído de acordo com o novo protocolo do Ministério”, explica Jarbas Barbosa.

Casos de gripe causados pelo vírus H1N1 têm sido identificados em vários países, como Colômbia, Bolívia, Uruguai, Estados Unidos, Chile e também no Brasil. Até o momento, três óbitos causados por este vírus foram confirmados no país, ambos no Rio Grande do Sul.

Fonte: Ministério da Saúde

Síndrome Gripal

Com a chegada dos dias mais frios, aumentam os casos de gripe, ou síndrome gripal.

Definição de Síndrome Gripal:  Paciente portador de doença aguda, com febre, mesmo que referida, mais tosse ou dor de garganta e pelo menos um desses sintomas: dor de cabeça, no corpo ou nas articulações.

Sinais de agravamento: Dificuldade para respirar, persistência ou aumento da febre por mais de três a cinco dias (podendo indicar pneumonia), piora de sintomas gastrointestinais (como vômito e diarreia).

Orientações para pessoas com sintomas de gripe: Pessoas com síndrome gripal, pertencendo ou não aos grupos mais vulneráveis, devem ser afastadas temporariamente de suas atividades de rotina (trabalho, escola) por sete dias, a partir do início dos sintomas, e orientadas a ficar atentas a todas as manifestações clínicas de agravamento. Se persistirem ou se agravarem algumas das queixas em até dois dias depois da primeira consulta, o paciente deve retornar imediatamente ao serviço de saúde.

Medidas preventivas de eficácia comprovada:

Algumas medidas devem ser amplamente adotadas:

• Higienizar as mãos com água e sabão ou com álcool gel, principalmente depois de tossir ou espirrar; depois de usar o banheiro, antes de comer, antes e depois de tocar os olhos, a boca e o nariz;

• Evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies potencialmente contaminadas, como corrimãos, bancos, maçanetas, etc.;

• Evitar proteger a tosse e o espirro com as mãos, utilizando, preferencialmente lenço de papel descartável;

• Manter hábitos saudáveis, como alimentação balanceada, ingestão de líquidos e atividade física.

• Pessoas com síndrome gripal devem evitar contato direto com outras pessoas, aglomerações e ambientes coletivos.

Vacinação contra gripe terá cobertura ampliada neste ano

A campanha nacional de vacinação contra a gripe que será realizada este ano irá incluir dois novos grupos para imunização: crianças entre seis meses e dois anos de idade, além de gestantes. A campanha de vacinação contra a gripe será realizada entre os dias 25 de abril e 13 de maio.

Este ano, quem tomar a dose estará imunizado contra o vírus da gripe comum e contra o vírus da gripe H1N1. A meta do Ministério da Saúde é vacinar 80% das 23,7 milhões de pessoas estimadas – cerca de 19 milhões de pessoas.

A vacina é gratuita e será distribuída aos postos de saúde dos municípios pelo ministério. No dia 30 de abril, uma campanha nacional será realizada, a fim de mobilizar as pessoas para a necessidade de imunização. Este ano, o ministério da Saúde adquiriu 33 milhões de doses da vacina.

Veja a notícia completa no G1

OMS anuncia fim da epidemia de gripe A

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta terça-feira o fim da pandemia de gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1), 14 meses depois de ter declarado o nível máximo de alerta pela aparição do vírus.

Segundo o mais recente balanço da OMS, a gripe matou 18.449 pessoas em 214 países e territórios.

“O mundo não está mais na fase seis de alerta pandêmico. Passamos para a fase pós-pandêmica”, disse a diretora geral do organismo, Margaret Chan, que cancelou o alerta após conselho do Comitê de Emergência da OMS, reunido horas antes. Continuar a leitura »

81 milhões foram vacinados no Brasil contra gripe A

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou nesta quinta-feira (17) que 81 milhões de pessoas foram vacinadas em 2010 contra a gripe A (H1N1). O número, registrado às 9h da manhã, representa mais de 88% do público-alvo da vacinação, que é de 92 milhões de pessoas.

Os dados mostram que o governo conseguiu cumprir a meta de 80% de vacinação das pessoas que mais corriam risco de adquirir a doença. “É a maior vacinação que já aconteceu [na história do país]”, disse o ministro durante entrevista coletiva em Brasília.

Segundo Temporão, o Brasil foi o país que mais vacinou em termos percentuais a população contra o vírus A H1N1. “42% da população brasileira foi vacinada. O Brasil vacinou um número de pessoas praticamente igual à população da Alemanha”, disse.

O ministro também informou que a vacinação continuará nas cidades em que a meta não foi cumprida, e que novos dados sobre a vacinação ainda estão chegando ao ministério.

Veja a notícia completa no G1

Governo prorroga vacinação e inclui crianças de 2 a 4 anos

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou nesta sexta-feira (21) que crianças com idades entre 2 e 4 anos e 11 meses podem se vacinar contra a nova gripe a partir da próxima segunda-feira (24).

Até agora, apenas as crianças que tivessem entre seis meses e dois anos haviam sido imunizadas contra o vírus.

O ministro disse também que o fim da campanha de vacinação contra a gripe A (H1N1) foi adiado até o dia 2 de junho. Segundo o ministro, a vacinação está aberta para adultos com idades de 30 a 39 anos e gestantes, além das crianças. 

Fonte: G1

Campanha de vacinação se aproxima do fim sem atingir meta

A campanha de vacinação contra a gripe A (H1N1), que começou no dia 8 de março, chega ao fim nesta sexta-feira (21) e o estado de São Paulo se apressa para tentar vacinar mais 2,5 milhões de pessoas. Até agora, foram 13,5 milhões de pessoas imunizadas, de acordo com o último balanço divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde no dia 13 de maio. A meta é atingir 16 milhões.

Nesta etapa, estão sendo vacinadas as pessoas que têm entre 30 e 39 anos, além dos demais grupos – chamados prioritários – que ainda não tomaram a vacina.

Veja a notícia completa no G1

Por quê este site?

Pulmões de fumante e de não-fumante

Diariamente atendo pacientes em fase final de doenças pulmonares. Alguns com câncer de pulmão, muitos com enfisema e bronquite crônica. Vejo neles o sofrimento causado pelo cigarro e o arrependimento por não ter parado antes.

Além de ajudar as pessoas a parar de fumar, acredito ser também dever do médico participar do processo de informação e educação continuada da comunidade.

Pare de fumar e ajude alguém a parar. Enquanto é tempo.

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